• Universidade Autónoma de Lisboa
  • Autónoma Academy
  • NIP-COM

UALMedia

Menu
  • Notícias
    • DCC organiza conferência ADN Autónoma16 Janeiro, 2026
    • Paula Lopes eleita presidente do Conselho Científico da Autónoma4 Dezembro, 2025
    • Autónoma estreita relações com entidades militares brasileiras28 Novembro, 2025
    • Luís Bernardino publica artigo sobre Brasil e a CPLP18 Novembro, 2025
  • Reportagens
    • Quando a redação deixa de ser um lugar: a resistência da Visão20 Janeiro, 2026
    • Cova da Piedade: um clube que nunca deixou de acreditar13 Janeiro, 2026
    • Web Summit: Portugal no ecrã, cultura em destaque12 Dezembro, 2025
    • Foram manifestamente exageradas as notícias sobre a morte do vinil27 Outubro, 2025
  • Entrevistas
      • José Luís Carneiro: “Todos os dias estamos a ser objeto de escrutínio”8 Janeiro, 2026
      • Proença de Carvalho: “Nunca me senti talhado para julgar pessoas, senti-me sempre vocacionado para as defender”5 Janeiro, 2026
      • Isabel Jonet: “Gostava muito que o Banco Alimentar pudesse fechar, significava que não era necessário”29 Dezembro, 2025
      • Sofia Aparício: “Prejudicou-me bastante a vida, perdi trabalho, mas nunca me arrependi”19 Dezembro, 2025
  • Opinião
      • Opinião
        • 20 de novembro de 2024: Dia Universal das CriançasAna Paula Pinto Lourenço
        • Mascarados de nada Cheila Lafayette
        • Carta ao Pai Natal Cheila Lafayette
        • A Lua de Joana: Um aviso para a saúde mentalMariana Rebocho
      • Crónicas
        • O clássico como um livro: Farioli escreve o capítulo que Mourinho não conseguiuAntónio Barrocas
        • O regresso nostálgico de Angry Odd KidsDiogo Mendes
        • Cooperativa Kallax: uma banda especialDiogo Mendes
      • Críticas
        • O regresso nostálgico de Angry Odd KidsDiogo Mendes
        • Cooperativa Kallax: uma banda especialDiogo Mendes
        • Overthinking: o 8º pecado mortalTatiana Martins
  • Dossiers
    • IV Congresso Internacional do OBSERVAREUALMedia
    • Bastidores da Emissão de TVJoão Veloso
    • Conferência “Os Jovens, o Jornalismo e a Política”UALMedia
    • Projetos TVUALMedia
  • Cábulas
    • Erasmus+16 Outubro, 2018
    • O que é Literacia Mediática?4 Junho, 2018
    • O que é o Código Deontológico dos Jornalistas?5 Abril, 2018
    • Regulamento Geral de Proteção de Dados4 Junho, 2018
  • Artigos
    • O Associativismo em Portugal: dos despejos à esperança por um futuro26 Março, 2024
    • Do desinteresse à participação: Educação no caminho para as urnas1 Março, 2024
    • Comunidade cigana: as inverdades que levam à discriminação e exclusão29 Junho, 2023
    • Neonatologia: Quem cuida dos cuidadores23 Março, 2023
  • Rubricas
    • César Boaventura assume: consequências da acusação de viciação de resultados foram positivas2 Outubro, 2020
    • Raio-X ao Futebol: ‘Águia’ já joga o triplo2 Outubro, 2020
    • Raio-x ao Futebol: O campeão da incompetência16 Julho, 2020
    • Raio-X ao Futebol: Benfica volta a escorregar e deixa o título à mercê do Porto14 Julho, 2020
  • UALMedia Rádio
      • Podcasts
          • Vinil
          • Uma história para o Dia do Pai
          • Too Spicy
          • PontoCom
          • Ponto de Vista
          • Poesia
          • Passaporte Académico
          • Passagem de Turno
          • No Ar
          • Não temos paciência
          • Laboratório
          • Histórias Com Sons
          • Frente & Verso
          • Escrito Por Linhas Tortas
          • Dois à Deriva
          • Confiança
          • Conferências
          • Calma
          • Café & Crime
          • Achas que é bonito ser feio?
          • Academycamente
      • Notícias
        • As “100 Mais” de 2025
        • Rádio no Banco Alimentar
        • Academycamente: Vamos de férias, mas é ouvir!
      • Podcasts Antigos
          • What´s Popin, What´s Flopin
          • Triângulo com quatro lados
          • Trepadeira
          • Trendy News
          • Top 10
          • Thursday´s Vibez
          • Sundown
          • RitUAL
          • Reflexões da Ana
          • Ready. Gap. Go!
          • Rapresentação
          • Psicologia Para Todos
          • Poddemos Descomplicar
          • Pessoas e Pessoas
          • Pensar nas expressões
          • Palavra Certa
          • O Condomínio das Intrigas
          • Malucos na Uni
          • Lusofonia
          • Lá na zona
          • Jazz and Blues
          • Incrível
          • Homo Economicus
          • Girls Like Sports 2
          • Falando Claramente
          • Êxitos de Sempre
          • eTalks
          • Escolhe Tu
          • Entre Linhas
          • Educadores
          • Duas à Sexta
          • Disco Por Inteiro
          • Dinosaur Cataclysm
          • Dance
          • Crónicas & Murais
          • Conversas de café
          • Cão com pulgas
          • Cá vai disco
          • Bola ao centro
          • As quatro da vida airada
          • Amargo & Doce
          • 2000 Watts
          • ´Tàs à vontade
      • Estatutos
      • Grelha de Programação
Últimas
  • Nuno Borges: “O que separa os melhores é a disponibilidade mental, a atitude e a experiência”   |   23 Jan 2026

  • Quando a redação deixa de ser um lugar: a resistência da Visão   |   20 Jan 2026

  • DCC organiza conferência ADN Autónoma   |   16 Jan 2026

  • O clássico como um livro: Farioli escreve o capítulo que Mourinho não conseguiu   |   15 Jan 2026

  • Cova da Piedade: um clube que nunca deixou de acreditar   |   13 Jan 2026

  • José Luís Carneiro: “Todos os dias estamos a ser objeto de escrutínio”   |   08 Jan 2026

 
-Início»Entrevistas»Rodrigo Saraiva: “Acredito que Portugal e os portugueses podem muito mais”

Rodrigo Saraiva: “Acredito que Portugal e os portugueses podem muito mais”

Matilde Quaresma 10 Set 2025 Entrevistas, Entrevistas

Membro fundador da Iniciativa Liberal (IL), deputado e vice-presidente da Assembleia da República, Rodrigo Saraiva fala sobre o partido e a sua visão política para o país.

A ideia da Iniciativa Liberal é sua, de Alexandre Krauss e de Bruno Horta Soares. O encontro fundador foi a 23 de dezembro de 2015, num almoço de Natal. Como é que, a partir de um almoço de Natal, o projeto Iniciativa Liberal anda para a frente?

Esse é um primeiro encontro que temos, mas a história naturalmente começa antes. As conversas entre mim, o Alexandre e o Bruno começaram após as eleições legislativas de 2015, as que resultaram no governo “Geringonça”. Isso foi o agitar para que um grupo de pessoas que já se conhecia, já tinha tido intervenção cívica ou partidária, se juntasse. Demonstra que sempre existiram liberais em Portugal, mas estavam integrados noutros partidos políticos. Também havia a participação cívica de liberais, ao longo de anos, na chamada blogosfera. Sempre dissemos que o nosso caminho ia ser uma maratona, se nos queríamos afirmar como partido político. Achávamos que ia demorar mais tempo, mas o mérito do que fomos fazendo e os contextos em que fomos vivendo fizeram com que a IL seja a quarta força política hoje em Portugal.

Como explica e caracteriza esse crescimento? 

Por essa Europa fora as ideias liberais sempre estiveram muito presentes, através de partidos históricos bem sedimentados. O Sul da Europa não tinha esta tradição político-partidária, mas tinha uma tradição político-filosófica. Sempre achámos que esta onda liberal acabaria por chegar a Portugal e o contexto português originou isso. Entre aquilo que é o contexto geográfico e o contexto político-social, foi uma questão de sabermos ler o jogo, ter o mérito e os planetas alinhados para este sucesso.

https://ualmedia.pt/wp-content/uploads//2025/09/il.mp4

 

Foi um crescimento natural e uma oportunidade que veio na altura certa?

Sim. Eu não gosto muito da história dos ‘ses’: se não tivesse havido o governo “Geringonça” ou, anteriormente, a Troika… Temos de viver com aquilo que aconteceu. Houve pessoas que perceberam que tinha chegado a altura de haver um partido liberal. Em Espanha não havia, houve, mas foi um projeto que já desmoronou. Foi um epifenómeno. Nós não queríamos ser um projeto a curto-médio prazo.

Quais foram os momentos mais marcantes, para si, na história do partido?

As descidas na Avenida da Liberdade no 25 de Abril, nomeadamente quando nos tentaram impedir de participar [em 2021] e a resposta dos liberais foi massiva. Éramos 500 pessoas, uma grande mancha azul de liberais. Nas eleições legislativas de 2022 fizemos um comício no Mercado de Santa Clara a meio da campanha. Tínhamos o mercado cheio de pessoas que se tinham juntado e é um momento “calma lá, isto vai mesmo correr bem”. Ao longo da nossa história, há momentos, para além dos resultados eleitorais, que nos demonstraram que estávamos a fazer bem as coisas.

“Não devemos ter medo do pluralismo”

“É possível que no final desta sessão a esmagadora maioria das bancadas neste Parlamento tenha contribuído contra a vontade dos portugueses e os interesses de Portugal para mergulhar numa crise política.” São palavras de Rui Rocha antes da votação da moção de confiança. Acha que a dinâmica governativa mudou nos últimos oito anos?

Desde que chegámos à Assembleia da República ainda não houve uma legislatura inteira. Os tempos são outros e o valor da estabilidade, que era tido como grande, neste momento está muito enfraquecido e nem com maioria absoluta a temos. Se os governos duram um, dois anos, não há espaço e tempo para que haja reformas. Não devemos ter medo do pluralismo, se for essa a vontade dos eleitores. Os partidos políticos têm de viver com isso.

A estabilidade política deve ser a máxima de um Governo?

Não. É um valor importante para dar tempo a quem governa e aos eleitos de serem avaliados. Não pode ser um valor que impeça o escrutínio, o debate, a transparência, e não se pode impor acima de outros.

Segundo o politólogo João Cancelas em declarações ao Diário de Notícias, grande parte dos eleitores que votam IL são mais instruídos e têm formação superior. Investir na educação é sinónimo de que estamos a investir num país com mais eleitores na Iniciativa Liberal?

Isso é um bocado ‘achismo’. Olhando para os resultados, quem vota IL está mais nas grandes malhas urbanas, tem mais níveis de ensino e tem rendimentos médios superiores, mas não é um exclusivo. Conheço pessoas que são membros ou que votam em nós e não correspondem a qualquer uma destas características. Não obstante isso, acreditamos muito em literacia, seja qual for, é sempre importante para qualquer sociedade. E é a melhor forma de munir todos os indivíduos para tomarem melhores decisões.

https://ualmedia.pt/wp-content/uploads//2025/09/Pergunta-8.mp4

 

“Com menos traumas vamos ter mais capacidade de diálogo”

“Gostava que o próximo Presidente da República fosse alguém já nascido em democracia”, disse em conversa à Rádio Observador, durante a IX Convenção da Iniciativa Liberal. O ideal para a democracia portuguesa são candidatos mais jovens?

Disse isso porque seria bom e diferente daquilo que tivemos até agora. Também não houve ainda um primeiro-ministro nascido depois do Estado Novo. Pela lógica do tempo, isso acabará por acontecer, mas não podemos esperar que seja o tempo a resolver as questões de renovação. Acreditamos, enquanto projeto político, na necessidade de renovação. Por isso, achamos que uma pessoa nascida em democracia, que não viveu os tempos agitados do seu nascimento, não vai ter traumas desses tempos. Com menos traumas, vamos ter mais capacidade de diálogo.

Ainda na IX Convenção da Iniciativa Liberal, quando lhe perguntaram sobre uma possível coligação para as autárquicas em Lisboa com o PSD, disse que seria possível se o atual presidente de Câmara tivesse vontade de mudar e quisesse fazer o que não fez durante estes quatro anos. Mantém a afirmação?

Mantenho completamente.

Mas já existem perspectivas para uma possível coligação?

Não sei, com as legislativas à porta, esses processos autárquicos estão em standby.

Para além de fundador do partido, foi líder da bancada parlamentar na XV legislatura e é agora deputado na XVI legislatura. O que lhe falta conquistar enquanto político e fundador da Iniciativa Liberal?

Há uma coisa engraçada nestas funções que tenho desempenhado: não foram planeadas. Aconteceram com naturalidade e nem tenho como objetivo desempenhar funções governativas. Acredito que Portugal e os portugueses podem muito mais. Temos características brutais para isso. Falta capacitar indivíduos para tomarem decisões. A Educação e a Saúde têm processos muito centralizados, que não habilitam as pessoas na tomada de decisões. Outra coisa que capacita as pessoas é terem mais rendimento. Isto tem sido o eixo do nosso discurso político, a questão do crescimento económico. Portugal ainda tem de mudar tanto que já não vai ser a minha geração a beneficiar daquilo que eu e a IL possamos fazer, serão as próximas.

Rodrigo Saraiva tem 49 anos
    
2025-09-10
João Ferreira Oliveira
Artigo anterior :

Luís Bernardino participa em colóquio sobre Angola

Artigo seguinte :

Teresa Faria: “Nunca meti nenhuma cunha, não sei o que é isso”

Artigos relacionados

Luís Freitas Lobo: “Tento lutar para não perder a paixão pelo futebol”

Luís Freitas Lobo: “Tento lutar para não perder a paixão pelo futebol”

Vasco Oliveira 28 Jan 2024
Pedro Henriques: “Por detrás de um árbitro, há uma esposa, uma filha, um pai, uma mãe e, sobretudo, pessoas que querem ter uma carreira”

Pedro Henriques: “Por detrás de um árbitro, há uma esposa, uma filha, um pai, uma mãe e, sobretudo, pessoas que querem ter uma carreira”

Iris Cancelinha 11 Mai 2025
Sara Chaves: “A rádio foi crucial para o êxito do 25 de Abril”

Sara Chaves: “A rádio foi crucial para o êxito do 25 de Abril”

Ana Medina Cabeças 01 Ago 2014

Veja também

Nuno Borges: “O que separa os melhores é a disponibilidade mental, a atitude e a experiência”

Nuno Borges: “O que separa os melhores é a disponibilidade mental, a atitude e a experiência”

Natural da Maia, o seu percurso fugiu à norma. Antes de se aventurar a tempo inteiro no circuito profissional, licenciou-se em Cinesiologia pela Universidade de

Rádio em direto

  • Popular
  • Últimos
  • Tags
  • Nuno Borges: “O que separa os melhores é a disponibilidade mental, a atitude e a experiência”

    Nuno Borges: “O que separa os melhores é a disponibilidade mental, a atitude e a experiência”

    Afonso Seguro 23 Jan 2026
  • As comemorações da Revolução

    As comemorações da Revolução

    UALMedia 25 Abr 2014
  • Vinis de abril

    Vinis de abril

    João Santareno 25 Abr 2014
  • Onde estava no 25 de abril?

    Onde estava no 25 de abril?

    João Honrado 25 Abr 2014
  • 40 anos, 20 Fotos

    40 anos, 20 Fotos

    João Serralha 25 Abr 2014
  • 25 Abril

    25 Abril

    25 Abr 2014
  • Nuno Borges: “O que separa os melhores é a disponibilidade mental, a atitude e a experiência”

    Nuno Borges: “O que separa os melhores é a disponibilidade mental, a atitude e a experiência”

    Afonso Seguro 23 Jan 2026
  • Quando a redação deixa de ser um lugar: a resistência da Visão

    Quando a redação deixa de ser um lugar: a resistência da Visão

    Joana Silva 20 Jan 2026
  • DCC organiza conferência ADN Autónoma

    DCC organiza conferência ADN Autónoma

    UALMedia 16 Jan 2026
  • O clássico como um livro: Farioli escreve o capítulo que Mourinho não conseguiu

    O clássico como um livro: Farioli escreve o capítulo que Mourinho não conseguiu

    António Barrocas 15 Jan 2026
  • Cova da Piedade: um clube que nunca deixou de acreditar

    Cova da Piedade: um clube que nunca deixou de acreditar

    Diego Tamaian 13 Jan 2026
  • José Luís Carneiro: “Todos os dias estamos a ser objeto de escrutínio”

    José Luís Carneiro: “Todos os dias estamos a ser objeto de escrutínio”

    Gabriel Fialho 08 Jan 2026
  • Rádio Autónoma podcast ualmedia no ar animação vinil joão de sousa Universidade atelier Entrevista aula mariana rebocho poesia pontocom joao santareno de sousa prática disco futebol academy academycamente cristina patrício Leonor Noronha Lídia Belourico António Bernardino
  • Ficha Técnica
  • Política de Privacidade
  • Manual de redacção

Últimas notícias

Nuno Borges: “O que separa os melhores é a disponibilidade mental, a atitude e a experiência”
Quando a redação deixa de ser um lugar: a resistência da Visão
DCC organiza conferência ADN Autónoma
O clássico como um livro: Farioli escreve o capítulo que Mourinho não conseguiu
José Luís Carneiro: “Todos os dias estamos a ser objeto de escrutínio”
Proença de Carvalho: “Nunca me senti talhado para julgar pessoas, senti-me sempre vocacionado para as defender”
Cova da Piedade: um clube que nunca deixou de acreditar
Isabel Jonet: “Gostava muito que o Banco Alimentar pudesse fechar, significava que não era necessário”
Sofia Aparício: “Prejudicou-me bastante a vida, perdi trabalho, mas nunca me arrependi”
Web Summit: Portugal no ecrã, cultura em destaque
Paula Lopes eleita presidente do Conselho Científico da Autónoma
Autónoma estreita relações com entidades militares brasileiras
Nuno Gomes: “Dentro de campo são 11 contra 11  e, muitas vezes, os melhores não ganham”
UAL em destaque na Conferência Internacional sobre Reclusão
Renata Belo: “Comecei a fazer dobragens quando tinha três anos”
Luís Bernardino publica artigo sobre Brasil e a CPLP
Cármen Monereo participa no Djar Fogo International Film Festival
Foram manifestamente exageradas as notícias sobre a morte do vinil
Manuel Damásio: “O Benfica toda a vida foi um clube do povo. Eu também sou do povo”
Pedro Fernandes: “Gosto de fazer coisas que me divirtam”
Patrícia Tavares: “Aos 16 anos, já tinha ouvido muitos nãos”
A economia circular chega às estantes: as livrarias em segunda mão conquistam Lisboa
Sahima Hajat: “O meu sonho é ter um restaurante com estrela Michelin”
Teresa Faria: “Nunca meti nenhuma cunha, não sei o que é isso”

Últimos Podcasts

  • Passaporte Académico
  • Não temos paciência: Nostalgia
  • Academycamente: As emoções na liderança
  • Passagem de Turno: Fernanda Serrano
  • Não temos paciência: Comida e combinações estranhas
© Copyright 2024, Todos os direitos reservados | Website desenvolvido por: Trace - Soluções Internet
Escola Superior de Enfermagem