O evento “Pensar o Cinema para os Jovens”, organizado pelos alunos do 3.º ano da licenciatura em Ciências da Comunicação, reuniu profissionais do setor no Auditório 1.
O professor do Departamento de Ciências da Comunicação (DCC) da Autónoma foi o moderador do quinto episódio de ENTRadas, uma série de debates criada para a plataforma digital ENTR.
Todas as quintas-feiras, numa das salas da instituição Valoriza, em Amares, o som não vem de colunas gigantes, nem de pistas de dança. Nasce de instrumentos e palmas improvisadas. No meio da sala está Jonh Mayze, DJ habituado a atuar em palcos internacionais. Mas, desta vez, o cenário é outro. À sua volta, um grupo de utentes com necessidades especiais experimenta, arrisca e escuta. A música ganha ali um significado novo. Não é apenas espetáculo, é partilha. É o Heartbeat Project.
Pelo quarto ano consecutivo, a UAL juntou académicos, escritores e pensadores para fazer uma reflexão crítica sobre a história, os ideais e a atualidade do movimento pan-africanista.
Estamos de volta à linha da frente da solidariedade, juntamo-nos à campanha do Banco Alimentar. A iniciativa conta com o entusiasmo da comunidade académica da Autónoma, mostrando que ajudar pode fazer parte do dia a dia.
Alverquense de raiz, Fernando Orge assumiu a presidência do F.C. Alverca em 2011 e reconstruiu o clube desde a base até ao regresso histórico à Primeira Liga na época 2024/2025. Ex-jogador e treinador, alia experiência no futebol a uma visão estratégica centrada na formação, estabilidade financeira e ligação à cidade. Recebeu-nos no coração do clube, abrindo as portas do estádio para mostrar o mundo que ajuda a construir todos os dias. *
Jornalista e professora do Departamento de Ciências de Comunicação (DCC) da UAL é uma das convidadas do evento que terá lugar entre os dias 11 e 14 de junho.
O aumento contínuo do custo de vida em Angola piorou significativamente as condições de vida de grande parte da população, especialmente nas zonas urbanas. Em Luanda, capital do país, esta realidade reflete-se no crescimento do comércio informal, onde as zungueiras surgem como uma resposta direta à falta de emprego formal e a dificuldade de garantir o sustento diário.