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-Início»Entrevistas»Patrícia Tavares: “Aos 16 anos, já tinha ouvido muitos nãos”

Patrícia Tavares: “Aos 16 anos, já tinha ouvido muitos nãos”

Bruna Maia 03 Out 2025 Entrevistas, Entrevistas

Determinada, resiliente e apaixonada pelo trabalho, Patrícia Tavares acaba de ser galardoada com o Globo de Ouro de Melhor Atriz de Ficção, pelo seu desempenho como protagonista da telenovela A Herança. Um caminho que nem sempre foi fácil. Começou ainda em criança, mas, aos 16 anos, já se questionava se teria futuro na representação. Não desistiu e, hoje, conta com uma carreira sólida. Em entrevista ao UALMedia, fala sobre os desafios do início, os momentos que a marcaram e a personagem que lhe valeu o prémio, a intensa Sofia Novais.

A sua jornada artística começou muito cedo, com apenas 12 anos, na série musical da RTP Chuva de Maio. Desde então, tem construído uma carreira sólida, passando por diferentes formatos. Mas dar os primeiros passos no mundo da representação nem sempre é fácil, especialmente para quem começa tão jovem. O que mudou desde então?

Comecei na figuração em cinema com oito anos. Naquela altura — já lá vão muitos anos —, entravas para a figuração e ficavas a fazer parte de um universo, ficavas a perceber um pouco deste mundo. Agora, vocês podem gravar apenas com um tripé e um telemóvel para fazer esta entrevista, o que é incrível, mas quando comecei a fazer figuração no cinema, as coisas eram todas megalómanas, eram mesmo muito grandes, tal como as equipas. Hoje em dia, as equipas são grandes, mas não tão grandes como eram antigamente. Parece que estou noutro século — e estou, na realidade [risos] — mas também não é assim tão longínquo.

Quais foram os maiores desafios que enfrentou no início da sua trajetória artística?

Realmente, não sei definir bem isso. Sei que, por exemplo, fui fazendo muitos castings na vida, fiz muita coisa, tive esse privilégio. Com 16 anos, já tinha ouvido muitos ‘nãos’ e achei que se calhar não fosse este o meu caminho. E comecei a duvidar. Foi aí que surgiu o casting para a minha primeira telenovela, que foi a Roseira Brava. E correu bem. Por isso é que acho que não fiquei muito zangada. Aprendi a não ficar muito zangada quando as coisas não correm como acho que devem correr. Porque, se não correram agora… em alguma altura uma coisa boa vai acontecer. Às vezes, não é tudo para nós, somos tantos.

 

É reconhecida pelo seu trabalho em televisão, mas também já fez teatro e cinema. Quais as principais diferenças?

Representar é sempre representar, a base é a mesma. O que acho que difere — mediante a minha experiência — são as ferramentas. Na televisão, trabalhamos para uma câmara que faz zoom e afasta, se necessário. Não precisamos de projetar tanto a voz, porque temos os microfones. Já no teatro, tens de falar para a última pessoa da sala, tens de te fazer ouvir e ver até pelas últimas filas e isso significa que os teus gestos naturais têm de ser expressivos. Sobre o cinema — onde infelizmente não tenho muita experiência — acho que é o sítio mais difícil, porque é o mais controlado. É aí que é preciso ter absoluta noção do rigor que implica fazer cinema, de como queres aquele momento, o que é que queres passar. Qualquer gesto significa qualquer coisa.

Há algum papel que a tenha marcado especialmente?

Não tenho resposta para essa pergunta. Mas a Sofia, de A Herança, sinto que é importante no meu percurso e é importante também, de alguma forma, para as pessoas que gostam do meu trabalho. Sinto-me muito acarinhada com esta novela. Há muita gente que está tão feliz quanto eu e isso é muito interessante e é bonito.

“Ainda não fiz nada, falta-me tudo”

Passando agora para o seu trabalho mais recente. A telenovela A Herança, transmitida na SIC, tem sido muito bem recebida pelo público. A sua personagem, Sofia Novais, é a figura central da trama e carrega consigo dilemas que, certamente, cativam os espectadores. Como se preparou para interpretar este papel?

Foi um mês de muita preparação com os realizadores e com uma equipa incrível de diretores de atores. Na novela, o que acontece é que partimos de um sítio igual para todos, mas isto é uma coisa que se vai construindo, é um trabalho diário. Gravamos muito, passamos muitas horas uns com os outros. A novela também exige aos autores uma grande ginástica criativa, têm que estar sempre a escrever. Escrevem um episódio por dia, é uma grande loucura.

Quais os aspetos da Sofia que mais a cativaram?

Gosto do facto de a Sofia ser muito visível e de não ser a boazinha que faz tudo bem.

Depois de tantos anos de carreira e de interpretar papéis tão variados, é natural que continue a desafiar-se e a procurar novas experiências no mundo da representação. Há algum género ou tipo de personagem que ainda não interpretou e que gostaria de explorar?

Todas. Ainda não fiz nada, falta-me tudo. Parece-me… não tenho muita certeza de nada na vida, mas qualquer coisa que tenha feito até agora, se eu agora a voltasse a fazer, já não a replicava da mesma maneira. Porque eu, a atriz que lê aquela personagem e que dá vida àquela personagem, já é outra pessoa. Aquilo que fiz já não é aquilo que faria hoje. Portanto, não fiz nada. Basicamente é isso [risos].

“Um ator tem de ser muito atento. Tem de estar sempre com os olhos no mundo”

Ser atriz é uma profissão exigente, que envolve horários intensos, exposição mediática e uma grande entrega emocional a cada personagem que interpreta. Para muitos jovens que sonham seguir este caminho, pode ser difícil saber por onde começar e como lidar com os desafios da profissão. Com a sua experiência, que conselhos daria a jovens atores que estão a iniciar a sua carreira?

Depende de como te queres posicionar na profissão, mas seja qual for a forma que escolhas, isto exige respeito pela profissão. E, portanto, que sejam muito apaixonados, que tenham muita vontade de aprender e que sejam atentos. Um ator tem de ser muito atento, Tem de estar sempre com os olhos no mundo.

Quem é a Patrícia Tavares fora do mundo da representação ?

Sou muita coisa… sou uma mulher igual às outras. Esta é a minha profissão. Tenho uma vida muito parecida, se calhar até mais aborrecida, do que muitas outras vidas.

 

    
2025-10-03
João Ferreira Oliveira
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