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-Início»Entrevistas»Rita da Nova: “O processo de escrita do primeiro livro foi ter a perfeita noção de que estava a cumprir um sonho”

Rita da Nova: “O processo de escrita do primeiro livro foi ter a perfeita noção de que estava a cumprir um sonho”

Daniela Brás 20 Jan 2025 Entrevistas, Entrevistas

Licenciada em Ciências da Comunicação, autora dos romances As Coisas que Faltam e Quando os Rios se Cruzam e dos podcasts Livra-Te e Terapia de Casal — este último ao lado do namorado e humorista Guilherme Fonseca —, Rita da Nova fala sobre a sua carreira e o amor pelas palavras.

Após a licenciatura em Ciências da Comunicação, trabalhou como jornalista durante alguns meses, mas não foi feliz. O que é que a levou a sentir que o jornalismo não era o caminho certo?

Foi mesmo uma questão de expectativas. Entrei no curso de Ciências da Comunicação com a vontade de ser jornalista porque acreditava que era um trabalho que me ia permitir escrever. Estagiei no PÚBLICO durante alguns meses e comecei a perceber que escrever era só uma pequena parte do trabalho do jornalista. Aí, entendi que talvez não tivesse seguido jornalismo pelos motivos certos. Senti também que era uma carreira onde não teria tanta criatividade na escrita, então comecei a explorar a vertente do marketing e da publicidade — que foi onde depois fiz carreira durante algum tempo. Portanto, foi mais uma questão de gestão de expectativas do que propriamente o jornalismo não me tratar bem.

Como surgiu esse interesse em marketing e publicidade e como foi a experiência do seu primeiro trabalho na área?

Quando acabei o meu estágio no PÚBLICO, vi um anúncio para um estágio profissional que seria escrever posts para um blogue de uma marca de software de faturação, a Sage. A ideia era que aquele blogue fosse focado em ajudar pequenos empreendedores. O meu primeiro trabalho dentro da área foi criar conteúdo para este blogue. O meu leque de interesses foi alargando e tive muito espaço para crescer dentro daquela equipa de marketing e de comunicação da empresa. Isto foi em 2014, o marketing digital estava a começar a dar os primeiros passos e então foi mais por aí. Esta área interessou-me bastante, não só pela liberdade criativa que tens como também do facto de ser uma área em que consegues mais ou menos medir o impacto com dados. Fui construindo depois carreira nas agências de comunicação e de marketing.

A adaptação foi difícil?

Foi bastante tranquila. A minha época no jornalismo foi um bocado louca no sentido em que, juntamente com um grupo de estagiários [no PÚBLICO], acabámos a desempenhar muitas funções. Havia pouca gente na redação, então acabámos por estender o estágio. Quando entras para marketing e publicidade, o ambiente é mais tranquilo, nada é urgente porque não tens de lançar aquela notícia no momento. Esta mudança de mentalidade foi mais numa lógica de me lembrar que podia escrever as coisas como queria, não havia tantas regras como há no jornalismo, ou seja, podia mudar ali a minha perspetiva e acho que essa foi a principal diferença. O marketing é uma área em que é normal estares sempre a experimentar coisas diferentes e há esta lógica de aprendizagem contínua, que é importante quando estás numa área que não é a tua formação base.

Continua a trabalhar na área ou dedica-se apenas à escrita?

Faço freelances. Não estou em agência nem a trabalhar para nenhuma empresa em específico, mas como tenho uma rede de contactos relativamente grande, às vezes faço alguns projetos pontuais. Normalmente, o que faço é estratégia digital para marcas, ajudo-as a construir a sua presença no digital, seja em redes sociais, sites, newsletters, entre outros. Em geral, é mais um trabalho que uso para pagar as contas do que propriamente para continuar a construir carreira. De resto, sim, estou mais dedicada à escrita.

“Escrever um livro é um processo longo que pode levar meses a anos”

Tem dois romances editados pela Manuscrito. A publicação de As Coisas que Faltam, o seu primeiro livro, foi um momento especial?

Foi uma experiência muito emotiva. Há várias formas de escrevermos um livro com uma editora. A primeira forma, que é a mais comum, é escreveres um livro sozinho e depois andares a bater às portas das editoras para que elas publiquem. A segunda, que é menos normal, é contactares a editora primeiro, perceber se há interesse e, a partir daí, escrever. Foi assim que foi comigo, porque já tinha escrito juntamente com a Manuscrito o livro Terapia de Casal [podcast], então abriu-se a porta para escrever ficção que era aquilo que sempre quis fazer. Desde o início, trabalhei muito em conjunto com a minha editora. Partilhava com ela [editora] as minhas dúvidas e percepções sobre onde as coisas podiam ser ligeiramente diferentes. O processo de escrita do primeiro livro foi ter a perfeita noção de que estava a cumprir um sonho. É uma experiência que guardo com muito carinho, não só porque foi uma experiência positiva de escrita, edição e de produção, mas por ter sido um livro muito bem recebido pelo público. As pessoas ainda não tinham lido nenhum livro meu de ficção e já estavam interessadas, compraram e esgotaram edições. Isso é um lado importante para o escritor porque a única prova que tens do teu trabalho chegar às pessoas é, de facto, elas lerem o que escreveste e comentarem contigo. As Coisas que Faltam é um livro que acarinho muito porque foi a minha porta de entrada neste mundo e na construção de uma ligação com os meus leitores.

Qual foi o maior desafio nesse processo?

O principal desafio é não te fechares na tua própria cabeça, porque é normal que aconteça. Estás a trabalhar numa coisa que só tu e a tua editora leem e não tens a certeza que aquilo seja algo que as pessoas vão gostar ou querer ler. É um processo bastante solitário e individualista, mesmo com o contacto com a editora, porque não está a acompanhar diariamente o que escreves. Isto acaba por levantar grandes desafios de automotivação. Escrever um livro é um processo longo que pode levar meses a anos. O meio do processo de escrita é o pior, porque não vês o início nem o fim e sentes-te completamente perdida naquilo que estás a escrever. É fundamental ultrapassar estes desafios de automotivação se quiseres que o teu livro seja de facto acabado e publicado. Quando o livro está cá fora e o vês nas mãos dos leitores é um sentimento de dever cumprido porque passas de um documento que está no teu computador para um objeto físico. A partir do momento em que o livro está acabado, está impresso e já não vais escrever mais nada nele, a interpretação que os leitores fizerem do livro é dos leitores, vai passar a ser coisas diferentes para cada pessoa e tu não podes controlar. Isso é mágico porque crias uma infinitude de reações e de ligações, mas também é assustador porque às vezes as pessoas interpretam coisas que nem sequer pensaste que estavas a pôr no livro. É um processo de desapego muito grande, tem de haver este afastamento do autor em relação ao seu livro.

“Interessa-me perceber como é que as pessoas formam a sua identidade”

Os seus livros têm por base o tema da construção de identidade. O que a inspira a escrever sobre esta temática?  A jornada das duas protagonistas têm alguma ligação com as suas próprias experiências?

Interessa-me a questão da construção da identidade humana porque somos todos pessoas muito diferentes. O que me fascina, e que me assusta ao mesmo tempo, é que só vou conseguir ser uma pessoa na minha vida. Interessa-me perceber como é que as pessoas formam a sua identidade. No caso do livro As Coisas que Faltam era esta ideia da ausência do pai e como isso afeta a tua construção de identidade, e aí vem da minha experiência pessoal porque só conheci o meu pai quando tinha nove anos. A história da Ana Luís [personagem principal] não é a minha história de todo, mas acho que partiu dessa curiosidade que tinha de tentar perceber como a ausência de um pai afetava as mulheres à minha volta. Já no segundo livro, Quando os Rios se Cruzam, a ideia surgiu porque estava a pensar se os lugares também têm impacto na nossa própria construção de identidade, se somos pessoas diferentes pelos sítios onde vivemos e para onde vamos. Isso levou-me para a minha experiência de Erasmus. Tudo o que escrevo e tudo o que os escritores escrevem tem um bocado deles, é inevitável. Isto não significa que seja tudo autobiográfico, significa só que vem tudo de lugares que tens vontade de perceber e de explorar.

Já disse nas suas redes sociais que está a escrever um novo livro. Pode partilhar um pouco sobre o conteúdo e como tem sido o processo de escrita até agora?

Posso partilhar um pouco das duas coisas. Posso dizer que é um livro com diversas perspetivas, ou seja, não temos só uma pessoa, mas diferentes pessoas a contar a história, para já são três. Continuamos no tema das famílias, mas desta vez de uma forma um pouco diferente. Relativamente ao processo de escrita, estou a adorar escrevê-lo. Sinto que o comecei a escrever na altura certa. Em geral, está a ser um processo muito prazeroso, estou a divertir-me muito ao mesmo tempo que estou a apreciar o facto de estar a escrever.

Quando os rios se cruzam é o o segundo romance da autora, também editado pela Manuscrito. O terceiro romance está a caminho

    
2025-01-20
João Ferreira Oliveira
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