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-Início»Entrevistas»Guilherme Fonseca: “O meu pai morreu e fiz um solo sobre isso”

Guilherme Fonseca: “O meu pai morreu e fiz um solo sobre isso”

Ana Leote 04 Fev 2024 Entrevistas, Entrevistas

Comediante, guionista, criador do espetáculo a solo “Não faz Sentido”, do podcast “Terapia de Casal” e membro do programa “Isto é Gozar Com Quem Trabalha”, Guilherme Fonseca define-se, no seu último livro, como alguém que faz de tudo um pouco. É muito mais do que isso.  Nesta entrevista bem humorada, o multifacetado autor fala-nos sobre si e sobre a sua carreira, mas também sobre os limites do humor e o crescimento do stand-up comedy em Portugal.

É comediante e tem mais projetos do que consegue contar pelas mãos. Ninguém acredita que começou a legendar vídeos pornográficos. Como é que se começa por aí e se constrói a carreira que tem hoje?

O meu primeiro trabalho depois da licenciatura foi legendar pornografia. Conhecia umas pessoas que tinham uma produtora e acabei por oferecer o meu trabalho. Como tinha tirado cinema, aproveitei e questionei se precisavam de alguém. E precisavam. De alguém para fazer legendagens. Chego lá e 90% do tempo era para legendar pornografia. Aguentei uns quatro a cinco meses, era mal pago e acabei por me fartar daquilo. Entretanto, conheci a Susana Romana, guionista, que me contou que iam abrir  um novo canal de televisão. Como gostou da minha escrita no curso de produções fictícias que tirámos juntos, convidou-me para o projeto como estagiário. Despedi-me das pornografias e comecei a trabalhar para o Canal Q onde mais tarde me efetivei como guionista.

Lançou recentemente o livro “Que pouca-Vergonha”, anda pelo país com o espetáculo ao vivo “Não Faz sentido”, partilha o podcast “Terapias de Casal”, com a sua companheira, Rita da Nova… como consegue gerir isto tudo?

Na descrição do livro, pedi para colocarem “Guilherme Fonseca já fez de tudo um pouco, mal, mas fez”, porque no fundo é um bocado como me sinto. Vou fazendo um bocado de tudo. Acho que na base é ver o que posso fazer e onde me posso enquadrar. A escrita do solo e do livro foi um bocado isso. Sentei-me com as minhas notas à frente e tentei perceber: para onde isto pode ir? Isto é giro ir para stand-up? Isto é giro para uma crónica? Isto é um texto? Será um texto grande ou pequeno? Será que isto é um tweet? Se calhar é só um tweet. Se calhar é só mais uma coisa engraçada que digo aos meus amigos e não dá para desenvolver. O processo é sempre o mesmo. Tenho ideia de uma coisa que acho graça e tento desenvolver. Algumas coisas são demasiado óbvias para onde devem ir. Há coisas que naturalmente sei que dão para textos e que há coisas que só dão para o solo. Tem haver com a maneira como giro a minha criatividade e para aquilo que estou a trabalhar, portanto é uma questão de ir percebendo para aquilo que servem os meus textos.

“O humor vem da observação. Mesmo que seja da morte do meu pai. Onde escrevi um solo.”

O humor requer muito trabalho, pensar em temas para os trabalhar e desenvolvê-los humoristicamente. Como é que se estimula a inspiração?

Tenho muito o hábito de experimentar coisas. Preciso do estímulo de coisas novas. No podcast estou sempre a dizer que sou labrador. Preciso muito de pessoas, de conversas, de sair. Muita da minha energia e da minha felicidade vem da interação com os outros e acho que ajuda muito. O humor vem da observação. Mesmo que seja da morte do meu pai. Onde escrevi um solo. Uma hora de stand-up sobre o que passei, o meu pai e o processo todo. Acabou por ser um humor de observação porque sou eu a observar as coisas que passei e vivi e os sentimentos que senti. Ser humorista é ser observador. Estar sempre a olhar para as coisas de um ângulo diferente, que as pessoas não veem. Alguns comediantes dizem que em períodos de felicidade da sua vida não são tão criativos porque precisam de passar por problemas. Não acredito muito nisso, mas entendo o que querem dizer. Quanto mais estímulos de coisas que acontecem, mais vontade se tem de escrever. 

De todos os projetos que tem neste momento, quais os que mais gostas e quais os que são mais desafiantes?

Se me obrigares a escolher um, vou escolher stand-up por vários motivos. Gosto muito do processo de escrita e de ir a palco dizer as piadas que escrevi. Gosto de as apresentar e ver as reações. Se tiver mesmo de bloquear um com uma arma à cabeça escolho, sem dúvida alguma o stand up. Mas a verdade é que tenho imenso prazer em fazer o podcast com a Rita. Como não tenho palavras para descrever a maravilha que é fazer o “Isto é Gozar com quem Trabalha”. Até é esquisito chamar aquilo de trabalho ou dizer que dá trabalho. Estamos sempre na galhofa e a gozar, a mandar bocas, e a gritar. E apesar disso tudo, aparece sempre um guião para o Ricardo entrar em direto. Sou muito feliz a fazer os três projetos, não tenho de fazer fretes nesta fase da minha carreira. Gosto mesmo muito dos três. 

Guilherme Fonseca junto de Ricardo Araújo Pereira e da equipa de guionistas do “Isto é gozar com quem trabalha”. O programa vai para o ar todos os domingos à noite, na SIC

O “Isto é Gozar com Quem Trabalha”, programa apresentado pelo Ricardo Araújo Pereira na SIC é um  fenómeno entre os portugueses, muito por culpa do apresentador, mas também pela equipa de guionistas. Qual é o processo criativo? E qual o seu papel?  

Passamos a semana toda à distância no Whatsapp. Estamos constantemente a pensar no que está a acontecer e onde podemos ir com isso. Vemos imagens e declarações que vão sendo dadas e procuramos sempre encontrar contradições. Isto sempre durante a semana. Às sextas-feiras juntamo-nos na SIC, onde temos uma reunião para fechar o esqueleto dos temas. E, normalmente, esse esqueleto do programa é colocar vídeos que achamos engraçados e onde temos coisas para dizer. Domingo é o dia mais hardcore. Escrevemos o programa, fechamos o alinhamento, o Ricardo faz o direto, connosco perto, e a seguir ao programa conversamos um bocadinho sobre o que funcionou e o que não funcionou. O que trago para o programa ainda estou a tentar descobrir. Não faço qualquer espécie de ideia. Acho que como estou a trabalhar com pessoas que gosto e admiro, sinto-me sempre que não me posso deixar para trás.

“O stand-up em Portugal nunca esteve tão bem. Lembro-me de ir a bares com o grupo Sindicato e ouvir as pessoas comentarem “Ah isto é anedotas, não é? O senhor está para aí fazer anedotas, não é?”

O stand-up comedy tem crescido em Portugal. Como vê a evolução destes espetáculos e a adesão por parte do público aos mesmos?

Disse isto recentemente em podcast, apercebi-me este ano que faço stand-up à metade da minha vida. Tenho 36 anos e faço-o há 18. À metade da minha vida que subo a palco e que digo estupidezes que fiz e que acho que têm graça. Nestes 18 anos nunca vi o stand-up em Portugal tão bom como está neste momento. Em todos os aspetos. A qualidade e a diversidade de sítios, de comediantes, seja em bares ou teatros, e de solos, em nome pessoal. Fiz as contas, e tenho sempre medo de me esquecer de alguém. Mas nestes últimos três meses, tens seis ou sete solos acontecer e todos com salas esgotadas ou com sessões duplas nas cidades porque esgotaram a primeira. Lembro-me de ir a bares com o grupo Sindicato e ouvir as pessoas comentarem “Ah isto é anedotas, não é? O senhor está para aí fazer anedotas, não é?”. E atenção que eram bares de Lisboa. Agora as pessoas sabem o que é, seguem comediantes e gostam. Este é de longe o melhor período para o stand up. E gostava que isto continuasse. Que as pessoas percebessem que não há nada como ver o ver ao vivo. A diferença é gigantesca. Nunca houve um mercado tão diverso e com tanta qualidade como há. 

Tem a decorrer um espetáculo ao vivo, de norte a sul do país. O quarto desde a sua estreia em palcos, em 2006. Tem-se visto uma maior procura e consequentemente mais opções. Como é que se tenta diferenciar?

Alguns comediantes têm problemas em marcarem solos ao mesmo tempo que outros. Às vezes há conversas de datas, para não coincidir. Nunca tive esse problema e está-se a provar agora que isso não é problema. As pessoas, cada vez mais, principalmente os comediantes com podcasts ou com conteúdos na internet, têm o seu público fixo. Esse público vai atrás dos espetáculos. Não roubo audiência a ninguém porque alguém que goste de mim e de outro comediante, compra bilhetes para ver ambos os espetáculos. Ou seja, não vejo problemas de rivalidade, nem nunca vi isso como um problema ou como um impedimento. Nunca afetaram as minhas decisões de gestão. Se fosse um comediante com esse problema, estava lixado. Porque a partir de agora vai haver muito mais solos, porque há muitos mais comediantes. Há muito mais mercado. 

“É cada vez mais limitado a liberdade que tens de linguagem e de temas nas redes sociais”

O alcance que as redes sociais oferecem ao vosso trabalho é notório. Acha que limitam mais o vosso trabalho artístico por aquilo que podem abordar ou ajudam no reconhecimento que é o stand-up?

Nunca fui muito inteligente ou estratega com as redes sociais, nem muito eficaz e muito menos hábil com a estética das minhas páginas. Sempre fui muito descontraído e se calhar em parte noto isso no meu crescimento. Poderia estar muito mais visível se tivesse gerido melhor as minhas plataformas. Foquei-me sempre mais na minha escrita e na minha comédia, que foi sempre o que me deu gozo. É muito complicado ou é mesmo inexistente comediantes que não têm presença e que esgotam solos. Isso não existe. Ou tens público de trás ou não tens. Queres chegar às pessoas, chegas através das redes sociais. Por outro lado é muito limitado aquilo que podes fazer nas redes sociais. Tens de ter cuidado com as palavras ou com os temas porque se dizes alguma coisa que não vai de acordo com as normas mandam-te as redes sociais abaixo. 

Sente que o público consome cada vez mais este tipo de arte pela popularidade, através dos media?

É cada vez mais limitado a liberdade que tens de linguagem e de temas nas redes sociais. Quando o comediante sobe a palco, ninguém se vai levantar e gritar com ele pelas piadas. Se alguém não gostar pode levantar-se e sair da sala, enquanto o comediante continua o espetáculo. Em podcasts notas a liberdade em se poder dizer o que se quiser e como se quiser. Nas redes sociais, especificamente Tiktok e Instagram é o contrário. Aconteceu comigo. Nas minhas páginas tenho estado a postar shorts do “Pessoa”, e tenho uma piada sobre o meu pai ter descoberto ser bissexual aos 40 anos. Como tinha a expressão “Levar no c*”, levei strike por infringir as normas e mandaram-me o vídeo abaixo. Liberdade pura e dura só existe mesmo nos podcasts e em palco. 

Sente-se limitado no seu trabalho?

Não tenho uma personalidade, uma postura, uma persona, nem um texto muito agressivo. Normalmente os comediantes que tem mais problemas são os comediantes que gostam de ser mais agressivos com o seu texto. Não é necessariamente pelos temas porque faço temas como morte e homossexualidade, ou seja, não é pelos temas, mas sim pela maneira e nunca tive problemas pela minha persona amigável. Quando estou em palco sou uma versão exagerada de mim próprio, como acho que todos os comediantes são. Já tive algumas chatices com piadas. Já houve pedidos para que fosse despedido da SIC por causa de uma piada. Não penso muito sobre o que postar e ser cancelado. Nunca tive esse tipo de travão ou de problema. Como acho que tudo o que vou dizer tem graça, independente de alguém ficar ofendido ou não, prefiro dizer. E mais tarde defender a piada caso ache necessário ou crie problemas.  

Na sua opinião, o humor deve ter limites?

A malfadada pergunta. Não sei bem como responder a essa pergunta, porque essa discussão tem tantas camadas e pode ser levada para tantos lados. A própria terminologia de limites quer dizer tantas coisas que não sei responder. Tem sempre uma cotação de expectativas e de tamanha moralidade, que quem ouve e responde, complica na resposta. Acho que o humor tem única e exclusivamente o objetivo de fazer rir. Há comediantes que vão usar o humor para fazer o seu ativismo, há comediantes que vão usar para “sacar mais gajas”, como há comediantes que o vão usar para ter mais seguidores. Para mim serve única e exclusivamente para fazer rir. No entanto, não tenho limites. O meu pai morreu e fiz um solo sobre isso. Sempre tive o defeito de personalidade de usar o humor para entender as coisas que se passavam na minha vida. A comédia sempre me ajudou a lidar com as coisas noutros ângulos. Para compreender e brincar com elas. Fosse a morte do meu pai ou algo mais mundano, como trocar as janelas de casa. Portanto, nunca tive limites em coisas que achei graça ou sobre mim ou sobre as pessoas à minha volta. 

 

    
2024-02-04
João Ferreira Oliveira
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