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TUaLER: “A Cabana”. Deus é uma mulher?

Magda Coelho 28 Mai 2020 Criticas, Críticas, Rubricas, Rubricas

Sinopse:

“As férias de Mackenzie Allen Phillips com a família na floresta do Estado de Oregon tornaram-se num pesadelo. Missy, a filha mais nova, foi raptada e, de acordo com as provas encontradas numa cabana abandonada, brutalmente assassinada.

Quatro anos mais tarde, Mack, mergulhado numa depressão da qual nunca recuperou, recebe um bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o a voltar à malograda cabana.

Ainda que confuso, Mack decide regressar à montanha e reviver todo aquele pesadelo. O que vai encontrar naquela cabana mudará o seu mundo para sempre.”

Crítica:

William Paul Young, escritor canadiano, foi criado por uma tribo nas montanhas do que era a Nova Guiné. Os membros da tribo tornaram-se a sua família. O facto de ser a única criança branca na comunidade, garantiu-lhe um acesso incomum à cultura e à comunidade local. Formou-se em Religião, no Estado de Oregon, nos Estados Unidos da América, e sustentou os seus estudos a trabalhar como DJ, salva-vidas e em outros empregos temporários. Além de escritor, foi fundador da Editora Windblown.

A obra mais conhecida é “A Cabana”, que vendeu mais de 15 milhões de cópias pelo Mundo. Paul escreveu este livro apenas para oferecer aos filhos no Natal, mas acabou por se tornar bastante popular entre os familiares e amigos e, em pouco tempo, tornou-se num fenómeno de vendas nos EUA.

Esta obra retrata a história de Mack, um homem que em criança sofreu maus tratos por parte do pai. Anos mais tarde, com cinco filhos, Mack vai passar um fim-de-semana com a família. A filha Missy, de seis anos, desaparece e é dada como morta, apesar de o corpo nunca ter sido encontrado, originando uma grande depressão no protagonista.

Como tal, este pergunta a si próprio, constantemente, se Deus existe. E, se existe, como permitiu que tal injustiça acontecesse a uma criança…

É a esta questão sobre a existência de Deus que o autor se propõe responder nesta obra. Certo dia, Mack recebe uma carta assinada pelo “Papá”, nome que utilizava para representar Deus antes do assassinato da filha, convidando-o a voltar à cabana, o local do desaparecimento da criança, onde foram encontrados vestígios de sangue. Nunca lá havia voltado. Mack questiona se seria o próprio assassino da filha que teria enviado aquela carta…

Num momento de depressão, revolta, ódio e questões sem respostas, Mack planeia a sua ida à cabana, às escondidas da família. Durante a viagem, recorda todo o sofrimento e revoltas pessoais.

Ao chegar à cabana, encontra Deus na forma de uma mulher negra, Jesus como homem e Espírito Santo como mulher. Mack tem, assim, a oportunidade de conversar com Deus e fazer-lhe todas as perguntas que são colocadas ao longo da obra, como “Porquê a minha filha?”, “Se Deus existe, porque é que isto acontece?”, “Quem é o assassino?” e outras questões que, no pensamento de Mack, são impossíveis de serem respondidas.

Portanto, a obra é, assim, uma conversa com Pai, Filho e Espírito Santo. Posso dizer que foi um livro que criou diversas controvérsias, pois a obra nega o que a Igreja retrata e a forma como está representado Deus. Foi um livro bastante questionado, com opiniões diferenciadas, o que fez com que aumentasse mais a minha curiosidade para ler esta obra.

Na obra, encontramos uma mulher negra que ouve música funk e que é Deus! Esta é outra questão que Mack coloca: “Então, Deus ouve música funk?”, perguntou Mack, que nunca ouviria a palavra funk em termos propriamente abonatórios.

– “Achei que estarias a ouvir George Beverly Shea ou o Coro do Tabernáculo Mormon… sabe como é, algo mais parecido com música sacra”, diz.

As respostas que Deus lhe dá para esclarecer o facto de ouvir música funk são simplesmente fantásticas, aliás, todas as questões feitas por Mack, e que qualquer pessoa colocaria, são respondidas com a maior clareza e simplicidade.

A obra é de fácil leitura, pode parecer confusa devido às questões que são abordadas, mas o autor conseguiu simplificar o texto de uma forma bastante agradável. Toda a narrativa faz com que queiramos acabar de ler rapidamente o livro, apenas para saber o que realmente vai acontecer.

É impossível não ficar sensibilizada com a perda de Missy e com o ódio e as mágoas representadas na obra. A escrita é bastante explícita e o leitor consegue claramente vivenciar os ódios de Mack, e até sentir revolta com tal acontecimento.

Incrível a maneira como o autor estruturou as questões sobre Deus e como as respondeu de uma maneira tão ágil. Acredito que qualquer um já se tenha perguntado: “Deus existe?” O autor afasta-se totalmente da ideia que é criada pela Igreja: Deus é um homem.

No livro, Mack chega-se a questionar: “Estarei a ficar maluco? Devo acreditar que Deus é uma mulher negra e gorda com um sentido de humor duvidoso?” Mostra, assim, que Deus não é nada mais que uma “forma” e que, neste caso, está representada por uma mulher negra, mas que podia ser um homem ou, quem sabe, até uma criança.

Mack acaba por se deslumbrar com Deus, Jesus e Espírito Santo, depois de (in)determinadas questões e até acaba por achar que o momento não passa de um sonho.

A história, em si, já é marcante e acaba por nos tocar devido à revolta que o pai sente pela perda da sua filha. Tocou-me ainda mais por, atualmente, Portugal estar de luto pela morte de Valentina, menina de 9 anos, morta pelo próprio pai. Impossível ler e não relacionar com este trágico acontecimento.

Esta obra vai muito além da religião que se professa. É sobre fé, sobre perdão, paz interior e refúgio… e, acima de tudo, é sobre o amor.

O final é surpreendente, imprevisível e emocionante. Cabe ao leitor, depois de ler a obra, decidir se acredita neste encontro com Deus ou não. Da minha parte, arrepiei-me. Aconselho vivamente.

    
literatura livro 2020-05-28
Jaime Lourenço
Tags literatura livro
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