Aviso ao leitor: esta entrevista é para ser lida ao som de uma balada de Toy. Porque, tal como Pôr do Sol — a série que virou fenómeno —, esta conversa com Manuel Pureza tem melodrama, humor, reflexões inesperadas e até violinistas notívagos. Entre bonecos de esponja, sátiras políticas e histórias pequeninas que dizem tudo sobre o mundo, o realizador revela como o riso se tornou a sua maior arma e o amor o seu novo punk.
O Centro Científico e Cultural de Macau, em Lisboa, será o palco do lançamento da obra Media, Arte e Tecnologia nas Nove Culturas de Língua Portuguesa. O evento tem início marcado para as 18h30 desta quarta-feira.
Jornalista e docente do Departamento de Ciências da Comunicação (DCC) foi tentar perceber a importância que a escrita e a leitura tem na vida de muitos prisioneiros.
Num dia de sol quente de dezembro, no Centro de Treinos do Jamor respira-se a essência pura do ténis. No silêncio destes campos, onde o rigor do alto rendimento se cruza com uma paz quase absoluta, o ambiente convida à reflexão. É neste cenário idílico, longe do ruído mas perto da excelência, que encontramos Nuno Borges, o atual número um nacional. Como é que a serenidade do Jamor molda a determinação de um atleta que, com os pés bem assentes na terra batida, continua a levar Portugal cada vez mais longe?
Há uma solidão inesperada quando um jornalista fica sem redação. Não se perdem apenas as mesas alinhadas, o barulho constante das teclas, o cheiro a café quente, mas também as vozes que se cruzam e que formam as ideias: o riso, a discussão que afina o ângulo, o conselho rápido e o contacto decisivo. Mas é possível fazer uma revista a partir de casa. Vamos falar da revista Visão.
José Luís Carneiro é uma figura central na política portuguesa contemporânea. Ao longo da sua já longa carreira, tem-se destacado pela proximidade às pessoas e pela capacidade de tomar decisões em contextos complexos. Nesta entrevista, o atual secretário-geral do PS partilha a sua visão sobre comunicação em tempos de crise, liderança, juventude e democracia, refletindo sobre responsabilidade e segurança necessárias para uma sociedade prosperar.
A carreira de Daniel Proença de Carvalho inicia-se nos corredores do Ministério Público e da Polícia Judiciária, mas a sua verdadeira vocação sempre foi a advocacia. Cresceu profissionalmente em tempos politicamente turbulentos, onde testemunhou de perto os limites e fragilidades do sistema de justiça. Essa experiência deu-lhe uma visão crua do poder da investigação, da pressão mediática e da importância de garantir que o Estado não se sobrepõe ao cidadão.