Manuel Pureza: “O humor serviu-me para desarmar murros”
Aviso ao leitor: esta entrevista é para ser lida ao som de uma balada de Toy. Porque, tal como Pôr do Sol — a série que virou fenómeno —, esta conversa com Manuel Pureza tem melodrama, humor, reflexões inesperadas e até violinistas notívagos. Entre bonecos de esponja, sátiras políticas e histórias pequeninas que dizem tudo sobre o mundo, o realizador revela como o riso se tornou a sua maior arma e o amor o seu novo punk.











