• Universidade Autónoma de Lisboa
  • Autónoma Academy
  • NIP-COM

UALMedia

Menu
  • Notícias
    • “Jornalismo Parlamentar: 50 anos de uma especialidade jornalística” é o novo livro NIP-C@M7 Julho, 2026
    • Jaime Lourenço participa no ENTR, projeto da RTP apoiado pela Comissão Europeia8 Junho, 2026
    • Autónoma recebe IV edição do seminário Pan-africanismo: Ontem e Hoje29 Maio, 2026
    • Bruno de Castro Ferreira dá aula aberta a alunos de Ciências da Comunicação20 Maio, 2026
  • Reportagens
    • Nimas: um espaço de resistência no coração de Lisboa23 Junho, 2026
    • Heartbeat Project: o DJ que voltou à sua terra para dar voz a quem raramente é ouvido1 Junho, 2026
    • Zungueiras: “O dinheiro não chega”15 Maio, 2026
    • “O nosso partido é o Estoril”8 Maio, 2026
  • Entrevistas
      • Luís Castro: “Cobrir conflitos é viver constantemente entre o medo e a obrigação de contar o que se passa”30 Junho, 2026
      • José Raposo: “O ator só desiste quando desaparece fisicamente. Quando morre”15 Junho, 2026
      • Fernando Orge: “Nunca me passou pela cabeça que o Alverca não chegasse lá”22 Maio, 2026
      • Taís Pina: “Não importa de onde vens. Consegues sempre fazer a diferença se tiveres um objetivo ou um sonho”1 Maio, 2026
  • Opinião
      • Opinião
        • O verniz que pintou o ódio de azul celesteGabriel Narciso
        • 20 de novembro de 2024: Dia Universal das CriançasAna Paula Pinto Lourenço
        • Mascarados de nada Cheila Lafayette
        • Carta ao Pai Natal Cheila Lafayette
      • Crónicas
        • Reflexão sobre Ljubomir e outros chefsManuel de Beja
        • “Coita de Amor” enquanto pilar televisivoManuel de Beja
        • A segunda vida da torradaGabriel Narciso
      • Críticas
        • O regresso nostálgico de Angry Odd KidsDiogo Mendes
        • Cooperativa Kallax: uma banda especialDiogo Mendes
        • Overthinking: o 8º pecado mortalTatiana Martins
  • Artigos
    • O Associativismo em Portugal: dos despejos à esperança por um futuro26 Março, 2024
    • Do desinteresse à participação: Educação no caminho para as urnas1 Março, 2024
    • Comunidade cigana: as inverdades que levam à discriminação e exclusão29 Junho, 2023
    • Neonatologia: Quem cuida dos cuidadores23 Março, 2023
  • Dossiers
    • IV Congresso Internacional do OBSERVAREUALMedia
    • Bastidores da Emissão de TVJoão Veloso
    • Conferência “Os Jovens, o Jornalismo e a Política”UALMedia
    • Projetos TVUALMedia
  • UALMedia Rádio
      • Podcasts
          • Vinil
          • Uma história para o Dia do Pai
          • PontoCom
          • Poesia
          • Passaporte Académico
          • Passagem de Turno
          • No Ar
          • Não temos paciência
          • Muda aos cinco, acaba aos dez
          • Laboratório
          • Histórias Com Sons
          • Conversa em dia
          • Conferências
          • Achas que é bonito ser feio?
          • Academycamente
      • Notícias
        • Voltamos a dar voz à solidariedade na campanha de maio do Banco Alimentar
        • As “100 Mais” de 2025
        • Rádio no Banco Alimentar
      • Podcasts Antigos
          • What´s Popin, What´s Flopin
          • Triângulo com quatro lados
          • Trepadeira
          • Trendy News
          • Top 10
          • Too Spicy
          • Thursday´s Vibez
          • Sundown
          • RitUAL
          • Reflexões da Ana
          • Ready. Gap. Go!
          • Rapresentação
          • Psicologia Para Todos
          • Ponto de Vista
          • Poddemos Descomplicar
          • Pessoas e Pessoas
          • Pensar nas expressões
          • Palavra Certa
          • O Condomínio das Intrigas
          • Malucos na Uni
          • Lusofonia
          • Lá na zona
          • Jazz and Blues
          • Incrível
          • Homo Economicus
          • Girls Like Sports 2
          • Frente & Verso
          • Falando Claramente
          • Êxitos de Sempre
          • eTalks
          • Escrito Por Linhas Tortas
          • Escolhe Tu
          • Entre Linhas
          • Educadores
          • Duas à Sexta
          • Dois à Deriva
          • Disco Por Inteiro
          • Dinosaur Cataclysm
          • Dance
          • Crónicas & Murais
          • Conversas de café
          • Confiança
          • Cão com pulgas
          • Calma
          • Café & Crime
          • Cá vai disco
          • Bola ao centro
          • As quatro da vida airada
          • Amargo & Doce
          • 2000 Watts
          • ´Tàs à vontade
      • Estatutos
      • Grelha de Programação
Últimas
  • “Jornalismo Parlamentar: 50 anos de uma especialidade jornalística” é o novo livro NIP-C@M   |   07 Jul 2026

  • Reflexão sobre Ljubomir e outros chefs   |   02 Jul 2026

  • Luís Castro: “Cobrir conflitos é viver constantemente entre o medo e a obrigação de contar o que se passa”   |   30 Jun 2026

  • Nimas: um espaço de resistência no coração de Lisboa   |   23 Jun 2026

  • José Raposo: “O ator só desiste quando desaparece fisicamente. Quando morre”   |   15 Jun 2026

  • Autónoma acolhe debate sobre cinema   |   11 Jun 2026

 
-Início»Entrevistas»Melanie Santos: “Ser uma das 50 melhores do mundo, onde somos biliões, é fantástico”
Fotografia retirada do Instagram oficial da atleta

Melanie Santos: “Ser uma das 50 melhores do mundo, onde somos biliões, é fantástico”

Joana Lança 10 Dez 2018 Entrevistas, Entrevistas

Triatleta do Sport Lisboa e Benfica, Melanie Santos é uma das personalidades mais jovens nesta modalidade, com diversas provas de peso no percurso. A preparar-se para os Jogos Olímpicos de Tóquio de 2020, a desportista compartilha a importância dos estudos, apesar de ser atleta de alta competição, o futuro do clube que representa e a comparação a Vanessa Fernandes.

Com apenas 23 anos e natural de Basileia, Suíça, a triatleta já esteve presente nos Jogos do Mediterrâneo 2018, onde ganhou o ouro. Arrecadou a medalha de prata, na Taça do Mundo, na Hungria, e posicionou-se em segundo lugar, na Taça da Europa de Triatlo de Quarteira. Estas foram algumas das provas que realizou na sua, ainda, curta carreira de atleta. A aposta do momento é a preparação intensiva para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. A sua preparação passa por treinar todos os dias da semana, entre quatro a seis horas diárias com quatro treinos diários. Ao conciliar o desporto com os estudos na licenciatura de Marketing e Publicidade, na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa, no futuro a triatleta pretende juntar as duas paixões.

O seu lema é “a única forma de concretizar um bom trabalho é amarmos o que fazemos”. Onde vai buscar forças e determinação para investir tanto naquilo que acredita, nomeadamente, como atleta de alta competição? E como surgiu a aventura pelo triatlo?
Adoro o triatlo e a alta competição. É o que me faz criar objetivos para continuar. Sempre fiz natação desde muito pequena. O triatlo surgiu um bocado por convite feito pelo pai de uma amiga minha para experimentar. Nadava bem, fazia os corta-matos escolares, tinha bons resultados. Porque não experimentar o triatlo? Resolvi experimentar. Estou cá até hoje, correu bem.

Está a tirar uma licenciatura em Marketing e Publicidade, na Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa. Apesar de ser atleta de alta competição, esse é o caminho a seguir?
Sem dúvida. Os estudos são como um plano B, caso na carreira de atleta haja uma lesão ou tenha que acabar de repente. Um dia, a carreira vai ter que acabar, vamos ter que trabalhar e ter um sustento para a vida. O marketing é uma área que gosto porque comunico bastante com as pessoas. Gosto de fazer desporto, mas não me via a ser treinadora e o marketing consegue relacionar o desporto e, ao mesmo tempo, ter uma vida social mais ativa.

E quando terminar a carreira no desporto, como é que estes dois universos se irão complementar?
Vou querer trabalhar numa marca desportiva e com atletas. Com o meu conhecimento de alta competição como atleta, vou conseguir ajudar marcas a criarem uma melhor ligação entre os atletas que apoiam e a tirar mais vantagens disso.

As lesões musculares são uma constante na vida dos atletas. Como é que ultrapassa estes momentos? Aproveita, por exemplo, para se dedicar mais aos estudos?
Depende das lesões. Há situações em que podemos continuar a treinar. No caso da minha, agora não posso treinar. Vou estar um mês sem poder treinar, ou seja, ser sedentária, pela primeira vez. Nessas alturas, aproveito para meter a faculdade em dia, acabar as disciplinas que tenho por fazer, estar com os amigos, ir jantar fora, ter uma vida social que, às vezes, com os treinos não conseguimos ter e fazer coisas além de triatlo. O apoio da família é fundamental.

O futuro no Benfica

Em 2016, assinou por quatro épocas pelo Sport Lisboa e Benfica, deixando um passado no Alhandra Club. Como é que foi todo o processo para atingir o lugar onde hoje se encontra?
Iniciei triatlo no Alhandra, um clube mais pequeno, mas que a nível nacional é bastante bom e muito forte. O Benfica foi como se tivesse subido três degraus a nível nacional, porque é um grande clube, tem uma visibilidade enorme, grandes apoios tanto a nível desportivo como médico. Foi o salto para deixar de ser triatleta amadora e passar a profissional.

Faltam dois anos para o seu contrato com o Benfica terminar. É para continuar? Tem vontade de continuar no clube da Luz?
Sim, sem dúvida. O Benfica foi o clube que me acolheu a seguir ao Alhandra. Não tenho intenções de mudar. Estou bastante bem no clube. A seguir a 2020, não há aquela coisa que tens que ficar connosco, mas gostava bastante de continuar no Benfica.

Qual das três modalidades prefere? Qual é a mais exigente?
Corrida e natação faço desde pequena, mas neste momento gosto das três de igual modo. Apesar de que quando comecei, era capaz de dizer que a bicicleta era o que mais me incomodava. Sabia andar de bicicleta, mas não em termos competitivos. Elas têm uma preparação muito parecida. A única diferença é que a bicicleta acaba por ter uma preparação mais longa que as restantes modalidades.

Qual a diferença do triatlo para as outras modalidades?
O triatlo junta os três maiores desportos a nível nacional: natação, ciclismo e corrida, que são bastantes conhecidos em Portugal e há muitos praticantes. O triatlo acaba por ser um desporto bastante dinâmico. Não treinamos sempre a mesma coisa. Por exemplo, uma pessoa que está a começar a modalidade, se estiver cansada de correr, pode ir nadar, andar de bicicleta que o resultado é o mesmo. Por isso, é um desporto bastante dinâmico, muito interativo com a natureza, é excelente.

Recentemente, foi anunciado o patrocínio de uma cadeia de supermercados que a acompanhará no seu percurso desportivo até aos jogos de Tóquio. Que peso tem este apoio e o que representa para o desenvolvimento do triatlo português?
É muito, muito importante, fundamental. Muitas das marcas só se lembram dos atletas olímpicos, quando falta um ou dois anos para os Jogos Olímpicos, que é quando querem apostar em tudo. A seguir aos jogos, como acabaram, não querem apostar em nada. E o Lidl acaba por ser um grande revolucionário, posso assim dizer, porque quer apostar no desporto não só quando é a altura em que a comunicação social dá importância aos atletas nacionais, mas antes disso. Este patrocínio vai fazer com que as outras marcas ou empresas vejam que realmente vale a pena apostar no desporto, não só pelas medalhas que Portugal pode trazer, mas também pela imagem que podemos transmitir às pessoas do que é praticar desporto de alta competição, os valores do desporto. Acho que isso era fundamental para a geração mais nova.

Expectativas elevadas para Tóquio 2020

Falando desse mesmo desenvolvimento do triatlo nacional, que medidas a Federação pode adotar para conseguir uma maior adesão do público e maior mediatismo da modalidade?
O triatlo tem evoluído bastante. Antigamente, o triatlo era com um percurso mais longo e agora estão a torná-lo com um percurso mais curto para as pessoas verem mais vezes os atletas, o que acaba por trazer mediatismos à modalidade. Quanto mais publicidade for feita melhor, ou seja, haver uma maior divulgação da modalidade. Trazerem até bloggers, pessoas com visibilidade. Chamarem-nas a tentar praticar o triatlo. E como, em Portugal, conta muita o ser conhecida, creio que trazia bastante mediatismo à modalidade. E depois incentivar as gerações mais novas. Quem sabe, tentar implementar o triatlo no desporto escolar.

Que importância terá os Jogos Olímpicos de 2020 no seu desenvolvimento pessoal? Que objetivos tem traçados?
Antigamente, podia dizer que ir aos jogos não passava pelos meus planos. Neste momento, ir é como atingir uma meta que nunca pensei que fosse possível. Antes, pensava que era impossível e, agora, vejo que está a dois passos de acontecer. Nem sei bem como vou reagir no momento porque vai ser um dia muito importante. Mesmo que a prova corra mal – espero que não – mas mesmo que as coisas não corram como planeei, o facto de ter conseguido essa meta de estar nos 50 melhores triatletas do mundo que vão discutir uma medalha nesse dia é uma honra. E posso dizer que ser uma das 50 melhores do mundo, onde somos biliões, é fantástico.

Como é a sua rotina? Como se prepara para estes desafios maiores?
Treino todos os dias da semana, entre quatro a seis horas diárias, e tenho quatro treinos diários. São anos de preparação, mas a verdade é que é uma prova de triatlo normal. Acaba por ser a prova mais importante da carreira de um atleta.

É considerada por muitos a nova Vanessa Fernandes. Considera um elogio ou um peso no seu desempenho?
É uma responsabilidade, mas não sinto peso. A Vanessa é uma excelente atleta. Muito, muito boa, mas crescemos em gerações diferentes no triatlo. Na altura dela, o triatlo era muito diferente do que é agora. E a Vanessa, em poucos anos, tornou-se a melhor triatleta do mundo. Até agora é a que tem mais vitórias seguidas. O triatlo evoluiu bastante e estou a fazer o meu percurso e espero não ser vista como a substituta da Vanessa, mas como a Melanie Santos.

Jogos do Mediterrâneo 2018 ganhou o ouro, taça do mundo medalha de prata, taça da Europa de triatlo, na Quarteira, onde ficou em segundo lugar… Tem uma postura humilde, mas também realista. Que metas maiores ainda espera alcançar?
Pela idade, ainda sou muito nova para o triatlo. As melhores do mundo, ou seja, as campeãs do mundo atuais têm todas 29, 30 anos. Tendo 23, ainda tenho esperança que se me aguentar até aos 30 consiga ainda andar mais. É um desporto que tem durance. Acredito que ainda tenho muito para evoluir. Vou crescer bastante como atleta e como pessoa, mas isto é uma pergunta complicada em termos de resultados, porque depois uma pessoa fica marcada. Mas claro que ser medalhada no campeonato do mundo de elites passa pela cabeça de qualquer atleta e, quem sabe, fazer um lugar de honra nos Jogos Olímpicos.

3   
2018-12-10
Joana Lanca
Artigo anterior :

Desafios da comunicação estratégica em debate na Autónoma

Artigo seguinte :

Autónoma assinala os 70 Anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos

Artigos relacionados

João Gonzalez: “Cada vez consideram mais o nosso país como uma referência para a animação”

João Gonzalez: “Cada vez consideram mais o nosso país como uma referência para a animação”

Francisca Weber Correia 16 Fev 2024
Adelino Gomes: “O jornalismo sério é aquele que contraria o que tomávamos como a verdade”

Adelino Gomes: “O jornalismo sério é aquele que contraria o que tomávamos como a verdade”

Vaishaly Camões 05 Dez 2018
Nelson Cunha: “Formem-se, experimentem, testem-se, sejam muito observadores”

Nelson Cunha: “Formem-se, experimentem, testem-se, sejam muito observadores”

Sofia de Oliveira Gonçalves 14 Jan 2025

Veja também

“Jornalismo Parlamentar: 50 anos de uma especialidade jornalística” é o novo livro NIP-C@M

“Jornalismo Parlamentar: 50 anos de uma especialidade jornalística” é o novo livro NIP-C@M

Esta obra surge no período das comemorações dos 50 Anos do 25 de Abril e pretende compreender como se desenvolveu durante os últimos 50 anos,

Rádio em direto

  • Popular
  • Últimos
  • Tags
  • “Jornalismo Parlamentar: 50 anos de uma especialidade jornalística” é o novo livro NIP-C@M

    “Jornalismo Parlamentar: 50 anos de uma especialidade jornalística” é o novo livro NIP-C@M

    07 Jul 2026
  • As comemorações da Revolução

    As comemorações da Revolução

    UALMedia 25 Abr 2014
  • Vinis de abril

    Vinis de abril

    João Santareno 25 Abr 2014
  • Onde estava no 25 de abril?

    Onde estava no 25 de abril?

    João Honrado 25 Abr 2014
  • 40 anos, 20 Fotos

    40 anos, 20 Fotos

    João Serralha 25 Abr 2014
  • 25 Abril

    25 Abril

    25 Abr 2014
  • “Jornalismo Parlamentar: 50 anos de uma especialidade jornalística” é o novo livro NIP-C@M

    “Jornalismo Parlamentar: 50 anos de uma especialidade jornalística” é o novo livro NIP-C@M

    07 Jul 2026
  • Reflexão sobre Ljubomir e outros chefs

    Reflexão sobre Ljubomir e outros chefs

    Manuel de Beja 02 Jul 2026
  • Luís Castro: “Cobrir conflitos é viver constantemente entre o medo e a obrigação de contar o que se passa”

    Luís Castro: “Cobrir conflitos é viver constantemente entre o medo e a obrigação de contar o que se passa”

    João Magalhães 30 Jun 2026
  • Nimas: um espaço de resistência no coração de Lisboa

    Nimas: um espaço de resistência no coração de Lisboa

    Mariana Silva 23 Jun 2026
  • José Raposo: “O ator só desiste quando desaparece fisicamente. Quando morre”

    José Raposo: “O ator só desiste quando desaparece fisicamente. Quando morre”

    Constança Borges 15 Jun 2026
  • Autónoma acolhe debate sobre cinema

    Autónoma acolhe debate sobre cinema

    Diego Tamaian 11 Jun 2026
  • Rádio Autónoma podcast ualmedia no ar animação vinil joão de sousa Universidade atelier Entrevista aula mariana rebocho poesia pontocom joao santareno de sousa academy futebol prática academycamente disco Leonor Noronha Lídia Belourico António Bernardino cristina patrício
  • Ficha Técnica
  • Política de Privacidade
  • Manual de redacção

Últimas notícias

“Jornalismo Parlamentar: 50 anos de uma especialidade jornalística” é o novo livro NIP-C@M
Reflexão sobre Ljubomir e outros chefs
Luís Castro: “Cobrir conflitos é viver constantemente entre o medo e a obrigação de contar o que se passa”
Nimas: um espaço de resistência no coração de Lisboa
José Raposo: “O ator só desiste quando desaparece fisicamente. Quando morre”
Autónoma acolhe debate sobre cinema
Jaime Lourenço participa no ENTR, projeto da RTP apoiado pela Comissão Europeia
Heartbeat Project: o DJ que voltou à sua terra para dar voz a quem raramente é ouvido
Autónoma recebe IV edição do seminário Pan-africanismo: Ontem e Hoje
“Coita de Amor” enquanto pilar televisivo
Fernando Orge: “Nunca me passou pela cabeça que o Alverca não chegasse lá”
Isabel Nery no Festival Literário de Alcanena
Bruno de Castro Ferreira dá aula aberta a alunos de Ciências da Comunicação
Zungueiras: “O dinheiro não chega”
“O nosso partido é o Estoril”
Taís Pina: “Não importa de onde vens. Consegues sempre fazer a diferença se tiveres um objetivo ou um sonho”
Marta Gabriel: “O escrutínio sobre a mulher é maior e não é preciso fazer muito. Basta estarmos fardadas”
Maria João Faustino: “Há uma nova caixa de pandora”
Jordan van der Gaag: “Estou numa das melhores fases da carreira”
Ucranianos em Portugal: a união como refúgio
Alexandre Poço: “Ser primeiro-ministro seria um sonho”
Cifrão: “A dança deu-me tudo o que tenho”
O silêncio das lojas que fecham: a última geração do comércio tradicional em Ponte de Lima
Estudantes de Ciências da Comunicação visitam agência F5C – First Five Consulting

Últimos Podcasts

  • Muda aos cinco, acaba aos dez: Frederico Bártolo — “Tirar Ronaldo foi uma decisão corajosa por estatuto, mas foi a decisão certa e até pecou por tardia”
  • PontoCom: Mizzy Miles – “O som que fez explodir a minha vida foi o Europa”
  • Passagem de turno: Pedro Queiroz
  • Conversa em dia: Quando a universidade é um momento de pressão
  • Muda aos cinco, acaba aos dez: António Conceição – “Muito cuidado com o trabalho que as seleções africanas estão a fazer”
© Copyright 2024, Todos os direitos reservados | Website desenvolvido por: Trace - Soluções Internet
Escola Superior de Enfermagem