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Francisco Paulino: “A saúde mental continua a ser um tabu na nossa sociedade”

Sara Teixeira 10 Abr 2021 Entrevistas, Entrevistas

A SOS Voz Amiga é uma linha de apoio psicológico e emocional fundada, em 1978, pelo médico psiquiatra Fragoso Mendes. Com o objetivo de ajudar e ser o ombro amigo de quem se sente fragilizado, a linha já atendeu mais de 260 mil chamadas, ao longo de 42 anos de existência. Francisco Paulino, atual presidente, está na associação há 23. Com mais de duas décadas de experiência, guarda histórias, chamadas e vozes que lhe mudaram a vida e a forma de pensar. 

Em entrevista ao UALMedia, fala do projeto que representa e não esconde que ainda há muito a fazer pelas saúde mental dos portugueses.

Numa entrevista à Rádio Comercial, revelou que aquilo que o levou a entrar na SOS Voz Amiga foi o choque que lhe causou a tentativa de suicídio de uma pessoa que lhe era próxima e de quem não esperava que pudesse tentar pôr termo à vida. Após tantos anos a lidar com o desespero de algumas das pessoas que ligam, continua a ver o suicídio da mesma forma?

É sempre uma surpresa quando conhecemos alguém que tem tudo para ser feliz e que, mesmo assim, se tenta suicidar. Aliás, temos o exemplo recente do ator Pedro Lima cuja morte nos deixou chocados. No meu caso, foi alguém que me era próximo, que tinha tudo, aparentemente, encaminhado na vida e que mesmo assim lhe deu na cabeça a ideia de pôr fim à vida. Felizmente, não o conseguiu. O que valeu foi o marido se ter esquecido dos documentos em casa e ter que voltar para trás. Aquilo que podia parecer um embaraço para ele foi o que a salvou. Toda a situação em volta deste episódio menos bonito, chocou-me. Tocou-me. Conhecer a pessoa fez-me muita confusão. Ela vivia num bom casamento, num ambiente familiar feliz e tinha um bom emprego e, de repente, acontece isso. Passados poucos dias da minha amiga se ter tentado suicidar, descubro a existência da Linha. Falei com as pessoas que na altura dela faziam parte e demonstrei interesse em saber o que se passava por dentro. Em 1997, fui à procura de respostas e posso dizer que elas não existiam para a maior parte das interrogações que tinha. O sofrimento é único, entre cada um, portanto, as respostas de um podem não servir para outro.

Em relação à noção do que o suicídio representa para mim, posso dizer que nunca me senti frio em relação ao assunto. Quando atendia uma chamada, o que ficava a pensar era no que ia sair dali. Ao longo destes 23 anos, o que observei foi que o suicídio corresponde, em média, entre 5% a 6%. Não ganhei frieza, mas experiência em lidar com as situações. Dizíamos em brincadeira nas formações que se não tivéssemos sentimentos, o que se fazia era colocar uma gravação de voz a atender aos telefonemas. Do género, “se o seu problema é solidão carregue na tecla 1, se o seu problema é em volta da depressão, na tecla 2” e por aí adiante. Se em algum momento, um voluntário disser que aquilo que ouve não lhe diz nada, é porque está na altura de mudar de tarefa.

Trabalha com a saúde mental há 23 anos, sendo que se tornou presidente da Linha SOS Voz Amiga há seis e deixou de atender os telefonemas há quatro. Não sente saudades da sensação de estar a ajudar alguém do modo mais direto e pessoal como o telefonema?

Estive dois anos no cargo da direção e a trabalhar como voluntário porque, em 2014, não tínhamos tantos voluntários como temos hoje. Por isso, para dar uma ajuda mantive-me no atendimento. Há medida que conseguimos arranjar mais voluntários, libertei-me um pouco dessa função. Posso dizer que o voluntariado é gratificante. Num determinado momento, podemos dizer que conseguimos salvar uma vida, mas não é fácil. É uma tarefa pesada e, naquela altura, passei por uma situação familiar conturbada, não estava emocionalmente capaz de continuar a atender as chamadas. Quando temos algum problema a afetar-nos, deixamos de ter espaço para os outros. Atender exige que a nossa atenção esteja voltada para aquele que liga. Felizmente, a situação que me abalou está resolvida, mas não ganhei coragem para voltar a atender. Tenho outro tipo de funções por ser o presidente e também já dispomos de um número razoável de voluntários. Neste momento, a associação conta com 37 pessoas nos atendimentos e 17 a frequentar a formação.

Em retrospetiva, considera que conseguiu manter distanciamento e não se deixar afetar pela tristeza das pessoas? Ou sentiu-se abalado por certas histórias ao ponto de interferirem na sua própria vida?

Claro. Às vezes, punha-me a pensar como podia acontecer tanta desgraça a uma só pessoa. Que o mundo era cruel, já sabia, mas vim a aperceber-me que, para alguns, é ainda mais evidente. O objetivo daquele que atende é o de ajudar, mas também é essencial que consiga proteger a sua persona. A verdade é que o voluntário não é um robô. Mesmo com vontade, com a saúde mental estável e com a preparação que é dada, existirão naturalmente histórias que o tocam. Eu não fui exceção. Há dramas tão profundos que parece impossível não se sair comovido. O facto de as pessoas serem distintas faz com que as chamadas também sejam diferentes. O voluntário tem de se confrontar com essa imprevisibilidade. Mais uma vez, acho que o não se precisar de falar muito durante a chamada também ajuda porque, em alguns casos, iria ser percetível para o outro lado, que iria perceber que o voluntário ficou emocionado e constrangido com aquilo que ouviu.

A equipa que constitui a Linha SOS Voz Amiga é composta por voluntários que têm uma formação prévia que os prepara para lidar com situações emocionalmente desgastantes. Visto que não são pedidos requisitos como a profissionalização na área da psicologia ou da psiquiatria, em que medida é que uma pessoa não especialista está apta a ajudar e a fazer a diferença em quem recorre à linha?

A diferença está precisamente aí. Temos pessoas que nos ligam que já são acompanhadas por psicólogos e/ou psiquiatras, mas que recorrem à linha porque o voluntário é um ser humano que está ao mesmo nível que elas. Os nossos voluntários exercem das mais diversas profissões. Só dois ou três é que vêm da saúde mental, a maior parte não são dessa área. Antes de integrar este projeto, dedicava-me a uma profissão com a qual não tinha qualquer relação. Era técnico fiscal de obras portuárias. Qualquer ser humano tem a capacidade de ajudar os outros. Só precisa de uma oportunidade e da vontade para o fazer.

Quando alguém fala para a Linha SOS Voz Amiga, não vai ser confrontado com um diagnóstico e não lhe serão feitos juízos. Na verdade, o voluntário praticamente não intervém. Está ali, simplesmente, a ouvir, a respeitar e a não desvalorizar o sofrimento. Não estou a tentar reduzir o papel e a importância da psiquiatria e da psicologia clínica. Essas áreas são importantes à sua maneira. Por sinal, quem dá a formação aos voluntários são psicólogos. O que estou a tentar explicar é que a nossa linha tem um lado mais intimista. Uma das mais-valias do nosso telefone é o anonimato. Ninguém se identifica, nem o indivíduo que liga, nem o voluntário que atende. Existem pessoas que nos perguntam o nome e nós, como não podemos revelar a identidade, dizemos para nos chamarem aquilo que quiserem. Eu já fui António, Manuel, João e, às vezes, até Francisco. A chamada é confidencial. Normalmente, existem dificuldades em falar sobre saúde mental e isso leva as pessoas a sofrerem em silêncio. Quanto mais próximo se é, mais difícil se torna a tão necessária conversa. O voluntário e aquele que liga não se conhecem, não sabem o nome um do outro e não se vão encontrar, portanto, é normal que haja um à-vontade maior para desabafar. 

Continuar a ajudar em tempo de pandemia

Atendem telefonemas dos diferentes grupos etários. Quem continua a ligar menos são os jovens com idade inferior a 18 anos, que, segundo dados disponibilizados pela Linha SOS Voz Amiga, correspondem a apenas 4% das chamadas recebidas. Tendo em conta que o suicídio é a segunda causa de morte mais comum entre os jovens, receia que a saúde mental possa não estar a ser devidamente debatida em contexto escolar e familiar?

A saúde mental continua a ser tabu na nossa sociedade. É o parente pobre no plano de saúde. É um facto que os jovens entre os 15 e os 30 anos são aqueles que mais têm intenção de se suicidar. Os que mais ligam para nós para falar de suicídio são jovens entre os 18 e os 35 anos do sexo feminino. Há medida que a idade avança, o número de chamadas vai descendo.  Acredito que muitos jovens não recorram a nós porque não nos conhecem, mas felizmente assinámos um protocolo com a Escola Superior de Comunicação Social (ESCS) há um ano e meio. Desde aí, temos mais chamadas de jovens em comparação com as que tínhamos antes. A ESCS delineou um projeto sobre saúde mental com foco nos jovens entre os 18 e os 30 anos. Agora, é ela a responsável pelas nossas redes sociais no Facebook e no Instagram, e são realizadas várias publicações diárias. Abaixo dos 18 anos é muito raro ligarem para nós, talvez porque existem outras linhas de apoio a adolescentes.

De acordo com os dados cedidos pela instituição, embora haja mais homens a ligar do que acontecia em 2020 e nos anteriores, o número de chamadas efetuadas por homens continua a ser inferior ao das mulheres. Poderá existir ainda algum tipo de pressão social sobre eles?

Já não é tão evidente. Estou cá há 23 anos e tenho acompanhado essa evolução. Quando entrei, 70% das chamadas eram feitas por mulheres e 30% homens. Hoje, está ela por ela: 55% mulheres e 45% homens. Os homens têm vindo a mudar de mentalidade, sobretudo, nos últimos dez anos, mas aquele estigma enraizado de que o homem tem de ser macho, que não pode chorar e que não admite que sofre ainda persiste.

Num ano dominado pela incerteza, a saúde mental de grande parte das pessoas ficou abalada, o que resultou num crescimento exponencial de ligações e na impossibilidade de responderem a todas. Sendo que em maio de 2020 apenas conseguiam dar conta de ¼ das chamadas, como está a lidar, neste momento, com os telefonemas e com as restrições impostas pela Direção Geral de Saúde?

Devido ao confinamento e ao estado de emergência, já não estamos nas nossas instalações. Tivemos de nos adaptar às circunstâncias e, graças ao apoio da Altice Portugal, isso foi possível.  Logo no primeiro dia em que se tornou impossível estar na sede, a empresa cedeu-nos equipamento técnico necessário para prosseguir com o atendimento. As chamadas realizadas para a linha são encaminhadas para os telefones das casas dos nossos voluntários. Neste momento, conseguimos atender mais telefonemas do que na primeira fase da pandemia. Deste ponto de vista, posso dizer que a pandemia melhorou o nosso serviço.

Temos recebido em média mais de mil chamadas por mês, mas mesmo assim não conseguimos atender todas. Muitas pessoas estão a ligar para nós. As pessoas estão assustadas e torna-se difícil para alguns manter a calma com a evolução da Covid-19 no país e nas suas vidas. A saúde mental, que já não era muito boa, piorou. Os portugueses são bons consumidores de antidepressivos e hoje há cada vez mais pessoas nessa lista. Por isso, para mim, continua a fazer sentido estar aqui. Acredito que a situação do país e do mundo vai melhorar e que se nos unirmos veremos resultados mais depressa. De qualquer maneira, deixo aqui a ressalva de que a linha SOS Voz Amiga continuará de pé e podem dispor da nossa ajuda sempre que precisarem.

    
SOS Voz Amiga 2021-04-10
Ana Cabeças
Tags SOS Voz Amiga
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