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-Início»Entrevistas»Victor Bandarra: “O jornalista tem que ter o sentido da liberdade”

Victor Bandarra: “O jornalista tem que ter o sentido da liberdade”

Ivânia Silva 01 Ago 2018 Entrevistas

Jornalista, repórter, com quase 40 anos de carreira, Victor Bandarra apresenta de uma forma simples e acolhedora, sem vedetismos, os estúdios da TVI, a sua segunda casa. Sem medos e hesitações, conta o que pensa sobre o jornalismo em Portugal.

Começou a sua carreira em 1978, no jornal Diário Popular e na agência ANOP. Quando decidiu ser jornalista?

Desde pequenino que gostava muito de escrever, dizia que queria ser escritor. A minha mãe dizia: “Oh meu filho, isso não é vida.” Ainda hoje não é grande vida, não é.

Depois, entretanto, inscrevi-me na primeira escola dos meios de comunicação social em Portugal, que era a Escola Superior dos Meios de Comunicação Social, mas não “acabei” [o curso]. Estive lá só para não ir à tropa, ia pedindo adiamento, mas como comecei a trabalhar não acabei. Depois, também me inscrevi em Direito, mas também não acabei, portanto, não tenho nenhum curso superior porque comecei logo a trabalhar e foi uma sorte. Hoje é ao contrário, as pessoas tem que acabar os cursos. [risos] Eu acho bem que os jornalistas tenham formação superior. Há uma base de ostentação e cultura ao tirar um curso de comunicação social, mas o jornalismo sem prática não existe.

Trabalhou em imprensa, rádio, tv etc. Qual o meio de comunicação que mais aprecia?

Gosto muito de televisão. Também fiz algumas coisas na rádio, como crónicas, mas a rádio é um meio completamente à parte, ao contrário do que possam pensar. A rádio é um meio mais intimista.

No fundo, a televisão e os jornais são parecidos, quem trabalhou em imprensa adapta-se mais facilmente à televisão do que à rádio. Eu adaptei-me à televisão, porque, no fundo, escrevemos por imagens e textos.

Acho que, em geral, prefiro a imprensa, embora goste muito de televisão. Porque tu na imprensa escrita, basicamente dependes de ti, ou seja da tua escrita. Tu estás praticamente dependente de ti, daquilo que escreves. Em televisão há um triângulo muito importante que é o cameraman, repórter e o editor de imagem. Tu até podes ser um grande jornalista, mas se o repórter de imagem fizer uma porcaria já está mal. E depois há a edição de imagem e montagem. É destas três coisas que estou muito dependente.

O produto final da minha reportagem (que não é só minha) depende de mim, do repórter de imagem e do montador. Basta um destes falhar, uma destas pontas do triângulo falhar, para ser uma “borrada” completa.

Durante o seu percurso qual foi a maior dificuldade que sentiu em afirmar-se como profissional da informação?

Os tempos são outros. Já tenho quase 40 anos de jornalismo, tenho quase 40 anos de carteira profissional. E, no início, havia uma coisa que era assim: havia uma progressão na carreira que era importante que às vezes não fazia muito sentido, as pessoas não são iguais. Há jovens jornalistas estagiários que, ao fim de um ano, estavam melhores que uns com dez.

Mas havia um respeito, por outro lado havia uma “pica maior”, vamos chamar assim, para as notícias e os jornalistas eram mais unidos, as pessoas colaboravam mais umas com as outras, embora o chefe fosse o chefe. Mas havia uma outra vertente um pouco romântica até do jornalismo.

Hoje, os jornalistas ganham muito mal, a maioria dos jornalistas.

Dois terços dos jornalistas portugueses ganham entre 700 e 800 euros, alguns com vários anos já de carreira, portanto, isto é muito mau. É mau, porque obriga a ficares dependente do chefe, do que te mandam fazer. Portanto, acho que, curiosamente, os jornalistas em geral eram muito mais livres e acutilantes há uns 20 ou 30 anos do que são hoje, em geral.

O jornalista tem que ter o sentido da liberdade, mas para ter o sentido da liberdade tem que ter o princípio da não necessidade. Se tu precisas daquele emprego e não tens dinheiro, calas-te. Eu percebo, não é fácil. Felizmente, também nunca me calei, mas percebo que a grande maioria dos jornalistas hoje são apenas paus mandados.

Foi difícil fazer a transição de jornalista do papel (Diário Popular) para a televisão (TVI)?

A dificuldade era: tu eras bom ou não eras bom. Eu acho que era bom, comecei por ser bom, tive meia dúzia de bons mestres que me davam na cabeça. O grande problema hoje é, isto é uma crítica em geral, não é para toda a gente mas é para uma grande maioria, tu hoje nas redações podes fazer a maior tontice do mundo que ninguém te dá na cabeça, que ninguém te ensina, podem até dizer “ah, isto está uma porcaria”, mas também não te ensinam ou podes fazer a melhor coisa do mundo e também ninguém te dá os parabéns, portanto, isto é mau, não é?

Antigamente, quando fazíamos bem, diziam logo “ah, grande cacha” Davam-nos os parabéns. Quando fazíamos mal, caía o Carmo e a Trindade.

Há sempre uma dificuldade, uma competição, mas a competitividade antigamente era mais saudável. Tínhamos aquela coisa: “aquele gajo fez bem, então eu quero fazer melhor”. E hoje não, mas também não é só no jornalismo. [risos]

Para mim, não foi muito difícil fazer essa transição, porque já tinha feito algumas coisas para a RTP, mas mesmo assim tive medo. Eu sabia que era bom. Na altura, estava na pujança da idade, portanto 30 e tal anos. Disse: “Vou-me meter num meio que não conheço e posso não me dar bem.” Mas dei-me bem, felizmente acho que me dei bem.

Os princípios do jornalismo, quer seja em rádio, imprensa ou televisão, têm que ser iguais. O meio, as técnicas redatoriais nos vários órgãos é que são um bocadinho diferentes, mas a base é a mesma, tem que ser a mesma.

As reportagens

 Já teve a oportunidade de viajar por vários locais, para fazer reportagens como Macau onde foi correspondente em Portugal da Teledifusão, Brasil, Angola. De todos esses locais, qual o marcou mais?

Eu vivi no Brasil, e o Brasil é um mundo. E gosto muito de África, gosto muito de Angola e Moçambique. Gosto sobretudo de Angola, tenho muitos amigos lá e Angola é um país especial para mim. [tom afetuoso] O Brasil também é, mas de outra maneira.

O jornalista é um intermediário. Às vezes, é mais fácil ser um intermediário entre o Alentejo e o resto do País, do que ser entre em Angola ou outro local. E isso é que é um repórter, é tentar perceber onde está, observar.

De todas as reportagens que realizou, qual considera a mais importante na sua carreira pelo impacto que teve junto do público?

O problema é que algumas tiveram muito impacto e não foram as mais importantes. [risos]

Fiz uma peça sobre um julgamento de um suposto casal violador na Guarda há muitos anos. Eu estive lá quase dois meses a investigar, para escrever no Público.

Depois saiu a notícia, ganhei até com isso um Prémio Gazeta. Parece uma coisa simples, mas deu-me um certo gozo, porque fui descobrindo coisas engraçadíssimas.

Por outro lado, também no Público, fiz uma coisa que depois se falou mais tarde: a primeira grande reportagem sobre a pedofilia, pornografia infantil. Eu andei a investigar, em França e na Holanda, filmes pedófilos com miúdos da Casa Pia que se faziam aqui. Custou-me muito porque é um mundo muito duro. Eu até me fiz passar por pedófilo, para ter acesso à compra de cassetes em Paris, e aí foi duro. Na altura, ainda não se falava muito da pedofilia, isto foi em 1990/91, no início do Público, depois até se abafou.

A televisão nesse sentido é diferente, porque tem um maior impacto, mas esvai-se muito facilmente.

Embora as reportagens continuem a ser importantes para fazer passar informação de forma mais completa, os novos media como a internet ganharam grande impacto nos últimos anos e as pessoas gostam de ver e ler notícias ao minuto. Pensa que isso afeta de certa forma as grandes reportagens? Há menos possibilidades de explorar este género?

A internet é um perigo, porque, neste momento, qualquer pessoa é um repórter ou acha que é um repórter: filma isto, grava aquilo, mete e escreve grandes textos no Facebook ou nos sites. É um fenómeno que está a acontecer, por isso, é que há jornalistas que têm que fazer o filtro e ir confirmar as fontes. 99% do que sai nos sites não são noticias confirmadas. E há jovens que acreditam naquilo, até crianças, o que ainda é pior.

Há um velho ditado português que diz “uma mentira para ser uma boa mentira tem que ter uma pontinha de verdade”, o que é perigosíssimo. E, depois, basta ter uma pontinha de verdade que as pessoas acreditam naquilo.

Algo que ainda não foi regulamentado são os sites supostamente noticiosos, tem que haver uma regulamentação sobre isso. Quem são aquelas pessoas que estão a dizer aquilo? São jornalistas, não são jornalistas? Se são jornalistas, sujeitam-se, se cometerem ilegalidades ou faltarem à verdade, a ter um processo na carteira profissional. É preciso confirmar as notícias e cruzar as fontes, isto é fundamental. O jornalismo está em degradação em Portugal e em outros países também.

Qual a grande reportagem que ainda falta fazer?

A mim? Tenho tantas para fazer que nunca conseguirei fazer. [risos] Não sei.

Eu agora gostava de me dedicar mais à escrita, à literatura, à ficção. Como passei a vida a fazer jornalismo não tive tempo, tenho um livro de crónicas e uma crónica atual no Correio da Manhã. Portanto, eu queria-me dedicar mais à escrita e menos à televisão.

Mas tenho tantas [reportagens] para fazer. Há uma que gostava de fazer: já fui à Austrália, mas gostava de ir a Alice Springs, o centro da Austrália. Mesmo que fosse só visitar. Mesmo quando vou de férias, tenho esse defeito de profissional: vou de férias mas estou a pensar “isto dava uma grande história”.

Novos media

Qual a sua opinião em relação aos novos media e à forma como chegam até nós as notícias ao minuto?

A velocidade também é um perigo. Há meia dúzia de anos, ias para um sítio qualquer e, para entrar em direto, era um problema. Hoje em dia, já não.

As empresas jornalísticas querem rapidez, e isso é perigosíssimo. É o que está a acontecer e o que tem acontecido, mas a rapidez é inevitável.

Por último, falemos dos desafios do Jornalismo em Portugal. O papel vai acabar?

O papel vai-se tornar mais caro. Os jornais já têm todo o seu site online, portanto o online e o papel têm que ter o mesmo rigor. Obviamente que o papel vai progressivamente dando lugar aos jornais online. O jornal em papel vai-se tornar num objeto caro, ou seja, o jornal é um objeto, como um livro, como uma jóia. Pois ter um jornal ou poder guardá-lo, o gozo não é o mesmo.

Isto são fases, o jornal vai ser mais caro. Que a verdade é que o papel vai ser cada vez mais caro? Vai. Que está a aparecer menos gente a comprar? Está. E o futuro é também o online, isso não tenho dúvidas.

A nível das competências dos jovens, eles são mais cultos agora, mas piores jornalistas: uma coisa é ter cultura, outra é ser jornalista. O jornalismo é uma mistura de arte com técnica. Conheci jornalistas que escreviam muito bem, mas não tinham técnica. E o contrário.

O ideal desta profissão é o equilíbrio entre a técnica e a arte. E o pior do jornalismo é estar a fazer mal julgando que está a fazer bem e, ao fim de 4/5 anos, acham que estão a fazer bem.

    
Jornalismo TVI Victor Bandarra 2018-08-01
Ivánia Silva
Tags Jornalismo TVI Victor Bandarra
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