• Universidade Autónoma de Lisboa
  • Autónoma Academy
  • NIP-COM

UALMedia

Menu
  • Notícias
    • Paula Lopes eleita presidente do Conselho Científico da Autónoma4 Dezembro, 2025
    • Autónoma estreita relações com entidades militares brasileiras28 Novembro, 2025
    • Luís Bernardino publica artigo sobre Brasil e a CPLP18 Novembro, 2025
    • Cármen Monereo participa no Djar Fogo International Film Festival3 Novembro, 2025
  • Reportagens
    • Cova da Piedade: um clube que nunca deixou de acreditar13 Janeiro, 2026
    • Web Summit: Portugal no ecrã, cultura em destaque12 Dezembro, 2025
    • Foram manifestamente exageradas as notícias sobre a morte do vinil27 Outubro, 2025
    • A economia circular chega às estantes: as livrarias em segunda mão conquistam Lisboa24 Setembro, 2025
  • Entrevistas
      • Proença de Carvalho: “Nunca me senti talhado para julgar pessoas, senti-me sempre vocacionado para as defender”5 Janeiro, 2026
      • Isabel Jonet: “Gostava muito que o Banco Alimentar pudesse fechar, significava que não era necessário”29 Dezembro, 2025
      • Sofia Aparício: “Prejudicou-me bastante a vida, perdi trabalho, mas nunca me arrependi”19 Dezembro, 2025
      • Nuno Gomes: “Dentro de campo são 11 contra 11 e, muitas vezes, os melhores não ganham”4 Dezembro, 2025
  • Opinião
      • Opinião
        • 20 de novembro de 2024: Dia Universal das CriançasAna Paula Pinto Lourenço
        • Mascarados de nada Cheila Lafayette
        • Carta ao Pai Natal Cheila Lafayette
        • A Lua de Joana: Um aviso para a saúde mentalMariana Rebocho
      • Crónicas
        • O regresso nostálgico de Angry Odd KidsDiogo Mendes
        • Cooperativa Kallax: uma banda especialDiogo Mendes
        • Os jovens, afinal, gostam de política  Henrique Gussul
      • Críticas
        • O regresso nostálgico de Angry Odd KidsDiogo Mendes
        • Cooperativa Kallax: uma banda especialDiogo Mendes
        • Overthinking: o 8º pecado mortalTatiana Martins
  • Dossiers
    • IV Congresso Internacional do OBSERVAREUALMedia
    • Bastidores da Emissão de TVJoão Veloso
    • Conferência “Os Jovens, o Jornalismo e a Política”UALMedia
    • Projetos TVUALMedia
  • Cábulas
    • Erasmus+16 Outubro, 2018
    • O que é Literacia Mediática?4 Junho, 2018
    • O que é o Código Deontológico dos Jornalistas?5 Abril, 2018
    • Regulamento Geral de Proteção de Dados4 Junho, 2018
  • Artigos
    • O Associativismo em Portugal: dos despejos à esperança por um futuro26 Março, 2024
    • Do desinteresse à participação: Educação no caminho para as urnas1 Março, 2024
    • Comunidade cigana: as inverdades que levam à discriminação e exclusão29 Junho, 2023
    • Neonatologia: Quem cuida dos cuidadores23 Março, 2023
  • Rubricas
    • César Boaventura assume: consequências da acusação de viciação de resultados foram positivas2 Outubro, 2020
    • Raio-X ao Futebol: ‘Águia’ já joga o triplo2 Outubro, 2020
    • Raio-x ao Futebol: O campeão da incompetência16 Julho, 2020
    • Raio-X ao Futebol: Benfica volta a escorregar e deixa o título à mercê do Porto14 Julho, 2020
  • UALMedia Rádio
      • Podcasts
          • Vinil
          • Uma história para o Dia do Pai
          • Too Spicy
          • PontoCom
          • Ponto de Vista
          • Poesia
          • Passagem de Turno
          • No Ar
          • Não temos paciência
          • Laboratório
          • Histórias Com Sons
          • Frente & Verso
          • Escrito Por Linhas Tortas
          • Dois à Deriva
          • Confiança
          • Conferências
          • Calma
          • Café & Crime
          • Achas que é bonito ser feio?
          • Academycamente
      • Notícias
        • As “100 Mais” de 2025
        • Rádio no Banco Alimentar
        • Academycamente: Vamos de férias, mas é ouvir!
      • Podcasts Antigos
          • What´s Popin, What´s Flopin
          • Triângulo com quatro lados
          • Trepadeira
          • Trendy News
          • Top 10
          • Thursday´s Vibez
          • Sundown
          • RitUAL
          • Reflexões da Ana
          • Ready. Gap. Go!
          • Rapresentação
          • Psicologia Para Todos
          • Poddemos Descomplicar
          • Pessoas e Pessoas
          • Pensar nas expressões
          • Palavra Certa
          • O Condomínio das Intrigas
          • Malucos na Uni
          • Lusofonia
          • Lá na zona
          • Jazz and Blues
          • Incrível
          • Homo Economicus
          • Girls Like Sports 2
          • Falando Claramente
          • Êxitos de Sempre
          • eTalks
          • Escolhe Tu
          • Entre Linhas
          • Educadores
          • Duas à Sexta
          • Disco Por Inteiro
          • Dinosaur Cataclysm
          • Dance
          • Crónicas & Murais
          • Conversas de café
          • Cão com pulgas
          • Cá vai disco
          • Bola ao centro
          • As quatro da vida airada
          • Amargo & Doce
          • 2000 Watts
          • ´Tàs à vontade
      • Estatutos
      • Grelha de Programação
Últimas
  • Cova da Piedade: um clube que nunca deixou de acreditar   |   13 Jan 2026

  • José Luís Carneiro: “Todos os dias estamos a ser objeto de escrutínio”   |   08 Jan 2026

  • Proença de Carvalho: “Nunca me senti talhado para julgar pessoas, senti-me sempre vocacionado para as defender”   |   05 Jan 2026

  • As “100 Mais” de 2025   |   30 Dez 2025

  • Isabel Jonet: “Gostava muito que o Banco Alimentar pudesse fechar, significava que não era necessário”   |   29 Dez 2025

  • Sofia Aparício: “Prejudicou-me bastante a vida, perdi trabalho, mas nunca me arrependi”   |   19 Dez 2025

 
-Início»Reportagens»Teletrabalho: passar os dias atrás de um ecrã
O teletrabalho trouxe novos desafios (Foto retirada do portal: Pixabay.com).

Teletrabalho: passar os dias atrás de um ecrã

José Silva 06 Jul 2020 Reportagens, Reportagens

Para evitar despedimentos e layoffs, todos os dias milhares de pessoas adaptam a sua vida a novas circunstâncias. Um em cada quatro portugueses passou a quarentena em teletrabalho. Clara, Mariana, Raquel, Filipa e Afonso sentiram a mudança de perto. O UALMedia tentou perceber como se estão a adaptar aos desafios no seu novo dia a dia.

Como é, afinal, trocar a secretária do trabalho pelo sofá de casa? Ou o convívio no refeitório ou no bar pela deserta sala de estar? Um dos problemas transversais a todos os que fazem teletrabalho é um maior cansaço pelo tempo que passam à frente do ecrã do computador, mas também a alteração a uma rotina já bem conhecida. Para combater a falta de experiência são feitas formações – também elas extenuantes – para apoiar os trabalhadores que, de um dia para o outro, viram a sua vida mudar. Que o diga Clara Santos, de 55 anos, professora de Inglês numa escola secundária, que garante ter feito mais de cem horas em formações com vista a melhorar a performance para as aulas virtuais. Mas, mesmo assim, não sente que o ensino presencial seja substituível.

Fazendo uma viagem aos primeiros tempos do ensino à distância, fala numa escola que não estava preparada para esta mudança: “a escola fechou a uma sexta-feira e na segunda seguinte reabriu. Uns [alunos] estavam na aula através do Zoom, outros através de chamada por telemóvel e outros nem estavam…uma grande desorganização”. Até que a administração da escola decidiu uniformizar a aposta na plataforma Teams, adianta esta docente que leciona há 30 anos. O maior desafio é tornar as aulas interessantes, já que muitos alunos entram na sessão, vão à sua vida e só voltam na hora de saída. Sempre por detrás de um incógnito ecrã preto.

Mostra-se feliz com o regresso às aulas, apesar das restrições que vigoram em torno da escola. O mesmo não se pode dizer dos alunos, que não sentem verdadeiramente falta da escola, mas sim do convívio – ainda inexistente. Grande parte das turmas prefere, por isso, ter aulas em casa. Mas a experiente professora vai mais longe, ao dizer que se devem criar condições para a igualdade entre os alunos, porque a telescola – embora seja uma grande ajuda – não “sabe” o que os alunos já estudaram, logo, não chega para colmatar as carências que muitos estudantes sentem.

As condições

Desengane-se quem pensa que a falta de condições afeta apenas os estudantes. Centenas de famílias muniram-se de equipamentos novos devido ao teletrabalho. Mariana Ventura, de 18 anos, não teve de o fazer, já que a empresa onde trabalha, um call center, distribuiu por alguns trabalhadores um computador quando se deu o confinamento obrigatório. Ainda assim, teve de esperar perto de um mês para começar a trabalhar. As condições estão longe de ser as ideais. “Passo o dia a atender chamadas, sentada no chão do quarto”, adianta. E, a estas cinco horas de trabalho, subtraía apenas 15 minutos de pausa.

Saturada com a sua rotina e com as parcas condições de trabalho que possui em casa, Mariana chegou a apresentar a sua carta de demissão. Contudo, após uma negociação com a entidade patronal, conseguiu reduzir o horário de trabalho a quatro horas com pausas. Hoje, a jovem que pretende ingressar no ensino superior sente-se mais ambientada e mais capacitada para fazer uma melhor gestão do tempo.

As vantagens

Mas nem tudo é mau neste novo modo de trabalhar. Raquel Guerreiro, de 18 anos, que entrou este ano para o curso de Direito, confessa, orgulhosamente, que o início da faculdade corria de feição: “Fui das únicas que passou a tudo!” Quando se deu o fim das aulas presenciais, receou sair prejudicada. Mas não foi isso que aconteceu. “Tenho basicamente as mesmas notas. [Nas aulas] participo o mesmo, embora, alguns colegas estejam a aproveitar melhor esta fase”, confessa. Passa muito mais tempo em frente ao computador – cerca de dez horas – mas, por outro lado, poupa bastante tempo em transportes. No percurso casa-faculdade despendia cerca de uma hora e meia [três horas na ida e volta], que agora converte em tempo de estudo.

Na adaptação a uma nova realidade, admite que a faculdade deu uma ajuda importante porque ajustou os métodos de avaliação em função das dificuldades vividas. Sente, no entanto, que lhe está a custar muito mais do que esperava ficar “fechada em casa”, por ser uma pessoa sociável, que gosta de estar em contacto com as pessoas, não apenas por chamada telefónica. No entanto, a fase de desconfinamento já lhe permite umas fugazes idas à praia, para desanuviar do stress das aulas online. “Pelo menos, a praxe foi logo na primeira semana (em setembro)”, desabafa acerca do ano de caloira.

Privacidade de dados. Uma questão pouco discutida. Foto: Pixabay.com

A segurança

Todos os dias, milhões de estudantes e trabalhadores utilizam o Zoom, plataforma que já conta com mais de 200 milhões de utilizadores – segundo a própria empresa – e foi, por isso, alvo de grande mediatismo durante este confinamento provocado pela COVID-19. Mas a atenção dada à plataforma digital, criada por Eric Yuan, também dá que falar por outras razões. Segundo a SIC Notícias, já houve queixas devido a ataques virtuais, durante aulas online. Mas as acusações não ficam por aqui. Muitos utilizadores queixam-se de serem vítimas da partilha de dados pessoais com o Facebook.

Segundo o estudo da Fixando – plataforma online que contacta serviços locais – 40% dos Portugueses passou a quarentena a fazer teletrabalho. Mas será que todos eles manifestaram algum tipo de preocupação no que respeita à segurança online?

Filipa Alves, de 31 anos, trabalha como consultora de projetos  numa universidade em Groningen (Países Baixos) e também faz consultoria na área da proteção de dados. Na hora da entrevista, sugerimos a plataforma Zoom, algo que é prontamente recusado pela emigrante portuguesa, pois “não oferece totais garantias de segurança”. A alternativa foi o Google Mees. “É mais seguro e bem mais rápido de aceder”, justifica. Confessa que esta preocupação pela segurança já é antiga, mas o facto de ser um dos requisitos do seu trabalho também contribui para cuidados redobrados.

Sugere, como solução ideal, uma mistura de teletrabalho com trabalho físico. Ideia corroborada por 95% dos portugueses – segundo um estudo da Jones Lang LaSalle Incorporated. Trabalha na sala, já que o namorado, professor universitário, utiliza o escritório da casa. Não sabe como vai ser voltar ao trabalho presencial, mas admite ter saudades de ir de bicicleta para o emprego (ou não estivesse nos Países Baixos).  Admite que, neste regime de trabalho à distância é mais fácil trabalhar mais uma hora e “nem se dá conta”. Chega a passar oito horas em frente ao computador, apesar de ter um horário de cinco ou seis. Na hora de justificar o aumento no tempo de trabalho, dá um exemplo: “se receber um e-mail quando estou em casa, vou logo ver. Se estivesse na rua ou no café, se calhar não o faria”. Mas nem tudo é mau nesta nova vida. Confessa que o trabalho presencial a obriga a ter uma relação social ativa com as colegas, o que, por vezes, leva a perdas de tempo útil, algo que não acontece em casa. Situações como essa dão-lhe tempo para, por exemplo, ler mais livros.

A vida pessoal

“A COVID-19 mudou as nossas vidas e o seu impacto e consequências continuarão a fazer-se sentir durante muito tempo.” A frase é de Marta Temido, ministra da Saúde, e não podia ir mais ao encontro do que tem sido a vida de milhares de pessoas durante a quarentena: pouco tempo para a vida pessoal.

Afonso Pereira, de 15 anos, a frequentar o 9º ano, é disso exemplo. Costumava ter treinos de futebol três vezes por semana, cancelados devido à pandemia. Esperava-se, portanto, que houvesse mais tempo de lazer na vida do jovem, mas tal não aconteceu. Passa os dias na sala, no computador portátil que comprou porque o irmão já utilizava o seu para ter aulas online. Quando tem um pouco de tempo ainda dá umas corridinhas no bairro, mas “não é a mesma coisa”. As aulas de que mais gostava eram as de Educação Física, mas agora são mais teóricas. Tornou-se apenas mais uma hora, a somar às cinco ou seis que passa, diariamente, em frente ao ecrã do portátil. O (pouco) tempo que sobra costuma gastá-lo a jogar Playstation ou a ver séries.

Como seria de esperar, a adolescência rima com agitação. E muita. O jovem Afonso admite que quem muitas vezes paga o excesso de adrenalina dos alunos, pelo muito tempo que passam sentados, são os professores. “Já fizemos algumas traquinices, como desligar o microfone do professor.” Mas hoje estas situações estão ultrapassadas. O jovem pensa no futuro sem grande ansiedade, já que as notas do primeiro e segundo períodos o permitem. Alguns dos colegas não se podem regozijar do mesmo, pelo que jogam o futuro nos próximos tempos. “[Alguns colegas] estão a aproveitar muito bem, porque precisam de melhorar as notas. Participam muito e [as notas] devem melhorar”, revela com alguma surpresa.

    
covid-19 teletrabalho 2020-07-06
Jaime Lourenço
Tags covid-19 teletrabalho
Artigo anterior :

Ricardo Lopes: “Componho a maior parte quando estou triste. Acho que isto é um cliché entre os artistas, mas é verdade”

Artigo seguinte :

Diana Nicolau: “Várias vezes, tivemos de ser escoltados de sítios. Era completamente absurdo”

Artigos relacionados

O lado b das manhãs da M80

O lado b das manhãs da M80

Gonçalo Castanheiro 08 Jul 2019
Ser drag queen: um corpo com duas almas

Ser drag queen: um corpo com duas almas

Sara Porto 20 Mar 2019
Depois da tempestade, veio o trabalho. E a bonança

Depois da tempestade, veio o trabalho. E a bonança

Vasco Bica 08 Dez 2023

Veja também

Linha da frente contra a covid-19

Linha da frente contra a covid-19

Narrativa fotográfica da autoria de Margarida Sousa.     

Rádio em direto

  • Popular
  • Últimos
  • Tags
  • Cova da Piedade: um clube que nunca deixou de acreditar

    Cova da Piedade: um clube que nunca deixou de acreditar

    Diego Tamaian 13 Jan 2026
  • As comemorações da Revolução

    As comemorações da Revolução

    UALMedia 25 Abr 2014
  • Vinis de abril

    Vinis de abril

    João Santareno 25 Abr 2014
  • Onde estava no 25 de abril?

    Onde estava no 25 de abril?

    João Honrado 25 Abr 2014
  • 40 anos, 20 Fotos

    40 anos, 20 Fotos

    João Serralha 25 Abr 2014
  • Cova da Piedade: um clube que nunca deixou de acreditar

    Cova da Piedade: um clube que nunca deixou de acreditar

    Diego Tamaian 13 Jan 2026
  • José Luís Carneiro: “Todos os dias estamos a ser objeto de escrutínio”

    José Luís Carneiro: “Todos os dias estamos a ser objeto de escrutínio”

    Gabriel Fialho 08 Jan 2026
  • Proença de Carvalho: “Nunca me senti talhado para julgar pessoas, senti-me sempre vocacionado para as defender”

    Proença de Carvalho: “Nunca me senti talhado para julgar pessoas, senti-me sempre vocacionado para as defender”

    Maria Carvalho 05 Jan 2026
  • As “100 Mais” de 2025

    As “100 Mais” de 2025

    30 Dez 2025
  • Isabel Jonet: “Gostava muito que o Banco Alimentar pudesse fechar, significava que não era necessário”

    Isabel Jonet: “Gostava muito que o Banco Alimentar pudesse fechar, significava que não era necessário”

    Mariana Silva 29 Dez 2025
  • Rádio Autónoma podcast ualmedia no ar animação vinil joão de sousa Universidade atelier Entrevista aula mariana rebocho poesia pontocom joao santareno de sousa prática disco futebol academy academycamente cristina patrício Leonor Noronha Lídia Belourico António Bernardino
  • Ficha Técnica
  • Política de Privacidade
  • Manual de redacção

Últimas notícias

José Luís Carneiro: “Todos os dias estamos a ser objeto de escrutínio”
Proença de Carvalho: “Nunca me senti talhado para julgar pessoas, senti-me sempre vocacionado para as defender”
Cova da Piedade: um clube que nunca deixou de acreditar
Isabel Jonet: “Gostava muito que o Banco Alimentar pudesse fechar, significava que não era necessário”
Sofia Aparício: “Prejudicou-me bastante a vida, perdi trabalho, mas nunca me arrependi”
Web Summit: Portugal no ecrã, cultura em destaque
Paula Lopes eleita presidente do Conselho Científico da Autónoma
Autónoma estreita relações com entidades militares brasileiras
Nuno Gomes: “Dentro de campo são 11 contra 11  e, muitas vezes, os melhores não ganham”
UAL em destaque na Conferência Internacional sobre Reclusão
Renata Belo: “Comecei a fazer dobragens quando tinha três anos”
Luís Bernardino publica artigo sobre Brasil e a CPLP
Cármen Monereo participa no Djar Fogo International Film Festival
Foram manifestamente exageradas as notícias sobre a morte do vinil
Manuel Damásio: “O Benfica toda a vida foi um clube do povo. Eu também sou do povo”
Pedro Fernandes: “Gosto de fazer coisas que me divirtam”
Patrícia Tavares: “Aos 16 anos, já tinha ouvido muitos nãos”
A economia circular chega às estantes: as livrarias em segunda mão conquistam Lisboa
Sahima Hajat: “O meu sonho é ter um restaurante com estrela Michelin”
Teresa Faria: “Nunca meti nenhuma cunha, não sei o que é isso”
Rodrigo Saraiva: “Acredito que Portugal e os portugueses podem muito mais”
Luís Bernardino participa em colóquio sobre Angola
ALICE e Autónoma publicam “Polarización política, emociones y campañas electorales”
Sónia Sénica publica “Ordem Tripolar”

Últimos Podcasts

  • Academycamente: A transparência na ciência dos dados
  • Vinil: U2 – New years day
  • Vinil: Chris Rea – Driving home for Christmas
  • No Ar: 2025-12-18 18h
  • Achas é bonito ser feio? #Ep. 100
© Copyright 2024, Todos os direitos reservados | Website desenvolvido por: Trace - Soluções Internet
Escola Superior de Enfermagem