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-Início»Entrevistas»Ricardo Lopes: “Componho a maior parte quando estou triste. Acho que isto é um cliché entre os artistas, mas é verdade”

Ricardo Lopes: “Componho a maior parte quando estou triste. Acho que isto é um cliché entre os artistas, mas é verdade”

Magda Coelho 08 Jul 2020 Entrevistas, Entrevistas

Ricardo Lopes tem 29 anos, nasceu em Lisboa e formou-se na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional, no Bairro Alto, onde estudou Canto Lírico. Atualmente, está a terminar o seu primeiro álbum e já conta com dois videoclipes, lançados em dois meses: “Não Fui Eu que Perdi” e “Por Ti”.

Começou a sua formação na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional, no Bairro Alto, onde estudou Canto Lírico. O que recorda dessa experiência?

Foi uma experiência bastante interessante. Antes de entrar no Conservatório, tinha estado a estudar canto ligeiro, numa escola em Benfica. Na altura, a minha professora de canto tinha sido aluna no conservatório e pensei: “Porque não tentar aprofundar um bocadinho mais a parte académica a nível musical?” Pedi-lhe preparação para entrar no Conservatório e fui perceber qual era o repertório que pediam. Fui ter com a minha professora, mostrei-lhe o que pediam, escolhi uma peça barroca e acabámos por fazer a preparação.

Durante o tempo que lá estive, foi uma experiência bastante interessante porque tinha várias disciplinas, entre elas ‘Canto Lírico’, ‘Formação Musical’, ‘História da Música’, ‘Coro’…. Senti-me bem durante os primeiros tempos em que lá estive. Quando tínhamos apresentações de coro era bastante interessante, estávamos todos juntos e fazíamos apresentações nas igrejas em épocas natalícias…

Foi uma experiência muito, muito boa! Obviamente que isso moldou-me e formou-me enquanto músico, porque consegui adquirir bastante enriquecimento. Estive lá quatro anos, acabei por me vir embora porque já não conseguia continuar a experiência porque, no conservatório, castram muito uma pessoa, ou seja, tudo o que seja fora do canto lírico e da música clássica não veem com bons olhos. Senti que já tinha absorvido tudo aquilo que poderia absorver dali para me moldar enquanto artista, enquanto músico e cantor. Depois, acabei por sair.

Ricardo Lopes numa audição de canto no Conservatório

Como surgiu o interesse pela música?

O interesse pela música surgiu quando tinha, mais ou menos, 15 anos. Comecei a ouvir Evanescence pela primeira vez e, automaticamente, identifiquei-me muito com as letras, com a voz da Amy Lee e com a parte do piano. Fiquei fascinado a ouvir as músicas e pensei: “Acho que vou começar a aprender a tocar!” Na altura, comprei um teclado e fui apanhando todas as músicas da banda, de ouvido. Fui vendo vários vídeos e fui tocando. O interesse surgiu a partir daí, dos Evanescence, da Amy Lee, que é a minha inspiração a nível musical até hoje. Foi a partir daí que comecei a tocar piano, comecei a interessar-me e a fazer tudo aquilo que tenho vindo a fazer na música.

Ricardo Lopes com a banda Evanescence no Rock in Rio, em 2012

“A música “Não Fui Eu que Perdi” é, claramente, uma história de amor e foi algo que vivi”

Recentemente, lançou a canção “Não Fui Eu que Perdi”. A canção é da sua autoria?

Sim, as letras são escritas por mim, bem como a música em si, ou seja, componho no piano e, depois, tenho um produtor, levo a música para estúdio, mostro-lhe e é ele que me diz se vale a pena gravar a música ou não. Confio bastante no trabalho dele, portanto, componho o piano primeiro, depois disso faço uma melodia, sem letra só com “lá, lá, lá” e a melodia da voz. Depois da melodia estar pronta é que se parte para a letra e, sim, acaba por ser tudo da minha autoria, quer a música, quer as letras.

Gravações do videoclipe “Não Fui Eu que Perdi”

Como é o processo criativo?           

Componho a maior parte quando estou triste. Acho que isto é um cliché entre artistas, mas é verdade. Sento-me ao piano, começo à procura de uma melodia, toco qualquer coisa e, se aquilo for bom, dou continuidade. Componho primeiro no piano as melodias e componho a parte instrumental. A música tem de contar uma história, mesmo a nível instrumental. Portanto, quando estou a compor, sei que tenho de compor primeiro uma introdução ou não, não é obrigatório… Mas uma introdução, um primeiro verso, depois o refrão, verso, a ponte – e a ponte é a parte da música que é quase como se fosse o clímax da coisa, é aquela parte diferente, mas, ao mesmo tempo, pujante – e, depois, então termina com o refrão novamente.

Quando começo a criar uma melodia no piano, se for boa e se me tiver chamado a atenção, dou continuidade para construir a história, depois faço os “lá, lá, lás” em cima da melodia para ver se a melodia da voz se encaixa na melodia criada no piano, nos acordes do piano. Depois de ter todo o instrumental feito, acabo por fazer a letra e as letras acabam sempre todas por ser muito pessoais.

Como se inspira?

Inspiro-me, maioritariamente, em acontecimentos da minha vida, em coisas que fui passando, quer na infância, quer na adolescência, obviamente desgostos amorosos… (pausa) Acaba sempre por ser tudo muito pessoal, vivências que fui tendo.

A música “Não Fui Eu que Perdi” é claramente uma história de amor e foi algo que vivi, quando percebemos que aquela pessoa, afinal, não mudou passados tantos anos e continua exatamente igual. Como a música diz: “Não fui eu que perdi, não via arrependimento em ti.” É tudo vivências que fui tendo.

“Sou um artista independente e a grande dificuldade é essa”

Qual a maior dificuldade que já sentiu ao tentar viver da música?

Ui! Neste momento, são imensas, tudo aquilo que tenho feito agora, quer a nível de músicas, quer a nível de videoclipes, é tudo investimento feito por mim, porque não tenho editora, sou um artista independente e a grande dificuldade é essa! É ter de investir em tudo, quer em promoção, quer em videoclipes, as músicas têm de ser pagas… E sai tudo do meu bolso.

Gravações do videoclipe “Não Fui Eu que Perdi”

Dedicou a canção “Por Ti” a todos os profissionais que estão na linha da frente nesta pandemia. Qual a mensagem que decidiu transmitir?

Na verdade, quando eu compus esta música no piano, estava a fazer uma melodia e vi que aquilo realmente fazia sentido. Lembro-me que mandei depois para o meu produtor e disse-lhe: “Esta música tem qualquer coisa.” Ele ouviu e gostou bastante, e começámos logo a pensar na parte da gravação em estúdio, a nível de arranjos e tudo mais.

Na verdade, inicialmente, não tinha pensado nessa parte de dedicar e de homenagear os profissionais de saúde e não só, todos os que estavam a trabalhar na linha da frente. Não tinha pensado nesse sentido, mas depois falei com ele e disse: “Se calhar faz sentido, tendo em conta toda a situação que estamos a viver e todas as pessoas que estão a trabalhar para nós, enquanto estamos em quarentena. Faria sentido esta música ser uma homenagem e a letra falar um bocadinho sobre isso.”

A mensagem, no fundo, é de esperança, de que vai tudo ficar bem! Uma mensagem de fé, de amor, porque é isso que, neste momento, em que não podemos estar com quem gostamos, não podemos abraçar, não podemos beijar ou, pelo menos, não como antigamente… Portanto, é uma mensagem de amor que acredita que brevemente nos possamos, obviamente, abraçar e beijar.

Como tem sido a reação do público?

A reação tem sido bastante interessante, o feedback tem sido positivo. Obviamente que não se pode agradar a toda a gente e vai sempre haver alguém que vai dizer que não está bom, que o vídeo não está bom, que poderia ser melhor, e até pode sempre ser melhor. Mas o feedback tem sido bastante positivo. Houve pessoas que me foram enviando mensagens a dizer que gostaram tanto do vídeo que até se emocionaram com a música, com a voz, com tudo no geral, portanto, acho que isso é um bom feedback. Os feedbacks que não são positivos, também aceito, desde que não sejam destrutivos e sim construtivos. No geral, tem sido bom.

“Gosto bastante do Tony Carreira, por exemplo, não me importava nada de fazer uma participação”

Se pudesse fazer uma parceria musical com um cantor português, quem seria?          

Um só?

Aqueles que quiser…

Alguns artistas portugueses de que gosto bastante neste momento, falando nesta geração, são o Fernando Daniel, a Bárbara Bandeira, os Calema, o Paulo Sousa e o Tiago Braga…Ele não é muito conhecido, mas, eventualmente, alguém haverá de o conhecer. Desta “nova geração” seriam esses. Depois, há outros…. Gosto bastante do Tony Carreira, por exemplo, não me importava nada de fazer uma participação (risos).

Porquê estes artistas?

São artistas que, primeiro que tudo, admiro pela trajetória que tiveram. Eu, sendo artista e tendo vindo a tentar o meu lugar na música, identifico-me com eles pelo percurso que tiveram, que é muito semelhante a quase todos os artistas. É vingar no mundo da música, trabalhar, não desistir até chegar lá e, no fundo, é isso que também tenho estado a fazer: não desistir enquanto conseguir, enquanto puder, vou batalhando!

E onde pretende chegar?

Pretendo chegar sempre o mais longe possível. A definição de o mais longe possível pode não ser igual para todos mas, o mais longe possível, neste momento, seria conseguir ter um contrato com uma editora.

Mas o sonho dos sonhos seria ser bastante conhecido e reconhecido pela música que faço, não só aqui em Portugal, mas também fora… Mas não sei, nunca se sabe (gargalhadas).

    
Música 2020-07-08
Jaime Lourenço
Tags Música
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