• Universidade Autónoma de Lisboa
  • Autónoma Academy
  • NIP-COM

UALMedia

Menu
  • Notícias
    • Jaime Lourenço participa no ENTR, projeto da RTP apoiado pela Comissão Europeia8 Junho, 2026
    • Autónoma recebe IV edição do seminário Pan-africanismo: Ontem e Hoje29 Maio, 2026
    • Bruno de Castro Ferreira dá aula aberta a alunos de Ciências da Comunicação20 Maio, 2026
    • DCC marca presença no congresso da SOPCOM23 Fevereiro, 2026
  • Reportagens
    • Heartbeat Project: o DJ que voltou à sua terra para dar voz a quem raramente é ouvido1 Junho, 2026
    • Zungueiras: “O dinheiro não chega”15 Maio, 2026
    • “O nosso partido é o Estoril”8 Maio, 2026
    • Ucranianos em Portugal: a união como refúgio1 Abril, 2026
  • Entrevistas
      • Fernando Orge: “Nunca me passou pela cabeça que o Alverca não chegasse lá”22 Maio, 2026
      • Taís Pina: “Não importa de onde vens. Consegues sempre fazer a diferença se tiveres um objetivo ou um sonho”1 Maio, 2026
      • Marta Gabriel: “O escrutínio sobre a mulher é maior e não é preciso fazer muito. Basta estarmos fardadas”23 Abril, 2026
      • Maria João Faustino: “Há uma nova caixa de pandora”16 Abril, 2026
  • Opinião
      • Opinião
        • O verniz que pintou o ódio de azul celesteGabriel Narciso
        • 20 de novembro de 2024: Dia Universal das CriançasAna Paula Pinto Lourenço
        • Mascarados de nada Cheila Lafayette
        • Carta ao Pai Natal Cheila Lafayette
      • Crónicas
        • “Coita de Amor” enquanto pilar televisivoManuel de Beja
        • A segunda vida da torradaGabriel Narciso
        • O verniz que pintou o ódio de azul celesteGabriel Narciso
      • Críticas
        • O regresso nostálgico de Angry Odd KidsDiogo Mendes
        • Cooperativa Kallax: uma banda especialDiogo Mendes
        • Overthinking: o 8º pecado mortalTatiana Martins
  • Artigos
    • O Associativismo em Portugal: dos despejos à esperança por um futuro26 Março, 2024
    • Do desinteresse à participação: Educação no caminho para as urnas1 Março, 2024
    • Comunidade cigana: as inverdades que levam à discriminação e exclusão29 Junho, 2023
    • Neonatologia: Quem cuida dos cuidadores23 Março, 2023
  • Dossiers
    • IV Congresso Internacional do OBSERVAREUALMedia
    • Bastidores da Emissão de TVJoão Veloso
    • Conferência “Os Jovens, o Jornalismo e a Política”UALMedia
    • Projetos TVUALMedia
  • UALMedia Rádio
      • Podcasts
          • Vinil
          • Uma história para o Dia do Pai
          • PontoCom
          • Poesia
          • Passaporte Académico
          • Passagem de Turno
          • No Ar
          • Não temos paciência
          • Muda aos cinco, acaba aos dez
          • Laboratório
          • Histórias Com Sons
          • Conversa em dia
          • Conferências
          • Achas que é bonito ser feio?
          • Academycamente
      • Notícias
        • Voltamos a dar voz à solidariedade na campanha de maio do Banco Alimentar
        • As “100 Mais” de 2025
        • Rádio no Banco Alimentar
      • Podcasts Antigos
          • What´s Popin, What´s Flopin
          • Triângulo com quatro lados
          • Trepadeira
          • Trendy News
          • Top 10
          • Too Spicy
          • Thursday´s Vibez
          • Sundown
          • RitUAL
          • Reflexões da Ana
          • Ready. Gap. Go!
          • Rapresentação
          • Psicologia Para Todos
          • Ponto de Vista
          • Poddemos Descomplicar
          • Pessoas e Pessoas
          • Pensar nas expressões
          • Palavra Certa
          • O Condomínio das Intrigas
          • Malucos na Uni
          • Lusofonia
          • Lá na zona
          • Jazz and Blues
          • Incrível
          • Homo Economicus
          • Girls Like Sports 2
          • Frente & Verso
          • Falando Claramente
          • Êxitos de Sempre
          • eTalks
          • Escrito Por Linhas Tortas
          • Escolhe Tu
          • Entre Linhas
          • Educadores
          • Duas à Sexta
          • Dois à Deriva
          • Disco Por Inteiro
          • Dinosaur Cataclysm
          • Dance
          • Crónicas & Murais
          • Conversas de café
          • Confiança
          • Cão com pulgas
          • Calma
          • Café & Crime
          • Cá vai disco
          • Bola ao centro
          • As quatro da vida airada
          • Amargo & Doce
          • 2000 Watts
          • ´Tàs à vontade
      • Estatutos
      • Grelha de Programação
Últimas
  • Autónoma acolhe debate sobre cinema   |   11 Jun 2026

  • Jaime Lourenço participa no ENTR, projeto da RTP apoiado pela Comissão Europeia   |   08 Jun 2026

  • Isabel Nery no Festival Literário de Alcanena   |   05 Jun 2026

  • Heartbeat Project: o DJ que voltou à sua terra para dar voz a quem raramente é ouvido   |   01 Jun 2026

  • Autónoma recebe IV edição do seminário Pan-africanismo: Ontem e Hoje   |   29 Mai 2026

  • Voltamos a dar voz à solidariedade na campanha de maio do Banco Alimentar   |   26 Mai 2026

 
-Início»Entrevistas»Entrevistas»Nelton Pontes: “Se não fosse o jiu-jitsu possivelmente estaria preso ou morto”

Nelton Pontes: “Se não fosse o jiu-jitsu possivelmente estaria preso ou morto”

Cheila Lafayette 10 Jan 2024 Entrevistas

Campeão europeu e mundial de jiu-jitsu, Nelton Pontes é um dos nomes incontornável da modalidade da nível internacional. Em entrevista ao UALMedia, o atleta aborda o seu percurso numa modalidade pouco reconhecida no país, mas também a importância que o desporto teve na sua vida vida pessoal.

Em entrevistas anteriores, afirmou ser proveniente de uma família com poucos recursos e que isso poderia ter resultado num desvio de conduta da sua parte. De que formas foi tentado por maus caminhos? 

Aqui na zona [Amora] existia muito tráfico. Alguns grupos praticavam também assaltos. Era jovem e aliciavam-me para entrar no grupo deles. Poderia ganhar algum dinheiro rápido e fácil. Contudo, sempre me mantive de pé atrás nessas situações, também pelos conselhos que ouvia em casa, mas não foi fácil. Na altura, tinha muitas dificuldades financeiras. E eu tentei. Tentei part-times, biscates e não me aceitavam. Sou uma pessoa de pele negra, o que tornava tudo mais difícil. Se não fossem as artes marciais, acabaria por embalar com eles. O jiu-jitsu mostrou-me que era possível ser melhor do que aquilo que queriam que eu fosse.

A modalidade surgiu na sua vida a convite de um professor, que o abordou na rua, para que realizasse um treino experimental. O que o levou a querer continuar após um primeiro treino?

Vou ser muito sincero. Apanhei (risos). E não gostei de apanhar. Estava habituado a dar e acontece que apanhei de alguém mais pequeno e magrinho que eu. Fiquei com aquilo na cabeça. Fez-me pensar o dia e a noite toda. Percebi que o jiu-jitsu era uma arte muito eficaz. Foram os sentimentos de frustração e impotência, mas também uma sensação de admiração pela arte que me fizeram voltar. O físico conta, mas não é a arma principal e percebi isso naquele dia. 

Portanto, no jiu-jitsu quem ganha não é por obrigação mais forte? 

Exatamente. A essência do jiu-jitsu é extremamente psicológica. Envolvemos muitas capacidades mentais e essa é a chave da luta. Existem muitos atletas fortes fisicamente, com resistência muscular, rápidos e ágeis. O que marca a diferença é a capacidade cerebral na luta e o jiu-jitsu desenvolve muito essa parte cognitiva. 

Referiu que estava habituado a bater e não propriamente a apanhar. O jiu-jitsu acalmou esse lado mais agressivo? 

Sim, sem dúvida. No tempo da escola, sofria de racismo e isso despertava-me para lutar. Chamavam-me de preto e mandavam-me para a minha terra. Respondia com violência. Era uma reação defensiva sobre algo que não aceitava. Se aceitasse de forma passiva, eles nunca parariam. Só depois de andarmos à porrada é que as bocas paravam. Infelizmente, tive de tomar algumas atitudes mais agressivas para que as pessoas pudessem respeitar o meu tom de pele. Depois de começar a praticar jiu-jitsu, houve um controlo maior sobre as minhas emoções. Comecei a ponderar mais. Optava por utilizar o vocabulário e não as mãos. 

Declarou ter sofrido racismo durante a infância. Qual é a sua perspectiva sobre o tema?

Naquela altura, o racismo era mais evidente, as pessoas tinham orgulho de exporem que eram racistas. Hoje, o racismo é camuflado. Passei por coisas complicadas devido ao racismo. Com o tempo, percebi que o racismo não se combate com violência. De nada me valia ser igual a eles. Hoje, já não sofro tanto de racismo, talvez pela minha postura e presença. Mas ele existe. Ninguém assume que o é, mas depois não querem as filhas a namorar com pretos, não vemos pessoas negras como patentes máximas das grandes lojas e poderia continuar com exemplos equivalentes. As pessoas já não são óbvias, porque a sociedade se tornou mais crítica. 

Nelton Pontes tornou-se o primeiro português a sagrar-se campeão europeu de jiu-jitsu em faixa preta, na categoria de superpesado. Já tinha sido campeão europeu e mundial na categoria de faixa castanha, em 2014. Apenas duas das suas muitas conquistas.

Já sentiu racismo no jiu-jitsu?

Nunca. O mundo das artes marciais é diferente. Há desportos em que das bancadas se ouvem ofensas aos atletas e treinadores, mesmo entre os competidores, por vezes, existe desrespeito. Nas artes marciais temos princípios muito vincados. O jiu-jitsu engloba todas as culturas, etnias e todos os tons de pele. No ‘tatami’ somos todos iguais. 

Nunca senti racismo no jiu-jitsu, mas senti em países para os quais fui competir. Na Alemanha, passei por uma situação muito triste. Estava na fila de uma pastelaria e quando chegou a minha vez, a senhora que estava a atender ignorou-me completamente e atendeu a pessoa que estava atrás de mim. Foi chato. Naquele momento, a minha consciência disse-me que não valia a pena permanecer ali ou debater com aquela pessoa. Retirei-me e fui a outro sítio. 

O jiu-jitsu é uma modalidade dispendiosa. Os kimonos são caros, as grandes competições são pagas e algumas, inclusive, internacionais, o que força a realização de viagens. Para alguém que sonha com a competição e não detém grandes recursos monetários é lúcido acreditar que fará nome nesta área?

Fiz um primeiro treino e a minha vontade era continuar. Conversei com o meu professor. Expliquei-lhe que não tinha condições para pagar a mensalidade da academia e comprar um kimono. O mestre reconheceu o meu potencial e, por isso, autorizou-me a frequentar a academia de forma gratuita e emprestou-me um kimono. Havia apenas uma contrapartida, eu não podia faltar aos treinos. Comecei a ter o desejo de competir. Não tinha capital financeiro suficiente. Por isso, tive de ir trabalhar. Consegui juntar um dinheiro e comprei um kimono. Venci todos os campeonatos nacionais e o próximo passo era o estrangeiro. Aqueles que me eram mais próximos, sugeriram que enviasse os vídeos das minhas lutas para algumas empresas a pedir patrocínios. Obtive o apoio de algumas. Tinha amigos que estavam bem na vida e também me forneceram algum suporte. Foi-me possível, desse modo, começar a viajar. Isto no meu caso. O conselho que posso dar àqueles que se deparam com essa realidade, é que o jiu-jitsu é uma formação para a vida. É um investimento com retorno. Eu vejo jovens a comprar ténis de 150 euros. Com telemóveis de 1000 euros. Jovens que saem à noite e gastam 100 euros. Investimentos momentâneos. O investimento nas artes marciais oferece um retorno vital. Os benefícios que damos à sociedade são imensos. Os nossos jovens deixam de estar nas ruas a fumar ‘ganzas’ ou a beber, para treinarem. O jiu-jitsu é muito mais do que meter um kimono e andar à porrada, as pessoas é que não têm essa noção. O jiu-jitsu não é caro. O preço que cobra é o justo. 

Foi o primeiro português Campeão da Europa e Campeão do Mundo no jiu-jitsu. Sente que este feito foi devidamente reconhecido por parte dos meios de comunicação social e órgãos estatais?

Não esperava nada dos meios de comunicação, muito menos do estado. O jiu-jitsu não é um desporto rei. Em Portugal, o único desporto rei é o futebol. É o único que valorizam, o único desporto que movimenta massas. Tudo se resume a dinheiro e o desporto que dá mais dinheiro é aquele que tem mais visibilidade. Sabia que não seria mediático. Não obtive reconhecimento pelos meus feitos. Fui o primeiro português a alcançar inúmeras coisas. Representei Portugal em muitos países, que nem sabiam onde era Portugal. Conheciam apenas o Cristiano Ronaldo. Algumas revistas e jornais falaram do meu trabalho e fui à televisão, mas para aquilo que alcancei soube a pouco. É o normal em Portugal.   

Como é que alguém que está habituado a ganhar lida com a derrota?

Ganhar é extremamente viciante. Quanto mais ganhas, mais queres ganhar. Não percebo a derrota como tal. Aceito-a como uma oportunidade de aprender. Quando perdi, refleti sobre o meu erro, ergui a cabeça, continuei a treinar, procurei evolução e voltei para a competição mais forte. É também assim que lido com os problemas da vida. O jiu-jitsu prepara-me para o mundo lá fora de forma paralela. Lutar e ganhar é fácil, difícil é voltar depois da derrota. Aprendemos muito mais com a derrota.  A vida está cheia delas, se não soubermos aprender com elas, não vamos evoluir.

Enquanto atleta já conquistou muito. Anulando os prémios e medalhas que recebeu, o que ganhou com o jiu-jitsu?

O jiu-jitsu contribuiu muito para o meu desenvolvimento pessoal. Tive a oportunidade de viajar imenso e conhecer novas culturas. Isso ajudou-me a mudar a minha visão sobre o mundo. Cresci muito, a nível pessoal, financeiro e emocional. Se não fosse o jiu-jitsu, possivelmente estaria preso, morto, ou num trabalho infeliz a fazer aquilo de que não gosto. Só vejo saídas muito más sem esta arte na minha vida. 

    
2024-01-10
João Ferreira Oliveira
Artigo anterior :

Teatroesfera: o serão que misturou os Lusíadas com a música pimba 

Artigo seguinte :

A “galena” do Landal

Artigos relacionados

Jordan van der Gaag: “Acho que estou numa das melhores fases da carreira”

Jordan van der Gaag: “Acho que estou numa das melhores fases da carreira”

Gabriel Narciso 09 Abr 2026
Patrícia Tavares: “Existem muitos jovens que querem ser atores e existem muitos que querem ser conhecidos”

Patrícia Tavares: “Existem muitos jovens que querem ser atores e existem muitos que querem ser conhecidos”

Catarina Valério Sousa 22 Set 2020
Susana Claudino: “Só tínhamos uma máscara para um turno inteiro”

Susana Claudino: “Só tínhamos uma máscara para um turno inteiro”

Estela Vargas 30 Jul 2020

Veja também

Autónoma acolhe debate sobre cinema

Autónoma acolhe debate sobre cinema

Realizada no âmbito da unidade curricular de Projeto Final, a iniciativa que teve lugar no dia 25 de maio contou com a exibição da curta-metragem

Rádio em direto.

  • Popular
  • Últimos
  • Tags
  • Autónoma acolhe debate sobre cinema

    Autónoma acolhe debate sobre cinema

    Diego Tamaian 11 Jun 2026
  • As comemorações da Revolução

    As comemorações da Revolução

    UALMedia 25 Abr 2014
  • Vinis de abril

    Vinis de abril

    João Santareno 25 Abr 2014
  • Onde estava no 25 de abril?

    Onde estava no 25 de abril?

    João Honrado 25 Abr 2014
  • 40 anos, 20 Fotos

    40 anos, 20 Fotos

    João Serralha 25 Abr 2014
  • Autónoma acolhe debate sobre cinema

    Autónoma acolhe debate sobre cinema

    Diego Tamaian 11 Jun 2026
  • Jaime Lourenço participa no ENTR, projeto da RTP apoiado pela Comissão Europeia

    Jaime Lourenço participa no ENTR, projeto da RTP apoiado pela Comissão Europeia

    UALMedia 08 Jun 2026
  • Isabel Nery no Festival Literário de Alcanena

    Isabel Nery no Festival Literário de Alcanena

    UALMedia 05 Jun 2026
  • Heartbeat Project: o DJ que voltou à sua terra para dar voz a quem raramente é ouvido

    Heartbeat Project: o DJ que voltou à sua terra para dar voz a quem raramente é ouvido

    Joana Silva 01 Jun 2026
  • Autónoma recebe IV edição do seminário Pan-africanismo: Ontem e Hoje

    Autónoma recebe IV edição do seminário Pan-africanismo: Ontem e Hoje

    UALMedia 29 Mai 2026
  • Rádio Autónoma podcast ualmedia no ar animação vinil joão de sousa Universidade atelier Entrevista aula mariana rebocho poesia pontocom joao santareno de sousa academy prática academycamente disco futebol Leonor Noronha Lídia Belourico António Bernardino cristina patrício
  • Ficha Técnica
  • Política de Privacidade
  • Manual de redacção

Últimas notícias

Autónoma acolhe debate sobre cinema
Jaime Lourenço participa no ENTR, projeto da RTP apoiado pela Comissão Europeia
Heartbeat Project: o DJ que voltou à sua terra para dar voz a quem raramente é ouvido
Autónoma recebe IV edição do seminário Pan-africanismo: Ontem e Hoje
“Coita de Amor” enquanto pilar televisivo
Fernando Orge: “Nunca me passou pela cabeça que o Alverca não chegasse lá”
Isabel Nery no Festival Literário de Alcanena
Bruno de Castro Ferreira dá aula aberta a alunos de Ciências da Comunicação
Zungueiras: “O dinheiro não chega”
“O nosso partido é o Estoril”
Taís Pina: “Não importa de onde vens. Consegues sempre fazer a diferença se tiveres um objetivo ou um sonho”
Marta Gabriel: “O escrutínio sobre a mulher é maior e não é preciso fazer muito. Basta estarmos fardadas”
Maria João Faustino: “Há uma nova caixa de pandora”
Jordan van der Gaag: “Acho que estou numa das melhores fases da carreira”
Ucranianos em Portugal: a união como refúgio
Alexandre Poço: “Ser primeiro-ministro seria um sonho”
Cifrão: “A dança deu-me tudo o que tenho”
O silêncio das lojas que fecham: a última geração do comércio tradicional em Ponte de Lima
Estudantes de Ciências da Comunicação visitam agência F5C – First Five Consulting
Paulo Paulino: “O que mais quero é não desiludir os alcoutenejos”
Catarina Carvalho: “Somos todos iguais perante a cidade”
Vera Fernandes: “Acho que qualquer pessoa que hoje faça rádio quer pertencer à Comercial”
Clara Não: “O ativismo não pode começar e acabar num clique”
A segunda vida da torrada

Últimos Podcasts

  • Não temos paciência: Coisas femininas
  • Muda aos cinco, acaba aos dez: Vítor Pereira – “João Pinheiro pode ser o primeiro a arbitrar em três Mundiais”
  • Muda aos cinco, acaba ao dez: Joaquim Rita – “Esta Seleção pode realizar o Mundial da nossa Esperança”
  • Poesia: Camões – Canto X (excerto)
  • Conversa em dia: Não existe saúde sem saúde mental
© Copyright 2024, Todos os direitos reservados | Website desenvolvido por: Trace - Soluções Internet
Escola Superior de Enfermagem