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-Início»Entrevistas»Marta Pereira da Costa: “Nós, mulheres, somos capazes de fazer tudo”

Marta Pereira da Costa: “Nós, mulheres, somos capazes de fazer tudo”

Dinamene Alves 04 Jun 2018 Entrevistas

Marta Pereira da Costa é a prova viva de que os sonhos são sempre possíveis: foi engenheira civil e é hoje a primeira e única mulher na guitarra portuguesa. Aos 35 anos, fala sobre o seu disco e as dificuldades de conciliar uma carreira com a vida familiar.

Aprendeste em criança a tocar piano e só aos 18 anos avançaste para guitarra. Porquê a guitarra?
A guitarra apareceu por um gosto muito especial do meu pai, fanático por fado e pela guitarra portuguesa. Eu sempre adorei música, comecei a tocar piano os 4 anos, aos 8 aprendi guitarra clássica. Queria aprender todos os instrumentos e o meu pai tinha imenso gosto que eu aprendesse a tocar guitarra portuguesa. Então, foi saber quem me poderia dar aulas. Conheceu o Carlos Gonçalves, logo na primeira aula trouxe uma guitarra para casa, e comecei a tocar. Eu adorei! Pedi ao Carlos Gonçalves para continuar com as aulas e me levar às casas de fado.

Li que tens formação em Engenharia Civil, e sei que jogaste futebol quase até seres mãe. Hoje és a primeira mulher a tocar guitarra portuguesa. É possível dizer que sentes mais aptidão nas tarefas tipicamente masculinas ou queres provar que uma mulher pode ser tudo?
Eu acho que as duas coisas. Desde miúda, sempre fui “maria rapaz”. Gostava de jogar futebol e de coisas dos rapazes. Apesar de haver muitas mulheres engenheiras, a profissão ainda é tida como sendo tipicamente masculina. Acho que não há instrumentos que só devam ser tocados por homens ou profissões que só devam ser tidas por homens ou por mulheres. Nós, mulheres, somos capazes de fazer tudo.

Quando é que te sentiste preparada para deixares a tua carreia como engenheira para te dedicares à guitarra portuguesa?
O desejo de me dedicar música está presente desde sempre, já quando tirei o curso de engenharia. Tinha a ideia de ser pianista, na altura pianista concertista e os meus pais disseram-me: “tens de tirar um curso, tens de ter uma segurança “. Lá tirei um curso mas a vontade de seguir música esteve sempre comigo. A guitarra surgiu depois de uma experiência que me marcou muito. Na altura, estava casada com o Rodrigo Costa Félix, fadista, que ia gravar o seu segundo disco, num acto de loucura e inconsciência, convidou-me para tocar a guitarra portuguesa.

Nessa altura, nem tocava sozinha, tocava sempre com outro guitarrista ao lado. Não tinha qualquer experiência para acompanhar fados sozinha. Disse-lhe que era completamente doido mas, ok, aceitei o desafio. Íamos fazer a experiência sem qualquer responsabilidade, se as coisas não corressem bem, depois contrataria um guitarrista profissional para fazer o trabalho.

Durante este período, ouvi todos os fados e mais alguns para pensar nas introduções que podia fazer de forma diferente e o que é podia acrescentar de novo. Aprendi imenso nessa altura. Percebi que, se tivesse tempo para me dedicar mais, conseguia melhorar, conseguia fazer uma coisa especial e diferente que ainda não tinha sido feita. Foi então que tomei a decisão, mas ainda estive um ano (2012) a planear como o faria. Deixar uma profissão certa por uma incerta, ainda por cima estando tão verde no instrumento, é arriscado. Eu acreditei que poderia ser possível, ía trabalhar muito todos os dias para que quando chegasse a altura de me apresentar em palco bem e segura. Foi o que aconteceu. Estive esse ano inteiro a preparar-me e, mal anunciei que ia deixar a engenharia para me dedicar à guitarra, comecei a ter concertos no Canadá. Tive a estreia em Lisboa, nas festas de Lisboa em julho desse ano. Foi um ano muito bom e percebi que tinha tomado a decisão certa. Só precisava de tempo para ir crescendo como guitarrista.

És artista, mulher e mãe de gémeos ( Constança e Vicente, de 8 anos). Como é conciliar uma carreira que se faz cada vez mais fora, internacionalmente, com a maternidade?
Não é nada fácil, as saídas custam imenso, porque deixo os meus filhos em casa. Felizmente, tenho uma estrutura já muito organizada e preparada para estas saídas. Tenho o apoio do Rodrigo e sempre que preciso ou ele precisa, falamos. Desta forma vamos-nos organizando com os miúdos. Em contrapartida, depois, quando estou com eles, estou a 100 por cento e arranjo sempre forma de lhes dedicar todo o tempo possível para estar verdadeiramente com eles. É uma gestão complicada, mas tudo passa por menos horas de sono (risos). Aproveito o tempo em que eles estão a dormir para praticar e compor, e quando estão acordados dou-lhes atenção. Não é fácil, mas faço uma coisa que adoro e, então, tudo se torna mais fácil. Conciliar ser mãe, as aulas de piano, as viagens todas, a exigência que é gerir uma carreira e equipas, é muita coisa mas nós mulheres somos capazes de tudo.

Dou aulas de piano desde 2005, altura em que deixei a engenharia. Comecei a dar aulas num colégio e descobri que é uma coisa que gosto imenso, gosto imenso de trabalhar com crianças, mas também dou aulas a adultos. Gosto muito dessa partilha, de ensinar e perceber as potencialidades de cada um e as suas dificuldades. Encaro essas aulas como um bobbie, um escape que me faz muito bem, apresar de tirar muito tempo, pois tenho de preparar as aulas.

Sendo Alfama um bairro tradicional, aposto que a entrada no circuito das casas de fado não foi fácil. Como foi? Quais foram as reações ao dizer que tocas guitarra portuguesa?
Aparecia com uma guitarra às costas e o meu pai ao lado, pedia para aprender e mostrava o que já sabia. Isto tudo com 18 anos. O Clube de Fado foi a primeira casa de fado onde fui. O meu pai já conhecia o Mário Pacheco, que achava graça à minha vontade de aprender e a facilidade que tinha em aprender e reproduzir o que me mostrava. Todos se deixavam levar pelo entusiasmo, não só o Mário Pacheco, talvez isso se devesse ao meu próprio entusiasmo pela guitarra. Nesta altura, saía do Instituto Superior Técnico às seis da tarde e ia para o Clube de Fado. Perguntava quem ía tocar e que fados, depois ia vê-los/ouvir no Youtube. Tocava em busca de opiniões daqueles que tanto admirava. Tinha muita vontade de aprender e talvez isso fizesse com que fosse muito bem recebida

No álbum “Marta Pereira da Costa” tens algumas músicas compostas por ti, “Terra ou Movimento”. “Escrever” faz parte do teu futuro enquanto artista?
Faz! Foi uma descoberta muito boa, porque no piano nunca consegui. Toco piano desde os quatro anos, leio muito bem qualquer partitura mas nunca consegui compor, era uma dificuldade que tinha. Não conseguia, não saía nada, e na guitarra descobri que me conseguia exprimir. Conseguia compor coisas que estavam dentro da minha cabeça e eu conseguia passar para a guitarra. Essa sensação é muito boa, conseguirmos criar algo que é nosso, que vem de nós e depois ter boas reações. Em era muito insegura. Fazia e mostrava, porque achava que aquilo que estava a fazer era muito simples e se calhar não era boa o suficiente. Mas, à medida que fui tendo retorno das pessoas que iam ouvindo e que iam dizendo que gostavam daquilo que estava a fazer, fui continuando. Comecei a ter mais confiança e comecei a experimentar passar aquilo que me passava na cabeça para a guitarra.

No mesmo disco, convidas grandes nomes da música portuguesa, como a Dulce Pontes e o Camané. Quando se toca com estes artistas, quem se adapta ? ou é mais uma fusão?
É mais uma fusão. Fui muito orientada por todos os convidados que participaram no CD e trabalhava muito segundo as suas indicações. O Camané é a minha grande referência no fado, foi a primeira voz que me marcou, por isso, queria muito trabalhar com ele. Ao fim de uma semana, o Camané sugeriu-me um fado que para ele é uma referência, eu apresentei aquilo que queria fazer, e ele ia-me corrigindo: “Olha ,aqui deixa-me ser só eu a cantar para haver espaço, aqui podes fazer mais coisas”. Isto tudo são coisas que vão sendo construídas quando trabalhas com pessoas com mais experiência. É o que mais gosto no processo de gravação dos temas, porque se aprende imenso, são momentos de partilha mais do que a gravação em estúdio. Tive o mesmo com a Dulce Pontes. À distância porque estava no Canadá e eu em Lisboa, ia dizendo: “acho que deves fazer assim” ou “faz mais sentido assim” “eu ia apresentado as minhas ideias, gravava e enviava para a Dulce, que ouvia e dizia o que achava. Assim, íamos construindo a música. Porque a música também se faz à distância.

O fado é conhecido também pelo seu guarda-roupa. Uma vez que desempenhas um papel até agora masculino, sentes que tens mais liberdade de escolha?
Acho que não me é imposto, mas inicialmente usei o que era tradicional, pois era aquilo que via. Acho que a imagem é importante mas acima de tudo, acho que devo ser reconhecida pela qualidade musical. O facto de ser mulher pode ainda provocar algum preconceito e, por isso, pretendi sempre mostrar mais qualidade musical do que uma mulher num vestido bonito. É importante ter uma imagem cuidada, saber o que queremos transmitir ao público. Tenho tentado mudar essa imagem tão carregada a que estamos habituados, as mulheres de vestido comprido. Neste momento, a minha abordagem já é uma coisa mais leve, mais jovem, mais descontraída, porque eu sou assim e também me quero mostrar assim em palco.
Tenho tido um feedback positivo nesta mudança de imagem. Claro que as pessoas têm as mais variadas opiniões e, por exemplo, na capa do meu álbum não fiquei muito contente com a imagem, porque era uma imagem de mim muito pequena. Queria que as pessoas começassem a fixar a minha cara e a capa do cd é uma foto de um modelo autêntico com um vestido muito bonito.

Com 35 anos, um CD, uma lista interminável de concertos em grandes salas, uma nova fase amorosa. O que achas que ainda te falta em 2018?
Este ano é para continuar a rodar este álbum que ainda muita gente não conhece, fazer mais concertos, porque é em palco que ganhamos experiência e crescemos. Completa o trabalho que é feito em casa e com a banda. O meu objectivo é que as pessoas conheçam e gostem daquilo que faço, que me ajudem a crescer. Porque uma carreira não se faz em um ano nem em dois, uma carreira é uma vida toda. Fazer uma carreira sólida e estável como música não é fácil. Passa por trabalhar todos os dias, muito, muito focada nos objectivos, é tocar, tocar, tocar é ganhar visibilidade e continuar a compor temas novos para o próximo disco. Acho que tudo o resto acontece naturalmente, se estivermos muito focados e determinados.

15   
2018-06-04
Ana Cabeças
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