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O sangue corre e não pode parar

André Moreno 30 Jul 2020 Artigos, Artigos, Conteudos

A pandemia afetou um dos bens mais preciosos e que ainda é insubstituível pela tecnologia ou outra ciência. Durante março, mês em que começou o confinamento, as dádivas de sangue diminuíram drasticamente em Portugal e nos outros países do mundo. Os especialistas apelam aos jovens para darem sangue.

Muitas pessoas desconhecem a importância da dádiva de sangue. Bem primordial para transplantes de medula óssea, cirurgias, tratamentos de quimioterapia, radioterapia ou apenas uma simples reposição de sangue. O presidente da Federação das Associações de Dadores de Sangue (FAS), em Portugal, Joaquim Mendes da Silva, alerta para o facto de, apesar de neste momento não haver carência nas reservas de sangue, “se estiverem muito baixas, se poder correr riscos de adiamento de  tratamentos e cirurgias, que advém consequências graves”.

Em 2018, apenas 203.177 dos portugueses deram sangue, de acordo com os recentes dados recolhidos pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST). Desde 2010 que tem havido um decréscimo de forma acentuada. Em 2010, existiam 293.571 dadores de sangue em Portugal. Para além de o número estar a decrescer, os jovens não aderem à dádiva de sangue, representando apenas 14,24% do total de dadores. É uma questão preocupante, que compromete a renovação das pessoas que regularmente dão sangue.

Portugal tem uma sociedade envelhecida, mas as questões demográficas não são justificação. O presidente da Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue (FEPODABES), Alberto Mota, diz que, embora os jovens não tenham uma grande fidelização, aparecem nas colheitas de sangue. Para que haja mais jovens como dadores de sangue, apela à alteração de comportamento: “Seja ele qual for, necessita de uma mudança de opinião sobre o assunto. Não podemos esperar que um jovem se torne dador regular se a opinião que ele tem sobre a dádiva de sangue não é suficientemente consistente para que não só doe, mas também se fidelize à causa.” Apesar das recolhas de sangue, no início da pandemia, serem reduzidas, em maio, com “a retoma gradual de algumas sessões de colheita, conseguiu-se um crescimento acentuado do número de dadores. A média dos inscritos subiu em praticamente todas as sessões de colheita”. Alberto Mota diz ainda que “houve uma resposta bastante positiva por parte dos dadores e prevê que os próximos meses deem continuação ao aumento de dádivas de sangue.

Dádivas condicionadas

Ainda não há conhecimento se este vírus é transmissível pelo sangue, mas o IPST deixa a recomendação que, mesmo não havendo ligação direta, “a experiência com surtos envolvendo coronavírus semelhantes, como SARS e MERS, sugere que poderá haver efetivamente um impacto significativo no fornecimento de sangue através da redução da dádiva”. Até ao momento, não há nenhum caso em que a Covid-19 tenha sido transmitida por transfusões ou transplantações e o IPST alerta que “é teórico, mas não pode ser completamente excluído”.

A pandemia veio também alterar as rotinas das dádivas de sangue, não só pela restrição de alguns centros de colheita, receio dos dadores a deslocarem-se aos locais específicos de colheita, mas também, segundo Alberto Mota, “por causa do encerramento temporário de serviços, além de que o teletrabalho e o confinamento no domicílio inviabilizaram muitas sessões de colheita. As novas regras de distanciamento impossibilitaram a utilização das unidades móveis de colheita de sangue”.

Segundo informação do Conselho Diretivo do IPST, “as colheitas de sangue realizadas, em março e abril de 2020, tiveram uma redução 30% e 33%, respetivamente, em comparação com os mesmos meses de 2019”. Esta pandemia ativou o Plano de Contingência para a Reserva Estratégica Nacional de Sangue, sendo composta por quatro níveis de alerta (verde, amarelo, laranja e vermelho). O segundo nível já foi acionado pelo IPST, seguido de milhares de mensagens a pedir para que os dadores continuem a praticar a dádiva.

A preocupação não é para agora porque, neste momento, as reservas do IPST estão cheias, à exceção do tipo sanguíneo B. O Conselho Diretivo do IPST justifica: “A atividade hospitalar durante março e abril centrou-se no combate à pandemia e às situações urgentes, e reduziu a atividade programada com a consequente diminuição das necessidades de utilização de produtos sanguíneos, mantendo-se assim as reservas de sangue em níveis confortáveis.” A acompanhar a redução das colheitas estão os números de consumo de sangue, que reduziram cerca de 35%.

Cuidados para evitar o contágio

Em todos os recintos, trabalhos e atividades foram colocados cuidados e regras para evitar o contágio. Seguindo as orientações da Direção Geral de Saúde (DGS), o IPST assumiu um conjunto de normas a serem tomadas em tempo de pandemia. Existem medidas gerais que estão disponíveis na página do IPST, onde informam que a triagem irá ser reforçada, pesquisando antecedentes e locais onde o dador possa ter estado e adiamento de 28 dias após possível contacto com caso confirmado de Covid-19. Vão reforçar ainda a comunicação, depois a dádiva e o reforço dos procedimentos de hemo vigilância pós-transfusional.

Existem também medidas específicas que são divididas em etapas descritas e presentes no Plano de Contingência para a sustentabilidade e segurança do fornecimento de sangue e componentes sanguíneos durante o surto de COVID-19, realizado pelo IPST. Existem três fases, a fase de contenção, enquanto o fornecimento de sangue estiver comprometido, a de contenção alargada, que em locais onde a transmissão é significativa as dádivas de sangue são interrompidas e, a última fase, de mitigação ou transmissão disseminada. Nesta situação, os serviços de sangue poderão ter necessidade de adaptar as medidas aplicadas de acordo com a situação epidemiológica local, de modo a garantir a sustentabilidade do fornecimento de sangue.

Para manter as sessões de colheita de sangue seguras, o presidente da FAS afirma que “são observadas à risca todas as normas de segurança preconizadas pela Direção Geral da Saúde. Máscara para todas as pessoas presentes no local, desinfeção das mãos de todos os dadores à chegada, medição da temperatura corporal, observação rigorosa das distâncias de segurança. Todos os materiais utilizados na sessão de colheita são descartáveis”. Alguns institutos, como o Instituto Português de Oncologia (IPO) requer marcação da dádiva de sangue.

Dadores precisam-se

Os doentes curados de Covid-19 podem fornecer sangue com o objetivo de transfusões e transplantações, após 28 dias de receberem o segundo teste negativo ao vírus. Porém, é ainda possível voluntariarem-se para ensaios clínicos dando valor ao plasma com o intuito de tratar doentes infetados pelo Covid-19. Têm de apresentar, igualmente, negativo ao segundo teste de SARS-CoV-2 há mais de 14 dias. Este projeto vai ser trabalhado pelo IPST, DGS, Infarmed e Instituto Ricardo Jorge e está distribuído em dez unidades pelo país. “Serão os três centros de cangue e transplantação do IPST em Lisboa, Porto e Coimbra, como também três serviços de Imuno-Hemoterapia na região Norte, um no Centro e três no Sul”, afirmou a presidente do conselho diretivo do IPST, Maria Antónia Escoval, em resposta enviada à Lusa.

Os dadores são um ponto importante deste procedimento. Para os “angariar”, Alberto Mota tem noção que a forma de apresentação das campanhas tem de ser alterada e a do sangue não foge à regra. “As empresas de refrigerantes já há muito que não ‘vendem’ o refrigerante em si, nos anúncios publicitários. Vendem o prazer, a satisfação, a alegria de beber um refrigerante daqueles. Nós temos também que promover a alegria, a satisfação e o contentamento que cada um de nós sente ao efetuar uma dádiva de sangue”, exemplifica.

O presidente da Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue refere ainda que “a angariação não decorrerá apenas através de campanhas dos institutos, mas sim como um trabalho que tem de ser realizado a três níveis. A nível familiar e interpares, comunitário e, por último, a nível nacional”. Alberto Mota destaca o dia Nacional do Dador como “pertinente, porque é o último reconhecimento a dar a quem de uma forma abnegada altruísta e benévola dá sangue. É a última, não pode é ser a única”.

Doar sangue será sempre um componente importante salvar vidas. Como remata Alberto Mota, “deve ser um momento de alegria e de solidariedade. Esses sentimentos irão ser certamente sentidos da mesma forma e intensidade por aqueles que da dádiva vierem a beneficiar e pelos seus familiares que assim puderam reconhecer que a vida é bela quando vivida em comunhão e harmonia”.


Requisitos para dar sangue:

  • Estar bem de saúde.
  • Hábitos de vida saudáveis
  • Ter mais de 18 e menos de 60 anos (acima de 60 e entre 16 e 18 anos há critérios especiais).
  • Pesar mais que 50 kg.
  • Mulheres não podem estar grávidas, nem a amamentar.
  • Mulheres não podem ter tido um aborto ou parto há menos de 3 meses.
    
covid-19 Dadores de Sangue pandemia Sangue 2020-07-30
Jaime Lourenço
Tags covid-19 Dadores de Sangue pandemia Sangue
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