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Dolores Silva: “Jogar para mais de 60 mil pessoas foi, sem dúvida, uma experiência fantástica”

Jaime Silva 12 Fev 2021 Entrevistas, Entrevistas

A internacional portuguesa e jogadora do SC Braga, de 29 anos, aos 15 já vencia o Campeonato Nacional de Futebol Feminino. Dolores Silva fala acerca dos campeonatos estrangeiros e compara-os com o português. Revela os seus jogadores favoritos e afirma que “a jogadora portuguesa tem qualidade, é lutadora”.

Começou a sua formação aos dez anos, no Real Massamá, a jogar numa equipa masculina. Como foi essa experiência?

 Foi uma experiência espetacular. Acho que todas as raparigas têm oportunidade de começar a jogar com rapazes e é sempre uma experiência muito boa. Para mim, foi muito importante.

Nunca sentiu discriminação por ser rapariga?  

Por parte dos meus colegas não, nunca senti. Mas, por vezes, quando ia jogar a algum sítio, aconteciam alguns episódios, por exemplo, pais mandarem uma ou outra boca, ou confundirem-me com um rapaz, apesar de ter cabelo comprido e de parecer uma rapariga. Houve uma ou outra vez em que aconteceu algum episódio menos bom. Mas por parte dos colegas, sempre fui bem recebida.

Depois do Real, ingressou no 1º Dezembro, onde completou a formação e, com 15 anos, já jogava na equipa principal. Como foi jogar, tão jovem, ao lado de algumas das melhores jogadoras portuguesas?

Foi um sonho muito grande. Na altura, a maior parte eram as jogadoras da Seleção A, a Sónia Matias, a Edite Fernandes, a Carla Couto, a Carla Cristina, portanto, quase da baliza ao ataque era tudo Seleção A. Tinha-as sempre como referência e sabia que, a nível nacional, o 1º Dezembro ganhava tudo. Quando me chamaram para integrar a equipa sénior, fiquei um bocado surpreendida, mas muito feliz: ia cumprir um sonho de poder aprender e trabalhar com as melhores.

Em 2011/2012, emigrou para a Alemanha, para jogar profissionalmente pelo FCR Duisburg. Qual foi a sensação de ter um contrato renumerado, algo que não era muito comum no futebol feminino na época?

Sim, em Portugal isso não existia. Davam um suporte base de transporte, mas, de resto, não éramos renumeradas. Depois, surgiu a oportunidade de ir para a Alemanha e ter o primeiro contrato profissional. Embora não fosse nada de muito expectante, era aquilo que queria e o cumprir de um sonho. Então, arrisquei e fui ‘à maluca’. Acabou por correr bem (risos).

“A melhor experiência que tive, até hoje, como jogadora de futebol”

Na época 2015/2016, trocou o Duisburg pelo Jena, outro clube alemão, tendo feito duas épocas no clube. Que sentimento guarda dessas seis épocas na Alemanha?

Sem dúvida, a melhor experiência que tive, até hoje, como jogadora de futebol. Conheci e adaptei-me a um país que, no início, pensava que ia ser muito difícil. Toda a gente pensa que é muito complicado, que os alemães são muito frios, que a Alemanha tem uma cultura muito diferente da nossa… Mas se me perguntares entre o ano que estive em Espanha e os seis anos na Alemanha, gostei muito mais da adaptação, do que aprendi e vivenciei durante esses anos na Alemanha. Conheci pessoas fantásticas, tanto dentro do campo como fora, e aprendi muito com os treinadores que tive.

Regressa a Portugal para jogar pelo SC Braga em 2017, um clube em grande crescimento em Portugal. Que diferenças sentiu entre o futebol feminino na Alemanha e o português?

Acima de tudo, a competitividade da Liga. Nessa altura, só havia Sporting e Braga como equipas profissionais. Agora tens o Benfica, Famalicão e vão surgindo outras. Mas, nessa altura, tornava-se um pouco desequilibrado… Não desprezando qualquer equipa, mas, em comparação com o futebol alemão, as equipas podiam não ter as mesmas condições que o Bayern ou Wolfsburgo, mas já estavam mais adaptadas à realidade e àquilo que era ser profissional.

Considera que as entradas do Sporting e do Benfica no campeonato feminino foram fundamentais para o desenvolvimento do mesmo nos últimos anos?

Sim, a entrada dos grandes clubes do futebol português, o Braga, o Sporting e o Benfica, vieram ajudar imenso. Agora, surgiu o Famalicão. Espero que, dentro de pouco tempo, o Porto também possa ter [equipa], porque isso dá sempre mais visibilidade, mais procura, mesmo até a nível de apoio. Acho que isso foi um passo importante para o futebol feminino português.

“Fiquei sempre com a sensação de que nunca fomos inferiores ao Sporting”

Essa época no Braga (2017/2018) ficou marcada por uma grande disputa com o Sporting CP. Acabaram por perder o campeonato para os ‘leoninos’ por apenas três pontos, e na final da Taça perdem no prolongamento por 1-0. Considera que essas duas desilusões tiveram algum peso na sua mudança para o Atlético de Madrid, na época seguinte?

Não. Apesar de não termos ganho por muito pouco, fiquei sempre com a sensação de que nunca fomos inferiores ao Sporting e, considerando que o Sporting tem uma grande equipa e que fez um excelente trabalho, teve todo o mérito em ganhar essas competições. Acho que foram detalhes que decidiram essa época. E isso não teve qualquer influência na minha decisão de ir para Espanha, porque todos os anos tenho sempre em aberto o facto de poder voltar a uma nova experiência. No momento, surgiu o convite e, sendo um clube grande europeu e bicampeão espanhol, tinha essa ambição e acabei por aceitar. Mas se não tivesse surgido, se calhar, até podia ter optado por ficar no Braga.

No clube madrileno, faz cerca de 22 minutos num jogo frente ao Barcelona que contou com mais de 60 mil espectadores, e que se tornou o jogo de futebol feminino entre clubes com mais assistência de sempre. Alguma vez imaginou jogar para 60 mil pessoas?

Nos meus sonhos, talvez sim (risos). Não pensei que fosse acontecer tão cedo. O máximo que tinha estado foi com 12 mil no Jamor, mas nunca pensei jogar num estádio com quase a capacidade do Estádio da Luz, completamente cheio. Parecia um jogo de futebol masculino. Jogar para mais de 60 mil pessoas foi, sem dúvida, uma experiência fantástica.

Considera que foi o melhor momento da sua carreira?

Não foi o melhor. Para mim, o melhor momento foi com a seleção. Os jogos da seleção são sempre mais especiais, porque estás a representar o teu país. Não retiro este jogo do lote de melhores momentos da minha carreira, mas há outros jogos bem à frente, a maior parte deles com a Seleção Nacional.

“Há certos momentos em que precisas de estabilizar, procurar um pouco estar perto dos teus”

 Depois de vencer o campeonato espanhol pelo Atlético, regressa ao SC Braga em 2019. O que motivou esse regresso?

Não é segredo para ninguém: ainda tinha mais um ano de contrato, podia ter continuado lá. Como disseste, fui campeã, correu bem, tive as minhas oportunidades. Mas há certos momentos em que precisas de estabilizar, procurar um pouco estar perto dos teus. Depois de estar tanto tempo fora, regressar um ano e voltar a sair, mesmo estando perto… Se calhar, a adaptação a Espanha não correu da mesma forma do que na Alemanha e acho que isso acabou por influenciar um pouco. Na altura, o presidente queria muito que eu voltasse para Braga e fez de tudo para que isso fosse possível, e acabei por tomar a decisão de regressar. Apesar de as negociações terem sido um bocadinho complicadas, o processo desenrolou-se e consegui vir. E nada acontece por acaso. Apareceu a pandemia e estou em casa (risos).

No seu palmarés, conta com 11 títulos oficiais. Qual foi o troféu que mais a marcou?

Este em Espanha, porque foi o primeiro no estrangeiro, o qual já ambicionava há muito tempo. Porque passei tantos anos fora, mas também por ter sido com o Atlético, um grande clube. Depois, diria a taça no Jamor, a última que lá ganhei, porque foi o último jogo com a camisola do 1º Dezembro, antes de ir para a Alemanha e embarcar no sonho de ser profissional.

“Gosto muito do Modric, Iniesta, Xavi, Busquets”

Qual é o seu jogador ou jogadora referência no futebol?

Difícil. Claro que ser portuguesa e não falar do Cristiano é um bocadinho… (risos) pelo que me motiva, é uma pessoa muito esforçada, nunca desiste das suas ambições. É algo que levo como exemplo. Mas gosto de olhar mais para jogadores da minha posição. Gosto muito do Modric, Iniesta, Xavi, Busquets. A nível feminino, para mim, a melhor jogadora, atualmente, é a Jennifer Hermoso, que jogou comigo no Atlético na época passada.

Pela Seleção Nacional, já leva 139 internacionalizações. Sonha conquistar ainda algum título por Portugal?

Quem é que não sonha ganhar um título pela Seleção Nacional? (risos) Conseguimos, há pouco tempo, um apuramento para o Campeonato da Europa 2017, falhámos o Mundial no ano passado e o próximo passo é conseguir estar numa fase final, que é o Europeu. Claro que temos sempre ambição de ganhar, mas chegar ao Mundial, a nível pessoal, é o auge.

Considera que a seleção tem capacidade para tal, num futuro próximo, dado que a formação feminina em Portugal se tem desenvolvido bastante nos últimos anos?

Acho que é algo que demora o seu tempo. Já demorámos algum tempo a chegar até aqui e o importante agora é manter este ritmo de evolução. Por exemplo, só fui internacional sub-19 e A porque, na minha época, com 15 anos, tinha de jogar nas sub-19, não havia sub-15, o que agora há. A formação permite-te preparar melhor, passar por todas as etapas e afinar mais detalhes, para, quando chegares a sénior, já estares preparada. Portugal e a federação têm feito um bom trabalho nesse aspeto, espero que continue. A jogadora portuguesa tem qualidade, é lutadora, como no [futebol] masculino. E, quando menos as pessoas esperavam, a seleção masculina, jogando mal ou bem, ganhou o Euro. Também demorou tempo, passaram por muitas coisas antes, e espero que no futuro consigamos, também, trazer títulos para Portugal.

    
Desporto futebol Futebol Feminino 2021-02-12
Jaime Lourenço
Tags Desporto futebol Futebol Feminino
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