• Universidade Autónoma de Lisboa
  • Autónoma Academy
  • NIP-COM

UALMedia

Menu
  • Notícias
    • DCC marca presença no congresso da SOPCOM23 Fevereiro, 2026
    • Isabel Nery publica grande reportagem no PÚBLICO27 Janeiro, 2026
    • DCC organiza conferência ADN Autónoma16 Janeiro, 2026
    • Paula Lopes eleita presidente do Conselho Científico da Autónoma4 Dezembro, 2025
  • Reportagens
    • Ucranianos em Portugal: a união como refúgio1 Abril, 2026
    • O silêncio das lojas que fecham: a última geração do comércio tradicional em Ponte de Lima11 Março, 2026
    • Mantas de Minde: uma tradição por um fio10 Fevereiro, 2026
    • Quando a redação deixa de ser um lugar: a resistência da Visão20 Janeiro, 2026
  • Entrevistas
      • Jordan van der Gaag: “Acho que estou numa das melhores fases da carreira”9 Abril, 2026
      • Alexandre Poço: “Ser primeiro-ministro seria um sonho”25 Março, 2026
      • Cifrão: “A dança deu-me tudo o que tenho”19 Março, 2026
      • Paulo Paulino: “O que mais quero é não desiludir os alcoutenejos”13 Março, 2026
  • Opinião
      • Opinião
        • O verniz que pintou o ódio de azul celesteGabriel Narciso
        • 20 de novembro de 2024: Dia Universal das CriançasAna Paula Pinto Lourenço
        • Mascarados de nada Cheila Lafayette
        • Carta ao Pai Natal Cheila Lafayette
      • Crónicas
        • A segunda vida da torradaGabriel Narciso
        • O verniz que pintou o ódio de azul celesteGabriel Narciso
        • O clássico como um livro: Farioli escreve o capítulo que Mourinho não conseguiuAntónio Barrocas
      • Críticas
        • O regresso nostálgico de Angry Odd KidsDiogo Mendes
        • Cooperativa Kallax: uma banda especialDiogo Mendes
        • Overthinking: o 8º pecado mortalTatiana Martins
  • Artigos
    • O Associativismo em Portugal: dos despejos à esperança por um futuro26 Março, 2024
    • Do desinteresse à participação: Educação no caminho para as urnas1 Março, 2024
    • Comunidade cigana: as inverdades que levam à discriminação e exclusão29 Junho, 2023
    • Neonatologia: Quem cuida dos cuidadores23 Março, 2023
  • Dossiers
    • IV Congresso Internacional do OBSERVAREUALMedia
    • Bastidores da Emissão de TVJoão Veloso
    • Conferência “Os Jovens, o Jornalismo e a Política”UALMedia
    • Projetos TVUALMedia
  • UALMedia Rádio
      • Podcasts
          • Vinil
          • Uma história para o Dia do Pai
          • PontoCom
          • Poesia
          • Passaporte Académico
          • Passagem de Turno
          • No Ar
          • Não temos paciência
          • Laboratório
          • Histórias Com Sons
          • Confiança
          • Conferências
          • Achas que é bonito ser feio?
          • Academycamente
      • Notícias
        • As “100 Mais” de 2025
        • Rádio no Banco Alimentar
        • Academycamente: Vamos de férias, mas é ouvir!
      • Podcasts Antigos
          • What´s Popin, What´s Flopin
          • Triângulo com quatro lados
          • Trepadeira
          • Trendy News
          • Top 10
          • Too Spicy
          • Thursday´s Vibez
          • Sundown
          • RitUAL
          • Reflexões da Ana
          • Ready. Gap. Go!
          • Rapresentação
          • Psicologia Para Todos
          • Ponto de Vista
          • Poddemos Descomplicar
          • Pessoas e Pessoas
          • Pensar nas expressões
          • Palavra Certa
          • O Condomínio das Intrigas
          • Malucos na Uni
          • Lusofonia
          • Lá na zona
          • Jazz and Blues
          • Incrível
          • Homo Economicus
          • Girls Like Sports 2
          • Frente & Verso
          • Falando Claramente
          • Êxitos de Sempre
          • eTalks
          • Escrito Por Linhas Tortas
          • Escolhe Tu
          • Entre Linhas
          • Educadores
          • Duas à Sexta
          • Dois à Deriva
          • Disco Por Inteiro
          • Dinosaur Cataclysm
          • Dance
          • Crónicas & Murais
          • Conversas de café
          • Cão com pulgas
          • Calma
          • Café & Crime
          • Cá vai disco
          • Bola ao centro
          • As quatro da vida airada
          • Amargo & Doce
          • 2000 Watts
          • ´Tàs à vontade
      • Estatutos
      • Grelha de Programação
Últimas
  • Maria João Faustino: “Há uma nova caixa de pandora”   |   16 Abr 2026

  • Jordan van der Gaag: “Acho que estou numa das melhores fases da carreira”   |   09 Abr 2026

  • Ucranianos em Portugal: a união como refúgio   |   01 Abr 2026

  • Estudantes de Ciências da Comunicação visitam agência F5C – First Five Consulting   |   30 Mar 2026

  • Alexandre Poço: “Ser primeiro-ministro seria um sonho”   |   25 Mar 2026

  • A segunda vida da torrada   |   22 Mar 2026

 
-Início»Entrevistas»Agir sobre ‘Silêncio Caviar’: “Espero que seja um silêncio requintado”
Imagem retirada do Facebook oficial do artista

Agir sobre ‘Silêncio Caviar’: “Espero que seja um silêncio requintado”

Joana Dias 26 Jun 2019 Entrevistas, Entrevistas

É um nome bem conhecido da música em Portugal, em particular da geração mais jovem. Aos 12 anos começou a escrever, a compor e a gravar. Sempre se imaginou a fazer música, já que a família é uma das suas maiores inspirações. Depois do crescente sucesso nas plataformas online e do lançamento de três álbuns, está prevista para breve a estreia do próximo EP, “Silêncio Caviar”, que confessa ter sido o seu melhor trabalho até hoje.

Acabou de lançar o tema “Nevoeiro” que faz parte do seu próximo EP e é uma colaboração com Papillon que, por curiosidade, foi aluno da Universidade Autónoma de Lisboa. Como surgiu?

Já conheço o Papillon há uns bons tempos. Sou fã do trabalho dele e ainda não tinha surgido a oportunidade de gravar. Não é por sermos conhecidos ou amigos que temos logo de gravar juntos! Temos de encontrar um som que faça sentido. Se isso só aparecer um ano depois, aparece. Neste caso, foi isso que aconteceu.

Estava aqui [no estúdio], fiz uma música, um instrumental e um refrão. Quando olhei para aquilo, imaginei que iria ficar brutal, principalmente depois de ter ouvido o álbum dele. Ele concordou, veio ao estúdio, e foram dois dias, escreveu aquilo num dia e gravou no outro, foi muito rápido.

Então foi um processo muito espontâneo, certo?

Sim…

Ainda a propósito desse novo EP que irá sair em abril ou maio, porquê “Silêncio Caviar”?

É um EP que é para ouvir em silêncio, no sentido em que é uma cena mais introspetiva, em que me estou a abrir mais e a falar de cenas mais pessoais. É um EP que, independentemente do sítio, seja em casa ou no carro, é para parar e ouvir. Já fiz muita música para tocar na rua ou para ir sair e ouvir. No caso deste EP, eu gostava que quando as pessoas o ouvissem, parassem, fizessem silêncio, e se pusessem a ouvir com atenção.

Este foi sem dúvida o melhor trabalho que realizei até hoje. Sempre fiz muita música, mas desta vez preferi não fazer tanto em quantidade e fazer mais em qualidade, ou seja, preocupei-me muito com as letras, com o instrumental, com a gravação. Espero que seja um silêncio requintado.

O que distingue “Silêncio Caviar” do seu último álbum “No Fame”, lançado no ano passado? Há diferenças evidentes?

Todos os álbuns, corram melhor ou corram pior, são sempre um caminho para chegar aqui. Só cheguei às coisas e à sonoridade que estou a fazer agora porque antes fiz o “No Fame”, e antes do “No Fame” fiz o “Leva-me a Sério”.

O “No Fame” não deixa de ser uma ponte para as coisas que ando a fazer e teve o mesmo processo de trabalho que teve o “Leva-me a Sério”.

Durante um ano ou dois, fiz muita música, e quando chego à altura em que decido que é para lançar um álbum, dessas 30 ou 40 músicas, escolho 10 e lanço. Nunca tive esse conceito de uma música estar ligada a outra e sucessivamente. É como se fosse uma playlist daquilo que acho que foram as melhores músicas que fiz durante um ano, junto todas e ponho no disco.

Este EP é um trabalho que é mais redondo, pois a primeira música bate certo com a segunda e a segunda música bate certo com a terceira. Tem esse cuidado extra.

Então teve um processo criativo diferente?

Sim, sem dúvida.

O auge do sucesso

É inevitável falar um pouco da família, já que é filho de Paulo de Carvalho e Helena Isabel. Começou a sua carreira aos 12 anos a compor e a produzir a sua própria música e, posteriormente a escrever para outros como Mariza, Rita Guerra, a sua irmã e o seu pai. A família foi a sua principal fonte de inspiração?

Foi uma das fontes, sem dúvida. Nem consigo dizer que não porque não tenho outra experiência. Obviamente que comecei a ouvir muita música porque na minha casa ouvia-se tanto a que era feita por quem lá morava, como a que quem morava lá ouvia. Houve uma altura, com esses 12 ou 13 anos, em que comecei a querer fazer e descobrir a minha própria música, todos nós temos isso, que é, a uma certa idade nós ouvimos o que os nossos pais ou o que quem está à nossa volta nos mostra e, depois, começamos nós a querer escolher o que gostamos de ouvir. No meu caso, foi de ouvir e de fazer.

A família foi também uma grande influência a nível da minha maneira de estar na profissão. Noto grandes influências tanto da parte da minha mãe, como da parte do meu pai, o não haver vedetismos e o sermos todos iguais, no sentido em que o cantor não é mais do que o músico que acompanha a bateria ou a guitarra. Ganhei muito com essa maneira de estar.

Musicalmente falando, chegou uma altura, com 12 ou 13 anos, que peguei em tudo o que já tinha ouvido até essa idade e comecei a ganhar um gosto próprio. Tanto que, até ao dia de hoje, ainda musicalmente falando, não tenho nada a ver com o que o meu pai faz. Mas, sem dúvida, essa influência esteve sempre lá.

Alguma vez se imaginou a ser o músico que é hoje, com tanto sucesso?

Não, mas sempre me imaginei a fazer música, com mais ou menos sucesso. Nunca me via a fazer outra coisa.

Isso foi uma sorte que tive, e que há muita malta mais nova que não tem: é a sorte de muito cedo já se saber o que quer. Tenho amigos que nem com 16, nem com 20 estavam perto de saber o que queriam fazer. Portanto, nessa parte estava tranquilo.

Podia resultar, tanto como podia não resultar. Sempre disse que, mesmo se eu tivesse outra profissão qualquer, ia sair do trabalho, chegar a casa, abrir o computador e fazer música, nem que fosse só para eu curtir.

Relativamente ao sucesso, gosto de acreditar que tem a ver com trabalho. Sou uma pessoa muito metódica, calculo quase como uma distância os passos todos que vou dar e sempre fui um bocado assim. Gosto de acreditar que o possível sucesso possa ter a ver com isso.

Falando em sucesso, foi no auge em 2015, se não estou em erro, que as plataformas digitais começaram a assumir um papel mais importante, principalmente na divulgação artística. Considera as redes sociais um fator decisivo para a consolidação da sua carreira?

Sim, começaram a aparecer as redes sociais, o YouTube também. Na verdade, as minhas primeiras músicas que foram parar ao YouTube nem fui eu que as publiquei lá…

Foram os seus fãs…

Exatamente, mas na altura nem os considerava fãs. Antigamente, na escola, a malta passava músicas que a gente curtia em CD ou numa PEN. Quando os meus amigos passavam as músicas lá da Beyoncé ou de quem quer que fosse, no meio dessas vinte ou trinta músicas, estava lá uma ou duas minhas. Mais tarde ou mais cedo, quando apareceu o YouTube, essa PEN já tinha passado por pessoas que publicavam as músicas no YouTube.

Ao início ajudaram-me, mas nem foi propositado. Nem sabia bem que existiam as redes sociais, as músicas foram lá parar. Depois, naturalmente, comecei também a interessar-me. Não vou dizer que fui o primeiro, mas fui dos primeiros a atuar nas listas das escolas secundárias, com a “wella” por exemplo. Fiz muito disso, por isso gosto de acreditar, sem ter a presunção de dizer que fui o primeiro, mas, sim, fui dos primeiros a fazer essa cena que no dia de hoje é normal e que todos fazem quando estão a começar.

Para além da imagem

O Agir marca pelo seu visual diferente que lhe garante ser reconhecido facilmente em qualquer lugar. Enquanto autor, há uma mensagem central que pretende transmitir ao seu público. E enquanto homem?

Boa…nunca me pus a pensar nisso, mas se todos fossem um bocado como eu, provavelmente havia muita coisa que não andava para a frente, no sentido em que não sou uma pessoa de defender muito as bandeiras, sou excessivamente pragmático.

Nos dias de hoje existe mais gente que tem tatuagens do que gente que não tem, não é por aí. Mas eu tenho noção que quando comecei a fazer, se fosse andar de metro, ia ter alguém a olhar para mim. Nunca fui nada revoltado nesse aspeto, sempre me passou ao lado. No entanto, não é porque a mim me passa ao lado que não seja efetivamente um problema, e que não devam existir pessoas a falar disso e a tentar lutar contra isso.

Acho que quando gostamos de um artista, gostamos de saber também as coisas que ele defende. Mas, na minha opinião, o meu dever, ou seja, o que devo mostrar e garantir que é bem feito é música. Tudo o resto é um extra. Não acho que seja a obrigação de um artista defender seja o que for, e as pessoas saberem o que ele defende. Acho que nós, enquanto pessoas, é que devemos decidir fazê-lo ou não. Obviamente, se tivermos mais exposição mediática, devemos lutar pelas coisas em que acreditamos, mas não acho que um artista seja menos nobre se não o fizer. Não sou uma pessoa desligada a nível solidário, simplesmente acho que as pessoas devem ser observadoras e perceber através das letras. Um artista não tem obrigatoriamente de ser um exemplo. Tem de fazer boa música, tal como o arquiteto tem que fazer um bom prédio. Tudo o resto é um extra que, se vier, ainda melhor. Mas não faz de ti menos artista, se não quiseres dar a cara por uma data de coisas que se devem fazer na vida pessoal. Se calhar, faço cenas solidárias todos os dias ou trabalho com pessoas todos os dias, e sou discreto nesse sentido.

Então transmite esse exemplo através da música?

Sim. No entanto, não seria menos artista por fazer música de festa que transmita zero “coisas” sociais. Tem de haver de tudo…A verdade é que uma música que me ajude a não pensar rigorosamente em nada tem tanto valor como uma música que me ponha a pensar em coisas interessantes. O entretenimento e a arte têm esse poder muito bom, de escape, que muitas vezes não é valorizado pelas pessoas. Tenho músicas que quero que as pessoas percebam pela sua letra, mas também tenho outras que não quero que as pessoas pensem e apenas que se divirtam, e isso tem exatamente o mesmo valor.

 

Entrevista realizada em março de 2019.

    
Agir Música Silêncio Caviar 2019-06-26
Jaime Lourenço
Tags Agir Música Silêncio Caviar
Artigo anterior :

João Rebelo: “A influência que as universidades têm na formação de uma pessoa é bem mais importante do que se julga”

Artigo seguinte :

NIP-C@M publica e-book sobre Comunicação Digital

Artigos relacionados

Cláudia Lopes: “Não temos cultura desportiva, temos cultura clubística”

Cláudia Lopes: “Não temos cultura desportiva, temos cultura clubística”

Rita S. Cotrim 18 Set 2018
Nuno Borges: “O que separa os melhores é a disponibilidade mental, a atitude e a experiência”

Nuno Borges: “O que separa os melhores é a disponibilidade mental, a atitude e a experiência”

Afonso Seguro 23 Jan 2026
Margarida Davim: “O jornalismo deixou-se contaminar por lógicas imediatistas e perdeu pé”

Margarida Davim: “O jornalismo deixou-se contaminar por lógicas imediatistas e perdeu pé”

Sérgio Martinha 27 Mar 2025

Veja também

As “100 Mais” de 2025

As “100 Mais” de 2025

São as nossas “apostas”, os temas que destacámos, quer de artistas conhecidos quer de novos talentos. Aliás, continuamos a nossa missão de mostrar cantores que

Rádio em direto

  • Popular
  • Últimos
  • Tags
  • Maria João Faustino: “Há uma nova caixa de pandora”

    Maria João Faustino: “Há uma nova caixa de pandora”

    Ariana Romão 16 Abr 2026
  • As comemorações da Revolução

    As comemorações da Revolução

    UALMedia 25 Abr 2014
  • Vinis de abril

    Vinis de abril

    João Santareno 25 Abr 2014
  • Onde estava no 25 de abril?

    Onde estava no 25 de abril?

    João Honrado 25 Abr 2014
  • 40 anos, 20 Fotos

    40 anos, 20 Fotos

    João Serralha 25 Abr 2014
  • 25 Abril

    25 Abril

    25 Abr 2014
  • Maria João Faustino: “Há uma nova caixa de pandora”

    Maria João Faustino: “Há uma nova caixa de pandora”

    Ariana Romão 16 Abr 2026
  • Jordan van der Gaag: “Acho que estou numa das melhores fases da carreira”

    Jordan van der Gaag: “Acho que estou numa das melhores fases da carreira”

    Gabriel Narciso 09 Abr 2026
  • Ucranianos em Portugal: a união como refúgio

    Ucranianos em Portugal: a união como refúgio

    Anna Chepak 01 Abr 2026
  • Estudantes de Ciências da Comunicação visitam agência F5C – First Five Consulting

    Estudantes de Ciências da Comunicação visitam agência F5C – First Five Consulting

    UALMedia 30 Mar 2026
  • Alexandre Poço: “Ser primeiro-ministro seria um sonho”

    Alexandre Poço: “Ser primeiro-ministro seria um sonho”

    António Barrocas 25 Mar 2026
  • A segunda vida da torrada

    A segunda vida da torrada

    Gabriel Narciso 22 Mar 2026
  • Rádio Autónoma podcast ualmedia no ar animação vinil joão de sousa Universidade atelier Entrevista aula mariana rebocho poesia pontocom joao santareno de sousa prática academy disco academycamente futebol Leonor Noronha Lídia Belourico António Bernardino cristina patrício
  • Ficha Técnica
  • Política de Privacidade
  • Manual de redacção

Últimas notícias

Maria João Faustino: “Há uma nova caixa de pandora”
Jordan van der Gaag: “Acho que estou numa das melhores fases da carreira”
Ucranianos em Portugal: a união como refúgio
Alexandre Poço: “Ser primeiro-ministro seria um sonho”
Cifrão: “A dança deu-me tudo o que tenho”
O silêncio das lojas que fecham: a última geração do comércio tradicional em Ponte de Lima
Estudantes de Ciências da Comunicação visitam agência F5C – First Five Consulting
Paulo Paulino: “O que mais quero é não desiludir os alcoutenejos”
Catarina Carvalho: “Somos todos iguais perante a cidade”
Vera Fernandes: “Acho que qualquer pessoa que hoje faça rádio quer pertencer à Comercial”
Clara Não: “O ativismo não pode começar e acabar num clique”
A segunda vida da torrada
Nuno Dias: “A pressão é um privilégio”
Mário Lopes: “A cultura é determinante para o funcionamento de uma sociedade e para compreendermos o que ela é”
Maria da Graça Carvalho: “Ser ministra do Ambiente e Energia é um dos momentos mais marcantes da minha vida profissional”
Vasco Palmeirim: “As audiências e o dinheiro não são tudo”
Mantas de Minde: uma tradição por um fio
DCC marca presença no congresso da SOPCOM
Carolina Steffensen: “A televisão não é a minha vida”
O verniz que pintou o ódio de azul celeste
Manuel Pureza: “O humor serviu-me para desarmar murros”
Cármen Monereo assina capítulo de livro sobre Media, Arte e Tecnologia no espaço lusófono
Isabel Nery publica grande reportagem no PÚBLICO
Nuno Borges: “O que separa os melhores é a disponibilidade mental, a atitude e a experiência”

Últimos Podcasts

  • Não temos paciência: Mínimos
  • Academycamente: Um mundo com Inteligência Artificial
  • Não temos paciência: Restaurantes
  • PontoCom: Lutz – “Quando quero transmitir um sentimento, meto na música o sentimento todo”
  • Achas é bonito ser feio? #Ep. 105
© Copyright 2024, Todos os direitos reservados | Website desenvolvido por: Trace - Soluções Internet
Escola Superior de Enfermagem