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-Início»Entrevistas»Odete Santos: “Teremos força bastante para fazer um Abril novo”
Na AR em 1995

Odete Santos: “Teremos força bastante para fazer um Abril novo”

Raquel Proença 22 Ago 2014 Entrevistas

Resistente convicta, Odete Santos falou ao UALMedia sobre o dia 25 de Abril de 1974 e sobre o seu percurso político. Confessa que muitas coisas ficaram por fazer.

É conhecida pela irreverência, pela convicção de posições e pela energia com que se entrega às causas e aos valores em que acredita.
Maria Odete dos Santos, 73 anos, nasceu no Sabugal, mas foram Lisboa e Setúbal que marcaram a sua trajetória pessoal e política. Formou-se em Direito e foi deputada do Partido Comunista Português na Assembleia da República durante 27 anos (1980-2007). Nas lutas estudantis de 1962, descobriu o valor da liberdade.
Odete Santos destacou-se na defesa dos direitos, liberdades e garantias, assim como na afirmação e na defesa dos direitos da mulher. Durante a sua permanência no parlamento, trabalhou na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, na Comissão de Saúde, na Subcomissão para a Igualdade de Oportunidades e na Subcomissão de Justiça e Assuntos Prisionais.
Pelo contributo dado para o desenvolvimento do país, Odete Santos foi agraciada pelo ex-Presidente da República Mário Soares com a Medalha de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique (1998).
Odete Santos é ainda uma figura de renome na atividade cultural, nomeadamente no teatro e na literatura. Começou no teatro amador, destacando-se na apresentação de peças de Gil Vicente e de outros autores.

Que recordações tem da sua infância no Sabugal?
Guardo da minha infância ótimas recordações. Vivendo numa vila de província, aliás, numa zona que chegou a fazer parte do condado de León, em Espanha, tive uma infância de liberdade. Ia diariamente ao Rio Côa com a minha gata que caçava cobras de água. Enfim, foi uma infância verdadeiramente feliz. Subia às árvores para ver os ninhos, colhia espigas nos campos. Aos sábados, andava muito de bicicleta. De vez em quando, ia com os meus pais a Espanha. Mais tarde, fomos viver para Setúbal.

A ida para Setúbal alterou a sua vida? Como foi a adaptação a uma nova cidade?
Foi muito complicada. Eu vinha da província, de uma vida rural e pacata, onde era muito bem tratada, pois os meus pais eram professores primários e, como tal, muito considerados. Em Setúbal, tive que fazer uma nova aprendizagem da vida. Digamos que as diferenças sociais entre a classe média baixa, à qual eu pertencia, e a classe inferior a essa eram mais esbatidas. Daí o choque a que fui submetida. Ser filha de professores primários já não era tão relevante.

Como era o liceu antes do 25 de Abril?
O liceu era mais uma prova de resistência do que uma escola de saberes. Resistência ao ensino livresco que rouba a compreensão da vida. Resistência a uma disciplina que não se compreendia, o que tornava as relações entre professores e alunos frias e distantes. Resistência a um código de preconceitos que espartilhavam as relações entre os sexos. Era também uma escola de luta para preservar espaços de liberdade. Foi no liceu que aprendi o papel da censura no dia em que, por duas professoras da Mocidade Portuguesa, foi proibida a representação da quase totalidade da fala de Lianor Vaz na “Farsa de Inês Pereira”, de Gil Vicente. Apenas porque desenvolvia críticas à licenciosidade do clero!

E quando foi estudar para Lisboa, como foi o seu percurso?
Normal. Não fora o facto de ter ficado num internato para filhas de professores primários, o que trouxe nova carga de preconceitos e novas mordaças à liberdade de expressão. Mas até isso era a normalidade da vida de uma estudante.

O curso de Direito

Escolheu a licenciatura em Direito. Porquê?
Tive algumas hesitações entre o curso de Histórico-Filosóficas e o curso de Direito. Acabei por optar por Direito, por razões meramente económicas. Por ser um curso com mais saídas profissionais. E também porque as minhas colegas me tinham convencido de que, por ser rebelde, deveria ter jeito para a advocacia. E ainda bem que optei por Direito. É que, por motivos políticos, nem me deixaram ser funcionária pública, negaram-me inclusivamente o diploma de professora do ensino particular, dentro do espírito, à boa maneira nazi do berufsverbot (emprego proibido), sistema que ainda há pouco tempo existia na Alemanha. Assim, restou-me o recurso à advocacia, coisa que não poderia dispor se tivesse seguido Histórico-Filosóficas.

Foi a escolha certa?
Sim, mas na altura fiquei muito desiludida. Era só decorar e decorar. Ainda me lembro de um desenho que ilustrava uma capa do “Boletim da Associação Académica de Direito”. Uma lente de orelhas de burro a folhear sebentas. É claro que o boletim foi logo proibido e apreendido pela PIDE.

Se pudesse, que curso escolheria hoje?
Escolheria um curso científico, um curso de neurociências. É que a ciência evolui mais rapidamente que o pensamento humano e é a ciência que impulsiona a evolução desse pensamento.

Como era ser uma estudante universitária nos anos 60?
Era uma luta incessante contra os preconceitos, para mais num curso reservado ao sexo masculino. As mulheres não podiam ser magistradas, nem diplomatas. Tudo profissões relacionadas com o curso de Direito. Era treinar a memória a decorar sebentas. Mas, apesar de tudo isso, era ter ainda tempo para sonhar com um mundo novo, liberto de fascismos.

Política e PCP

Foi na altura da faculdade que se começou a interessar pela política?
Embora muito ao de leve, comecei a interessar-me por política muito antes da faculdade. Tive a sorte de o meu pai ter sido colocado como professor primário em Alpiarça, terra de grandes tradições revolucionárias. Teria uns três anos de idade. A lição que o meu pai retirou da luta dos trabalhadores rurais, transmitiu-mas. Fico-lhe a dever o amor pela liberdade. Depois, mesmo quando ainda era criança e adolescente cresci a ouvir falar da Guerra da Coreia, no paralelo 38, na morte de Julius e Ethel Rosenberg na cadeira elétrica, acusados injustamente de espionagem a favor da União Soviética. A faculdade, com destaque para as greves de 1962, foi a continuação do meu interesse pela política. Para trás tinham ficado as eleições de Humberto Delgado.

E como é que teve contacto com o Partido Comunista?
Foi um contacto muito breve, mas que deixou marcas profundas. Fui convidada para entrar no partido e lembro-me de ter recusado inicialmente, alegando que, em caso de prisão, poderia não aguentar as torturas da PIDE.

Mas foi convencida…
Sim. Apenas tive uma reunião na célula. Acabei por ser denunciada por um bufo que se tinha infiltrado na organização, de nome Nuno Álvares Pereira.

Como é que caracteriza o seu percurso político?
Percurso de resistência na luta de ideais e de persistência num mundo também, tradicionalmente, reservado aos homens.

E tem saudades da Assembleia da República?
Sim e não. Tenho saudades de bons e acesos debates. Não tenho quando o cheiro a bafio se sobrepõe…

O dia 25 de abril

Como foi o dia 25 de Abril de 74?
Começou por ser um dia normal. Não sabia o que estava para acontecer. Saí muito cedo de casa, pois tinha um julgamento e precisava de ir primeiro ao escritório. Entrei no carro e liguei o rádio, tendo ouvido o final de um comunicado apelando à calma. Pensei para mim: A Guiné deve ter caído. Só quando cheguei ao tribunal e encontrei o juíz com os auriculares postos é que comecei a aperceber-me do que se estava a passar. Mas só ao fim do dia é que me convenci de que a liberdade tinha chegado. Até essa altura, receei que se tratasse de um golpe de direita. As pessoas estavam muito felizes.

E para si, em particular, o que é que significou?
A conquista das liberdades. Da liberdade de pensar, da liberdade de expressão.

Quais foram para si as maiores conquistas de Abril?
Para além da conquista da liberdade, há todas as conquistas na área dos direitos sociais, agora tão duramente ameaçadas e mesmo destruídas. Mas Abril saberá resistir. Teremos força bastante para fazer um Abril novo.

Os palcos

Em relação ao teatro, qual foi a peça que lhe deu mais gosto representar?
O “Pranto da Maria Parda”, de Gil Vicente, a “Farsa de Inês Pereira”, também de Gil Vicente. Ou não fosse Gil Vicente o grande dramaturgo da liberdade! “Não se embarca tirania neste batel divinal”, dirá uma das suas personagens de um dos autos das barcas.

Como é que, hoje, ocupa os seus tempos livres?
Tento escrever, continuo a estudar, nomeadamente poesia. Leio, quando os olhos me deixam. Faço debates por esse país fora.

Ficaram algumas coisas por fazer?
Muitas coisas ficam por fazer. Nomeadamente na área do teatro. Não penso fazê-las. O tempo é curto e, como diz José Gomes Ferreira, “viver sempre também cansa”…

Trabalho realizado no âmbito da unidade curricular de Técnicas Redactoriais II da licenciatura em Ciências da Comunicação.

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2014-08-22
Autor UALMedia
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