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Exclusão e Cidadania na Era Digital

Opinião

Inês Amaral 06 Mai 2014 Conteudos

As crescentes transformações tecnológicas da sociedade atual remetem os excluídos digitais para uma condição de subcidadania. A infoinclusão, como realidade dominante, traduz necessariamente uma grande franja de infoexcluídos.

Na sociedade de hoje, de crescentes transformações tecnológicas, é importante que todas as pessoas, independentemente da idade, tenham acesso ao capital digital. Não dominar as Tecnologias da

Informação e Comunicação é estar numa condição de subcidadania, é não estar equitativamente dotado com o mesmo conhecimento digital dos demais, é estar fragilizado na sua condição de cidadão.

A literacia digital assume, no contexto da cidadania, um papel crucial. Porque é uma evidência que a influência das novas tecnologias nas esferas pública e privada da sociedade, mais do que uma reformulação, originou um novo campo social e interfere diretamente na forma como percecionamos o mundo, nos relacionamos com este e com os outros. Espaço de fluxos (Castells, 1996), a rede arroga-se como a dimensão social da tecnologia permitindo a difusão de comunicação/informação à escala global. O que provoca um intenso processo de inclusão e exclusão de pessoas na rede.

As dinâmicas destes territórios estão diretamente associadas à forma como as variáveis sociais, demográficas, económicas e tecnológicas se condicionam entre si, revelando o potencial de disseminação de informação e conhecimento através das tecnologias. O contexto geográfico destas sociedades pode ser interpretado à luz dos dados de acesso à rede.

No entanto, a geografia da sociedade da informação ultrapassa a questão territorial porque as variáveis que a definem assumem uma dimensão global: a literacia digital. A exclusão digital, como consequência da globalização, remete para uma condição de subcidadania os que não têm acesso ao capital digital. E a exclusão social, como consequência do analfabetismo digital, é uma realidade para milhões de pessoas espalhadas pelo mundo. Mais do que dominar as tecnologias, a literacia digital remete para uma lógica de competências de utilização em contextos distintos, recorrendo ao sentido crítico e a uma capacidade de interpretação que ultrapasse o determinismo tecnológico.

As tecnologias de e em rede são atualmente parte integrante da vida diária de milhões de pessoas e fomentam a inteligência coletiva (Lévy, 2001, 2004; Jenkins, 2006). Há uma revolução social online em curso, no que concerne à utilização e apropriação da tecnologia. As pessoas estão a alterar os seus comportamentos: trabalham, vivem e pensam em rede. E a esta realidade não há como fugir. Mas parece evidente que a capacitação dos cidadãos para a utilização das tecnologias é, mais do que um conjunto de directrizes políticas a preencher manchetes, uma necessidade.

Kofi Annan, durante a Assembleia Mundial sobre o Envelhecimento Humano, referiu um provérbio africano que diz que “quando morre um velho, desaparece uma biblioteca”. No entanto, hoje estamos longe dos modelos de aprendizagem, baseados na transmissão oral das memórias. Os novos modelos de aprendizagem exigem uma formação ao longo da vida, orientada ao conhecimento em permanente mutação e transformação num mundo onde a informação flui a uma velocidade impossível de alcançar. Assim, impõem-se estratégias em rede – atentas às desritmias nas aprendizagens – que potenciem a capacitação a partir das unidades curriculares já existentes nos currículos dos estabelecimentos de ensino, independentemente dos níveis de formação, tal como a introdução de unidades curriculares que se dediquem especificamente à literacia mediática e digital.

Remeter a literacia digital para a formação em softwares informáticos é eternizar uma falácia. A literacia digital e a educação para os media são urgências em Portugal e na Europa. Tornam os cidadãos mais cidadãos. Maximizam a cidadania. E será precisamente isso que o Referencial de Educação para os Media (produzido por Manuel Pinto, Sara Pereira e Eduardo Jorge Madureira), homologado esta semana, pode alterar o cenário da Educação Pré-Escolar, Ensino Básico e Secundário. A evolução pode passar por aqui. Contra a condição de subcidadania a que a iliteracia mediática e digital remetem os cidadãos.

[Texto escrito conforme o Acordo Ortográfico]
    
2014-05-06
Ana Cabeças
Artigo anterior :

Referencial de Educação para os Media aprovado pelo Governo

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Deve-se ensinar o povo a ler?

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