• Universidade Autónoma de Lisboa
  • Autónoma Academy
  • NIP-COM

UALMedia

Menu
  • Notícias
    • Paula Lopes eleita presidente do Conselho Científico da Autónoma4 Dezembro, 2025
    • Autónoma estreita relações com entidades militares brasileiras28 Novembro, 2025
    • Luís Bernardino publica artigo sobre Brasil e a CPLP18 Novembro, 2025
    • Cármen Monereo participa no Djar Fogo International Film Festival3 Novembro, 2025
  • Reportagens
    • Foram manifestamente exageradas as notícias sobre a morte do vinil27 Outubro, 2025
    • A economia circular chega às estantes: as livrarias em segunda mão conquistam Lisboa24 Setembro, 2025
    • Veganismo: “Não é preciso mudar tudo de uma vez”3 Setembro, 2025
    • Cidade FM: descontraída, mas profissional9 Julho, 2025
  • Entrevistas
      • Nuno Gomes: “Dentro de campo são 11 contra 11 e, muitas vezes, os melhores não ganham”4 Dezembro, 2025
      • Renata Belo: “Comecei a fazer dobragens quando tinha três anos”10 Novembro, 2025
      • Manuel Damásio: “O Benfica toda a vida foi um clube do povo. Eu também sou do povo”21 Outubro, 2025
      • Pedro Fernandes: “Gosto de fazer coisas que me divirtam”10 Outubro, 2025
  • Opinião
      • Opinião
        • 20 de novembro de 2024: Dia Universal das CriançasAna Paula Pinto Lourenço
        • Mascarados de nada Cheila Lafayette
        • Carta ao Pai Natal Cheila Lafayette
        • A Lua de Joana: Um aviso para a saúde mentalMariana Rebocho
      • Crónicas
        • O regresso nostálgico de Angry Odd KidsDiogo Mendes
        • Cooperativa Kallax: uma banda especialDiogo Mendes
        • Os jovens, afinal, gostam de política  Henrique Gussul
      • Críticas
        • O regresso nostálgico de Angry Odd KidsDiogo Mendes
        • Cooperativa Kallax: uma banda especialDiogo Mendes
        • Overthinking: o 8º pecado mortalTatiana Martins
  • Dossiers
    • IV Congresso Internacional do OBSERVAREUALMedia
    • Bastidores da Emissão de TVJoão Veloso
    • Conferência “Os Jovens, o Jornalismo e a Política”UALMedia
    • Projetos TVUALMedia
  • Cábulas
    • Erasmus+16 Outubro, 2018
    • O que é Literacia Mediática?4 Junho, 2018
    • O que é o Código Deontológico dos Jornalistas?5 Abril, 2018
    • Regulamento Geral de Proteção de Dados4 Junho, 2018
  • Artigos
    • O Associativismo em Portugal: dos despejos à esperança por um futuro26 Março, 2024
    • Do desinteresse à participação: Educação no caminho para as urnas1 Março, 2024
    • Comunidade cigana: as inverdades que levam à discriminação e exclusão29 Junho, 2023
    • Neonatologia: Quem cuida dos cuidadores23 Março, 2023
  • Rubricas
    • César Boaventura assume: consequências da acusação de viciação de resultados foram positivas2 Outubro, 2020
    • Raio-X ao Futebol: ‘Águia’ já joga o triplo2 Outubro, 2020
    • Raio-x ao Futebol: O campeão da incompetência16 Julho, 2020
    • Raio-X ao Futebol: Benfica volta a escorregar e deixa o título à mercê do Porto14 Julho, 2020
  • UALMedia Rádio
      • Podcasts
          • Vinil
          • Uma história para o Dia do Pai
          • Too Spicy
          • PontoCom
          • Ponto de Vista
          • Poesia
          • Passagem de Turno
          • No Ar
          • Não temos paciência
          • Laboratório
          • Histórias Com Sons
          • Frente & Verso
          • Escrito Por Linhas Tortas
          • Dois à Deriva
          • Confiança
          • Conferências
          • Calma
          • Café & Crime
          • Achas que é bonito ser feio?
          • Academycamente
      • Notícias
        • Rádio no Banco Alimentar
        • Academycamente: Vamos de férias, mas é ouvir!
        • Voluntários para animar uma causa
      • Podcasts Antigos
          • What´s Popin, What´s Flopin
          • Triângulo com quatro lados
          • Trepadeira
          • Trendy News
          • Top 10
          • Thursday´s Vibez
          • Sundown
          • RitUAL
          • Reflexões da Ana
          • Ready. Gap. Go!
          • Rapresentação
          • Psicologia Para Todos
          • Poddemos Descomplicar
          • Pessoas e Pessoas
          • Pensar nas expressões
          • Palavra Certa
          • O Condomínio das Intrigas
          • Malucos na Uni
          • Lusofonia
          • Lá na zona
          • Jazz and Blues
          • Incrível
          • Homo Economicus
          • Girls Like Sports 2
          • Falando Claramente
          • Êxitos de Sempre
          • eTalks
          • Escolhe Tu
          • Entre Linhas
          • Educadores
          • Duas à Sexta
          • Disco Por Inteiro
          • Dinosaur Cataclysm
          • Dance
          • Crónicas & Murais
          • Conversas de café
          • Cão com pulgas
          • Cá vai disco
          • Bola ao centro
          • As quatro da vida airada
          • Amargo & Doce
          • 2000 Watts
          • ´Tàs à vontade
      • Estatutos
      • Grelha de Programação
Últimas
  • Web Summit: Portugal no ecrã, cultura em destaque   |   12 Dez 2025

  • Nuno Gomes: “Dentro de campo são 11 contra 11 e, muitas vezes, os melhores não ganham”   |   04 Dez 2025

  • Paula Lopes eleita presidente do Conselho Científico da Autónoma   |   04 Dez 2025

  • Autónoma estreita relações com entidades militares brasileiras   |   28 Nov 2025

  • Rádio no Banco Alimentar   |   25 Nov 2025

  • UAL em destaque na Conferência Internacional sobre Reclusão   |   18 Nov 2025

 
-Início»Artigos»Acupuntura: reequilibrar o organismo

Acupuntura: reequilibrar o organismo

Catarina Marques 07 Set 2020 Artigos, Artigos

Estima-se que esta técnica de medicina tradicional chinesa tenha sido desenvolvida há mais de 3000 anos, na China. No entanto, só há cerca de 30 é que chegou a Portugal. Apesar do método ser reconhecido pela OMS (Organização Mundial da Saúde), ainda suscita muito ceticismo na sociedade.

Ao longo de vários anos, foram desenvolvidas diversas teorias relacionadas com o aparecimento da acupuntura. Acredita-se que a medicina tradicional chinesa tenha sido desenvolvida há cerca de 3000 anos, na China, por médicos do imperador. Segundo conta Sofia Candeias, especialista na área, “esta necessidade de criar uma técnica de prevenção da saúde surgiu, pois antigamente estes médicos só recebiam o seu salário se o imperador estivesse bem de saúde. Assim sendo, ao longo de milhares de anos, foram desenvolvidos métodos para equilibrar a energia que circula nos meridianos de forma a evitar o seu desequilíbrio”.

A acupuntura é uma técnica da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), com finalidade terapêutica ou preventiva. “Consiste na inserção de agulhas, de pequena espessura, em determinados pontos do organismo humano. Estes pontos situam-se nos meridianos, que são canais sem estrutura anatómica onde circula a energia dos órgãos. Ao inserir a agulha na pele, é desencadeado um impulso nervoso que provoca um estímulo no cérebro, podendo produzir endorfinas do bem-estar, substâncias analgésicas ou anti-inflamatórias, entre outros mediadores químicos, dependendo do ponto estimulado. Pretende-se o reequilíbrio da circulação energética dos órgãos de forma a promover a sua saúde”, descreve.

Reconhecimento da OMS

Segundo a Medicina Tradicional Chinesa, a acupuntura consegue tratar cerca de 300 doenças. No entanto, apesar de ser a única medicina complementar reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de doenças que se comprovou serem tratáveis pela acupuntura, através de ensaios clínicos publicados pela OMS, é consideravelmente inferior, rondando as 40, como se pode ver pelo relatório intitulado Acupuntura: revisão e análise de resultados dos ensaios sobre clínicos controlados. Entre as patologias em que os benefícios foram reconhecidos, encontram-se as doenças emocionais e psíquicas, como a ansiedade e a depressão, as doenças e sintomas neurológicos, como por exemplo as enxaquecas, e também sintomas provenientes de outras condições, como o mal-estar e as dores provocadas pela doença oncológica.

Em 2003, com a publicação da primeira lei no Diário da República, sobre terapêuticas não convencionais, iniciou-se o processo de regulação da profissão e dos cursos de Medicina Tradicional Chinesa, em Portugal. Mais tarde, foram publicadas novas leis de forma a complementar esta primeira. No entanto, a acupuntura era já reconhecida como competência médica, pela Ordem dos Médicos, desde 2002. Posteriormente, foi publicada a  Declaração de Lisboa sobre Acupuntura Médica com o objetivo de avaliar e decidir sobre a prática da mesma. Esta declaração reuniu a Sociedade Portuguesa Médica de Acupunctura (SPMA), a Sociedad de Acupuntura Médica de España (SAME) e a Ordem dos Médicos.

Durante o tratamento

Como em qualquer tipo de tratamento, também na acupuntura é necessário ter uma primeira consulta para obter um diagnóstico. “Antes de passar à sessão, é preciso fazer uma primeira consulta para avaliar o paciente, perceber quais as razões que o levaram a optar por este método, analisar todos os sintomas e fazer um diagnóstico”, esclarece.

A escolha dos pontos a estimular, bem como a profundidade da colocação das agulhas e a sua quantidade – por norma entre 15 e 25 por sessão – são definidas consoante esta análise. Como garante Sofia Candeias, “este estudo acontece, não só através de uma conversa entre o especialista e o paciente, mas também da avaliação dos exames médicos mais recentes. Apesar de não ser necessária uma prescrição por parte de um clínico de medicina convencional para recorrer à ajuda da acupuntura, deve sempre existir um complemento entre as duas áreas para se poder obter uma melhor análise do paciente e, consequentemente, um resultado mais eficaz”.

Segundo a especialista, “qualquer pessoa pode fazer acupuntura caso tenha algum sintoma que possa ser tratado ou melhorado pela mesma”. No entanto, adverte, “há casos em que é necessário ter especial atenção, como por exemplo pacientes que sofram de epilepsia, sendo esta outra razão da importância da consulta inicial de análise do paciente”. A adicionar a este aspeto, é também relevante esclarecer que “não é necessário ter cuidados antes nem depois da sessão, exceto em algumas situações onde é aconselhável o descanso após a mesma”.

Embora ainda exista algum receio em recorrer a esta terapêutica não convencional, é importante referir que a colocação de agulhas não é, como refere Sofia Candeias, «dolorosa, sentindo-se apenas um pequeno “choque”». Também não existem quaisquer riscos nem efeitos secundários associados, a não ser, por vezes, um pequeno hematoma: “Quando é feita por um profissional qualificado não tem perigo. É como uma cirurgia, tem sempre os seus riscos, mas se for feita por quem sabe em princípio correrá tudo bem.”

Aumento da procura

De acordo com o Instituto de Medicina Tradicional (IMT), nos últimos anos, o recurso à acupuntura tem aumentado consideravelmente, em Portugal, mesmo havendo ainda alguma desconfiança sobre os benefícios desta técnica de saúde milenar. “As pessoas aparecem nas consultas depois de já terem tentado muitas outras opções e nenhuma ser benéfica para o seu problema”, indica. Mas não só. A procura também tem aumentado porque “cada vez mais há quem queira cuidar do seu organismo sem recorrer a químicos”, acrescenta.

A principal razão que levou a este aumento de pacientes, no entender da especialista, “foi o manifesto e a partilha de resultados clínicos muito positivos em diversos tipos de doença, ajudando a que o ceticismo em relação a esta terapêutica seja reduzido”. Apesar de esta prática já ter sofrido uma evolução acentuada em Portugal, continuam a existir muitas pessoas que não reconhecem a acupuntura. “Enquanto não houver um maior conhecimento em relação a este tema, vão sempre existir”, remata Sofia Candeias.


O que a Lei advoga sobre as terapêuticas não convencionais:

Lei n.º 45/2003: Foi a primeira lei em Portugal referente às terapêuticas não convencionais. Pretende enquadrar a atividade dos profissionais que praticam as terapêuticas não convencionais.

Lei n.º 71/2013: Surgiu como forma de regulamentar a apresentada anteriormente. Anuncia o acesso às profissões relacionadas com as terapêuticas não convencionais, aprovando o seu exercício no setor público ou privado, com ou sem fins lucrativos;

Portaria n.º 45/2018: Foi com a publicação desta portaria que se definiram quais os estudos necessários e obrigatórios para exercer uma profissão como profissional de terapêuticas não convencionais.


Contactos úteis:

A SPMA é uma associação portuguesa criada não só para representar os médicos que praticam a técnica de acupuntura, em Portugal, mas também para divulgar os avanços na investigação científica da prática.

    
Acupuntura Meridianos Organismo Organização Mundial da Saúde Reequilíbrio 2020-09-07
Jaime Lourenço
Tags Acupuntura Meridianos Organismo Organização Mundial da Saúde Reequilíbrio
Artigo anterior :

Pedro Pinto: “O papel do jornalista não é julgar, mas sim dar a conhecer aquilo que são as várias versões da realidade”

Artigo seguinte :

Abusos infantis: ser adulto depois de ser vítima

Artigos relacionados

O Associativismo em Portugal: dos despejos à esperança por um futuro

O Associativismo em Portugal: dos despejos à esperança por um futuro

Vasco Oliveira 26 Mar 2024
Aprender a lidar com o luto

Aprender a lidar com o luto

Vaishaly Camões 19 Set 2018
A raia despovoada e envelhecida

A raia despovoada e envelhecida

Cláudia Sanches 10 Ago 2020

Rádio em direto

  • Popular
  • Últimos
  • Tags
  • Web Summit: Portugal no ecrã, cultura em destaque

    Web Summit: Portugal no ecrã, cultura em destaque

    Francisco Fernandes 12 Dez 2025
  • As comemorações da Revolução

    As comemorações da Revolução

    UALMedia 25 Abr 2014
  • Vinis de abril

    Vinis de abril

    João Santareno 25 Abr 2014
  • Onde estava no 25 de abril?

    Onde estava no 25 de abril?

    João Honrado 25 Abr 2014
  • 40 anos, 20 Fotos

    40 anos, 20 Fotos

    João Serralha 25 Abr 2014
  • Web Summit: Portugal no ecrã, cultura em destaque

    Web Summit: Portugal no ecrã, cultura em destaque

    Francisco Fernandes 12 Dez 2025
  • Nuno Gomes: “Dentro de campo são 11 contra 11  e, muitas vezes, os melhores não ganham”

    Nuno Gomes: “Dentro de campo são 11 contra 11 e, muitas vezes, os melhores não ganham”

    Francisca Silva 04 Dez 2025
  • Paula Lopes eleita presidente do Conselho Científico da Autónoma

    Paula Lopes eleita presidente do Conselho Científico da Autónoma

    UALMedia 04 Dez 2025
  • Autónoma estreita relações com entidades militares brasileiras

    Autónoma estreita relações com entidades militares brasileiras

    28 Nov 2025
  • Rádio no Banco Alimentar

    Rádio no Banco Alimentar

    25 Nov 2025
  • Rádio Autónoma podcast ualmedia no ar animação vinil joão de sousa Universidade atelier Entrevista aula mariana rebocho poesia pontocom joao santareno de sousa prática disco futebol academy academycamente cristina patrício Leonor Noronha Lídia Belourico António Bernardino
  • Ficha Técnica
  • Política de Privacidade
  • Manual de redacção

Últimas notícias

Web Summit: Portugal no ecrã, cultura em destaque
Paula Lopes eleita presidente do Conselho Científico da Autónoma
Autónoma estreita relações com entidades militares brasileiras
Nuno Gomes: “Dentro de campo são 11 contra 11  e, muitas vezes, os melhores não ganham”
UAL em destaque na Conferência Internacional sobre Reclusão
Renata Belo: “Comecei a fazer dobragens quando tinha três anos”
Luís Bernardino publica artigo sobre Brasil e a CPLP
Cármen Monereo participa no Djar Fogo International Film Festival
Foram manifestamente exageradas as notícias sobre a morte do vinil
Manuel Damásio: “O Benfica toda a vida foi um clube do povo. Eu também sou do povo”
Pedro Fernandes: “Gosto de fazer coisas que me divirtam”
Patrícia Tavares: “Aos 16 anos, já tinha ouvido muitos nãos”
A economia circular chega às estantes: as livrarias em segunda mão conquistam Lisboa
Sahima Hajat: “O meu sonho é ter um restaurante com estrela Michelin”
Teresa Faria: “Nunca meti nenhuma cunha, não sei o que é isso”
Rodrigo Saraiva: “Acredito que Portugal e os portugueses podem muito mais”
Luís Bernardino participa em colóquio sobre Angola
ALICE e Autónoma publicam “Polarización política, emociones y campañas electorales”
Sónia Sénica publica “Ordem Tripolar”
Catarina Reis: “Uma história nunca é pequena demais para ser contada”
Veganismo: “Não é preciso mudar tudo de uma vez”
Carmo Lico: “Aceito que não gostem, mas não aceito que digam que não sei fazer”
André Paulo: “Quando o Ruben me ligou, pensava que estava a brincar”
Ana Moreira: “Na rádio, trabalhamos muito as palavras para lhes dar vida”

Últimos Podcasts

  • Não temos paciência: Sons irritantes
  • No Ar: 2025-12-11 18h
  • Achas é bonito ser feio? #Ep. 99
  • Não Temos Paciência: Estações do ano
  • Laboratório: Imortais 27
© Copyright 2024, Todos os direitos reservados | Website desenvolvido por: Trace - Soluções Internet
Escola Superior de Enfermagem