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Terapias não convencionais: uma alternativa viável

João Farinha 06 Jun 2016 Reportagens

Acupuntura, homeopatia e osteopatia são algumas das terapias alternativas com mais sucesso nos dias de hoje. Três especialistas e três pacientes contam como funcionam.
Acupuntura

Com origem na China há mais de cinco mil anos, a acupuntura é o principal ramo da medicina tradicional chinesa. “Tem como objetivo equilibrar as energias e vê o homem como um todo. Se as energias a nível dos órgãos internos não estão equilibradas, há uma doença, e a acupunctura equilibra essas energias”, diz Salvador Gonçalves, acupuntor formado pela Universidade de Medicina Chinesa.

Ao contrário da medicina convencional, que faz diagnósticos com base em exames e análises clínicas, a acupuntura tem um método distinto. “O diagnóstico que fazemos é energético, avaliamos a pessoa como um todo: a forma como anda, como se dirige a nós e até como fala. Avaliamos a língua, que é um bom indicador do estado de saúde energético da pessoa e os pulsos, que nos permitem identificar o estado dos órgãos a nível energético”, refere o médico.

Para além do tratamento, a acupuntura atua na prevenção de doenças e recorre a agulhas próprias para o efeito, estimulando pontos específicos do corpo humano. Porém, os pacientes não devem ter medo, pois estas não causam qualquer tipo de dor. “Normalmente, o medo das agulhas desaparece ao pôr a primeira agulha. A pessoa sente, verifica que o processo é indolor, e o medo desaparece.”

A acupuntura destaca-se por ser uma terapia abrangente, trata doenças de A a Z e, de acordo com Salvador Gonçalves, esta “tem uma maior taxa de sucesso no tratamento das doenças do sistema nervoso. Embora a maioria das pessoas olhe para a acupunctura como um tratamento da dor, é uma terapia muito associada ao mal-estar físico. As patologias ao nível da coluna vertebral e articulações são as que têm mais procura”.

Pedro Choy, especialista em medicina chinesa, explica à SIC Mulher como é feito um diagnóstico

Resulta mesmo?

Hélder Pinho, 54 anos, é técnico de vendas e já recorreu duas vezes à acupunctura. “Em 2011, para deixar de fumar, e em 2012, devido a uma paralisia facial.” Das duas vezes os resultados apareceram rapidamente, provando que não há um número exato de tratamentos para a terapia fazer efeito. “Da primeira vez fiz cerca de 10, não cheguei a fazer todos os tratamentos que estavam estipulados. No caso da paralisia facial, receitaram-me 25 mas só fiz 15 tratamentos.”

O tratamento anti-tabágico é procurado, sobretudo, por quem não quer recorrer ao tradicional método dos pensos e das pastilhas, afirma Hélder Pinho. “Não acredito em nada disso! Além do mais, nunca fui muito dado a medicamentos e uma das grandes vantagens da acupunctura é essa, o processo é 100% natural.” Além das agulhas, os tratamentos são quase sempre complementados com fitoterapia: fórmulas feitas à base de ervas e cogumelos chineses que podem ser tomadas em cápsulas ou gotas. A fitoterapia é outro dos ramos da medicina tradicional chinesa.

“Realmente funciona, porém, é como tudo na vida: a força de vontade é fundamental”

Apesar da celeridade, Hélder Pinho explica que o processo é gradual: “Fui reduzindo cerca de cinco cigarros por semana, inicialmente passei de 40 para 35 cigarros, depois para 30 e daí em diante.” Cinco anos depois, afirma “respirar melhor”, sentir-se “menos cansado” e ter deixado de “ter tosse de manhã”. No entanto, só a acupunctura não basta. “Realmente funciona, porém, é como tudo na vida: a força de vontade é fundamental.  Quando tive a paralisia facial comecei por fazer fisioterapia no hospital, mas não senti melhoras. Recorri de novo à acupuntura e melhorei significativamente. Desde então, não voltei a ter nenhuma paralisia e apenas faço exercícios de relaxamento muscular.”

Homeopatia

Medicamento homeopático. Créditos: detcos via Pixabay
Medicamento homeopático. Créditos: detcos via Pixabay

A homeopatia é uma terapia que surgiu no século XVIII pela mão de Samuel Hahnemann, médico alemão que, naquela época, descobriu um novo método de tratar algumas patologias. Através da aplicação de pequenas quantidades de substâncias que provocavam os mesmos sintomas de determinadas doenças, verificou que o organismo reagia, habituava-se e criava defesas que combatiam o foco da doença.

A homeopatia assenta em três leis base: Lei da Similitude, Lei das Doses Infinitesimais e Lei da Sucussão. Porém, para Alexandre Almeida, farmacêutico e homeopata, “a Lei da Similitude é a mais importante e o princípio fundamental da homeopatia: o semelhante cura o semelhante, isto é, aquilo que provoca a doença ou sintoma também deve ser capaz de o tratar”.

 “A energia que o homeopata coloca na diluição tem mais influência que a matéria-prima”

Sem qualquer contraindicação, a homeopatia pode não só tratar, mas também ajudar a prevenir qualquer doença através de medicamentos com características muito próprias. “Os medicamentos são de origem mineral, vegetal e animal. Pegamos em quantidades infinitamente pequenas das propriedades base (Lei das Doses Infinitesimais) e estas são diluídas em água ou álcool até serem próprias para consumo. No entanto, a energia que o homeopata coloca na diluição tem mais influência que a matéria-prima. O movimento da mão, a força e o jeito com que o preparado é abanado (Lei da Sucussão) fazem toda a diferença. É por isso que a homeopatia é uma medicina alternativa, o seu sucesso não depende exclusivamente da ciência”, explica Alexandre Almeida, que acrescenta que “os medicamentos podem ser tomados sob a forma de: grânulos, glóbulos (tomados de uma só vez), gotas, pomadas ou supositórios”.

Como qualquer medicina alternativa, a homeopatia tem crentes e céticos. Para Alexandre Almeida, “99% da classe médica não acredita que seja eficaz, já o cidadão comum aceita bem, dependendo da experiência que tem”. Para aqueles que não entendem como funciona, o farmacêutico acrescenta: “Funciona um pouco como as vacinas. São introduzidos no organismo pequenas doses de componentes minerais, vegetais ou animais que provoquem os mesmos sintomas que uma determinada doença, o nosso organismo adapta-se e cria mais anticorpos para se defender.”

Mais vale prevenir…

Para Inês Cardoso, estudante de 19 anos, a homeopatia foi eficaz, sobretudo na prevenção. “Tomei um medicamento homeopático quando tinha cerca de cinco anos. Nunca tive muita tendência para adoecer mas, como era pequena, a minha mãe achou por bem que eu tomasse, sobretudo para reforçar o sistema imunitário. Lembro-me que eram umas ‘bolinhas’ (glóbulos) e de a minha mãe dizer que era para as alergias. Não me recordo muito bem, mas acho que deu resultado.” (risos)

Como medicina complementar que é, a homeopatia pode funcionar por si só em casos menos graves, mas em tratamentos mais delicados não chega. Tal como o nome indica, é um complemento da medicina convencional. Segundo Alexandre Almeida, “nenhum homeopata aconselha ninguém a parar de tomar os medicamentos alopáticos (tradicionais), pelo contrário”.

Osteopatia

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Tratamento osteopático. Créditos: Kensington Osteopathy Adelaide via Flickr

Comparada com a acupuntura e a homeopatia, a osteopatia é relativamente recente. Criada em 1874 pelo médico norte-americano Andrew Taylor Still, é uma terapia natural sem recurso a medicamentos, que visa reequilibrar o corpo e reestabelecer as funções do organismo. É executada manualmente com recurso a “manipulação óssea e articular, técnicas músculo-energéticas e fasciais (estimulação da elasticidade dos tecidos que cobrem o corpo humano), ou seja, técnicas que dão mobilidade à estrutura muscular, articular e celular”, enumera Alexandre Mósca, fisioterapeuta e osteopata.

A osteopatia é procurada sobretudo para o tratamento de problemas físicos. “Pode tratar de tudo um pouco, mas as patologias mais procuradas e em que é mais eficaz são tendinites, entorses, torcicolos e dores nas costas (lombalgias, dorsalgias e dor ciática). Regra geral, patologias da coluna vertebral.” Porém, ao contrário da maioria das medicinas alternativas, a osteopatia tem contraindicações, que podem ser parciais ou absolutas, como explica Alexandre Mósca. “Uma contraindicação parcial é, por exemplo, uma gravidez, pois é possível a aplicação de várias técnicas osteopáticas, mas algumas não são convenientes, nomeadamente os impulsos de alta velocidade (movimentos rápidos e precisos, normalmente acompanhados por um estalo, que visam alinhar e reposicionar as articulações do corpo).” Uma contraindicação absoluta verifica-se em casos de cancro: “Pessoas com problemas oncológicos não devem recorrer à osteopatia. Caso o osteopata não seja credenciado ou não saiba o que está a fazer, pode agravar a sintomatologia e colocar em risco a vida do paciente.”

É comum a osteopatia ser confundida com a fisioterapia e, de facto, existem semelhanças entre ambas. Contudo, a filosofia pela qual se regem é bastante distinta. “Para o paciente tudo é massagem”, diz Alexandre Mósca. No entanto, a osteopatia trata apenas com as mãos e preocupa-se com a globalidade do corpo humano, cujo bom funcionamento é fundamental para tratar uma lesão. Já a fisioterapia recorre a técnicas de massagem e procura complementá-las com ultrassons, electroestimulação ou laser, entre outros. O osteopata é capaz de fazer o seu próprio diagnóstico, ao contrário do fisioterapeuta, que se baseia no diagnóstico do médico fisiatra. O fisioterapeuta distingue-se por tratar lesões de uma forma predominantemente local, pelo contrário, o osteopata manipula toda a estrutura corporal.

A eficácia da osteopatia depende de diversos fatores, tais como a idade do paciente, o historial clínico e o estado da lesão, determinante para a duração do tratamento que, se for bem feito, é eficaz por si só. Isso acontece porque, para a osteopatia, o corpo humano tem capacidade de auto-cura. “Defendemos que, se as estruturas desempenharem a sua função de uma forma eficaz, o corpo humano consegue auto-curar-se”, afirma Alexandre Mósca.

Eficácia comprovada

Um bom exemplo do sucesso das terapias não convencionais é Ricardo Mendes, bancário, 43 anos, que contraiu uma lesão enquanto fazia desporto. “Durante um treino senti uma dor forte na lombar e quase não conseguia andar.” Recorreu à osteopatia por necessitar de uma intervenção imediata. “O osteopata rapidamente fez um diagnóstico, neste caso, uma lombalgia, e, ao fim de três sessões, fiquei praticamente bom.” Ricardo Mendes explica ainda o porquê de ter optado pela osteopatia ao invés da fisioterapia. “Se tivesse ido a um fisioterapeuta, necessitaria de mais sessões, e posso dizer que o primeiro tratamento de osteopatia reduziu em 50% as dores e a incapacidade que tinha.”

Para além da osteopatia, Ricardo Mendes também já experimentou a acupunctura. “Tive uma lesão no tendão de Aquiles e nas canelas. Procurei a acupunctura como complemento à fisioterapia para acelerar o processo, que estava a ser um pouco demorado, e fiquei satisfeito com o resultado. Apesar de não ser tão imediato como a osteopatia, ao fim de três, quatro sessões, senti melhorias significativas.”

Impedimentos legais

Apesar dos resultados comprovados, a regulamentação das medicinas alternativas ainda não está concluída, o que faz com que a não legalização torne difícil o seu acesso, em comparação com as ditas medicinas convencionais. Actualmente, circula nas redes sociais a petição ‘Salvar as Medicinas Naturais em Portugal: Petição pelo Direito a uma Saúde sem IVA’, para pedir a isenção de IVA a 23% nas medicinas alternativas, de modo a que estas possam ser acessíveis a todos de igual forma.

    
2016-06-06
Autor UALMedia
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