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-Início»Entrevistas»Renata Belo: “Comecei a fazer dobragens quando tinha três anos”

Renata Belo: “Comecei a fazer dobragens quando tinha três anos”

Ana Beatriz Anunciação 10 Nov 2025 Entrevistas, Entrevistas

Aos 21 anos, Renata Belo já é um nome reconhecido no mundo das dobragens. Deu voz a personagens icónicas como a Abelha Maia ou a pequena Agnes, de Gru – O Maldisposto, participou em campanhas publicitárias de grandes marcas e somou também várias experiências como atriz. Nesta entrevista, fala sobre o seu percurso, os sonhos que persegue e os muitos desafios que tem entre mãos — desde logo, os workshops onde assume o papel de formadora.

Está no mundo das dobragens desde muito nova. Como é que surgiu esta oportunidade?
A minha mãe (Mila Belo) faz isto desde sempre, por isso fui experimentando desde pequena. Comecei quando tinha três anos, sem saber ler. A minha mãe dizia: “olha, diz isto assim” e eu fazia. Tinha talento e aqui estou até hoje.

Foi um processo de adaptação difícil?
Foi tudo tranquilo, não houve um grande processo de adaptação. Isso aconteceu mais na representação: quando era pequenina, tinha escola e gravava novelas durante imensas horas. Iam-me buscar à escola, gravávamos umas quantas cenas e depois deixavam-me lá novamente. Ou então, no fim das aulas, iam buscar-me para gravar. Isso era um bocadinho mais cansativo, mas, de resto, foi sempre conciliável.

 

Quais são as técnicas que utiliza para transmitir emoções apenas com a voz?
Não existe uma técnica com nome próprio — tem mais a ver com a forma como passamos as informações e os sentimentos. Cada um faz da maneira que julga mais correta. Tento pôr-me sempre no lugar da personagem, imaginar que sou mesmo ela. Por exemplo, quando a personagem está com dores, temos de mostrar que estamos com dores; ou quando está triste ou a chorar. Acho que não existe uma técnica específica, mas sim a forma como nos colocamos no lugar da personagem e como passamos isso às pessoas.

Qual foi o papel mais complexo que fez até hoje?
Foi uma personagem chamada Mary, no filme Mary e a Flor da Feiticeira. Era um animé e diferente do que estava habituada. Temos de conseguir passar todas as emoções que temos através da voz — não há imagem. Há a imagem do boneco, mas mesmo assim não sou eu que estou a criar. Isso é desafiante no processo de conseguir passar tudo o que quero transmitir. Por exemplo, se estou a fazer uma voz mais pequena, tenho de mantê-la durante todo o filme. Se estiver a fazer uma criança ou um rapaz — já me aconteceu fazer um rapaz — tenho de manter a voz masculina o filme inteiro. Às vezes, vou perdendo um bocadinho o registo e depois tenho sempre de lá voltar.

Também já deu voz a várias campanhas publicitárias, entre elas da Barbie ou da Nintendo Switch. Quais são as diferenças entre interpretar uma personagem num filme e dar voz a um anúncio?

A primeira diferença são os conceitos: numa publicidade não se diz “dobragem”, diz-se “locução”, porque estou a locutar um anúncio. Na dobragem, estou a dobrar um boneco que já tem características específicas; no anúncio, estou a descrever um produto. Por exemplo, já fiz anúncios da Coca-Cola ou da Kidzania e no da Coca-Cola estava a contar uma história.

Os dobradores têm o reconhecimento merecido?
Sinto que sim, mas como é só a nossa voz que anda por aí, as pessoas nunca sabem quem somos — a não ser que seja alguém que tenha mesmo paixão por isto e vá pesquisar… mas sinto que temos reconhecimento.

https://ualmedia.pt/wp-content/uploads//2025/11/Bia-trabalho-1.mp4

“Digo sempre: comecem por workshops, aprendam a fazer”

Consegue dar uma ideia dos preços que se cobram em Portugal?
Todos têm acesso à tabela dos locutores que está no site da Associação Portuguesa de Locutores (APL). Depende de muitos fatores: se for um spot para televisão, é um valor; se for para televisão e internet, é outro; se for só para YouTube também é outro. Todos os estúdios seguem essa tabela. Posso dar um exemplo de um dos melhores trabalhos que fiz: gravei um spot para a Coca-Cola de 30 segundos, se não me engano, e depois fizeram mais três — recebi 1.400 euros. Mas isto é muito raro.  Normalmente, está entre os 530 e 680 euros.

Que competências e preparação são  essenciais para alguém que quer entrar e crescer nessa área?
Acho muito importante que as pessoas percebam que não é só ter vontade — é saber fazer. É fundamental irmos com boas bases para tudo na vida. Não é apenas “quero fazer uma voz, dá-me um papel e faço uma voz”. É muito importante — e é sempre este o conselho que dou — fazer workshops, ganhar bases, ter experiência. Os workshops também são bons porque dão contactos. Imagina que vais fazer um workshop e eu, que sou a formadora, fico apaixonada pela tua voz e digo: “Queres fazer este projeto em que estou a trabalhar?” Isto está tudo interligado. Por isso, comecei a dar workshops, para poder ajudar as pessoas, até porque recebo imensas mensagens por dia a dizer: “quero fazer”, “como se faz?”, “por onde começo?” Digo sempre: comecem por workshops, aprendam a fazer, porque até podes querer muito e depois não ter jeito nenhum. Começa, experimenta, erra, faz outra vez e depois tenta entrar na área. É um meio um bocadinho fechado, mas há sempre quem dê oportunidade a novas vozes.

@renatabelo_

Um pouco do meu workshop de dobragem de animação e locução de publicidade! #locucao #dobragem #dublagem #voiceacting #voice

♬ original sound – Renata🧋

Muitos desses cursos são dados em conjunto com a sua mãe…
Sim. A minha mãe era professora de teatro numa associação e sempre foi dando estes workshops, mas só aos meninos que lá estavam no teatro. Fomos percebendo que tanta gente tem interesse em fazer [locução e dobragem] e depois as pessoas não sabem o que é preciso: saber dizer todas as palavras, ter boa dicção, ritmo… há muita coisa envolvida. Se não sabes por onde começar, tens de falar com quem sabe. Nós sabemos, há muita gente que quer experimentar e isto é uma área muito difícil de entrar. Assim sendo, porque não dar a experiência às pessoas e permitir que ganhem bases para conseguir fazer também?

Que tipo de competências e aprendizagens os participantes podem esperar?
Temos o nível 1 e o nível 2, só de dobragem e locução, onde as pessoas têm acesso a tudo. Passamos muito tempo no estúdio a gravar e toda a gente leva as gravações no final. Trabalhamos com vários materiais: animação, locução, spots de rádio… é muito completo. As pessoas saem com uma noção completamente diferente do que é este trabalho. Depois ficam com as demos para começarem a enviar para os estúdios — cada estúdio tem o seu banco de vozes e pode chamá-los diretamente. Ou podem enviar as suas demos para agências, o que também é muito útil para crescer na área.

Já tiveram alunos que, depois da formação, tenham conseguido trabalho?
Sim, já tivemos várias pessoas que, depois do workshop, foram para vários filmes. Aliás, neste último filme, a minha mãe chamou quatro ou cinco pessoas diferentes dos workshops. É muito giro ver o resultado final com pessoas que começaram connosco e já estão no cinema a dar voz.

“Adorava fazer uma princesa da Disney”

Olhando para o futuro… há algum projeto específico que gostasse de concretizar?
Sim. Tenho 16 anos de carreira — e só tenho 21 — mas, como comecei muito pequena, ainda há imensas coisas que gostava de fazer. Adorava fazer uma novela ou uma série, ou até mesmo um filme mais policial, tipo FBI. Também gostava muito de fazer um filme de época, onde tivesse de andar a cavalo com aqueles ‘vestidinhos’, porque adoro andar a cavalo — adorava ter essa experiência.

E se pudesse escolher uma personagem de um filme ou série para dobrar, qual seria?
Talvez uma princesa da Disney. A minha mãe é a voz da Ariel em A Pequena Sereia e, por isso, também adorava fazer uma princesa da Disney.

    
2025-11-10
João Ferreira Oliveira
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