José Raposo: “O ator só desiste quando desaparece fisicamente. Quando morre”
Com um percurso iniciado em 1976, após regressar de Angola, José Raposo construiu uma carreira entre o palco, o cinema e a televisão. Numa altura em que o consumo cultural é dominado pelas plataformas digitais, o atual presidente da Casa do Artista defende a herança do Teatro como um espaço de resistência humana. Numa conversa intimista, recorda memórias, analisa o impacto da inteligência artificial e reflete sobre a missão social da arte.


